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Hugo é frequentador da Trash 80′s e já se apresentou com seu violão, participou de performances e arranjou até namorada. Tudo na nossa festa!

Agora ele é candidato no concurso que irá escolher o oitavo elemento da equipe do CQC.

Se você tem twitter, clique aqui e apoie o trasher Hugorkut nessa campanha!

A Valentina, filha do DJ Zeezo e da coordenadora da Trash, Renata Garcia, nasceu na segunda. Olha só que momento mais feliz!

E o Tonyy já passou por lá pra conferir a “buniteza” da guria pessoalmente.

Parabéns para a nova família trasher!

Bom, conheci a Trash 80´s por um amigo que considero muito, que trabalhou comigo e me convidou para conhecer a festa, o Roger. Ele me disse que era uma balada no Centro, perto da casa dele, e que eu ia gostar porque sempre fui muito eclético nessa questão musical. Isso já deve ter uns quatro anos pelo menos. Encontrei-me com ele e chegamos na balada. Achei estranho aquela galera na porta, mas pensei: Bom vamos conhecer.

No começo confesso que torci o nariz ao ouvir as músicas, mas reconheci todas. Conheci uma galera da casa, amigos do Roger, e fiz alguns amigos também naquele dia. Com o passar do tempo, naquela minha “primeira vez” fui me deixando levar pelo som, pelo agito da galera, e fui voltando a me sentir criança com tudo aquilo. A magia da casa me contagiou desde o primeiro dia, totalmente diferente daquelas baladas de gente metida. Enfim, me diverti muito aquele dia que não me esqueço mais.

Lembro-me bem que havia muita gente, mas me diverti muito, conheci o Staff da casa aos poucos, porque acabei virando fã da Trash 80´s. Vi que aquilo era mesmo a diversão garantida. Desde então troquei muitas baladas para ir à Trash, fiz muitos amigos, dancei muito desde então errando várias vezes as coreografias, mas sempre me diverti demais. Levei vários amigos que também gostaram muito.

Gosto muito dos DJs Eneas, Tonyy, Nico (que sempre pergunta o que tem dentro do meu squeeze que ele fala que é uma garrafa térmica!!!) Omar, Wander, Catatau, do staff (Pequê, Paulinha, Anderson, Cris, Alisson, Viana, Shirley, e todo o pessoal, sem exceção), da galera toda tanto que hoje em dia eu me sinto em casa quando estou lá, pra ser bem sincero, quando não vou, sinto falta…

Curto muito quando rola open-bar, as festas, e tento nunca perder nenhuma!
Tanta gente me pergunta o que a Trash tem que eu nunca deixo de ir, daí a resposta fica complicada, são tantas coisas que não posso listar tudo porque vou deixar alguma coisa de lado.

Mico? Hummm alguns. Depois de tanto tempo indo lá é obvio que eu tenho, mas acho que um deles foi uma vez que disseram que o Gianecchini estava na Trash, e eu já tinha bebido um pouco a mais e fui ver se era ele mesmo… estava tão doido que olhei pra cara dele e disse: Ah, Gianecchini p**** nenhuma!! Nem tem cara!”, e sai andando…

As músicas que mais gosto? Nossa, várias, mas para dançar são “Curumim”, da Mara, Bear Force One, “Fada Madrinha”, e a mais trash de todas, “Porto Solidão”, do Jessé. Quando o Eneas toca e coloca o clipe aos sábados, e eu já to pra lá de Marrakesh, fico emocionado.

Resumir a Trash 80´s em uma palavra fica difícil, mas o que me vem à cabeça agora é DIVERSÃO. A Trash estará sempre no meu coração, por tantas coisas boas que aconteceram por lá, desde o primeiro dia até hoje e espero que possa continuar assim por muito tempo. E eu não vou deixar de ir, de fazer amigos por lá, de beijar muito, de dar muitas risadas e saber que quando vou lá me sinto muito bem!

Era 22 de fevereiro de 2005 quando eu cheguei.
Tanta coisa, tanta gente que eu já tinha visto nas noitadas de festa. Gente que eu já tinha falado “oi” e outros nunca visto.

O tempo passou e de estagiária passei para coordenadora e ganhei uma equipe. \o/

Fiz amigos e trouxe outros pra cá. O escriba cresceu, mudou de endereço, dividiu, juntou, fui pra lá e voltei pra cá.


Gente entrou, saiu, ficou.
E quem dá “até logo” sou eu. Quase 3 anos e meio de muito trabalho e muita farra também.

As reuniões de programação vão fazer falta. Os bolinhos de parabéns e os posts no blog também.

Sou trasher de carteirinha há 4 anos e posso garantir: de dentro ou de fora, a diversão é garantida.
;)

Desde criança, eu gosto de tudo que é realmente trash. Sempre gostei de músicas e pessoas consideradas erradas. O meu sonho de adolescência era poder dançar, sem culpa, todas as músicas renegadas dos anos 80. Mal sabia que isto aconteceria vinte anos depois. Um belo dia, uma amiga minha recomendou o finado blog de Alisson Gothz, “Meu cu, minhas tetas”. Um post escrito no mês de maio, dizia: “A partir desde sábado, festa trash 80’s no Bar D’Hotel Cambridge”. Nem dei muita confiança, mas algumas amigas foram a esta festa e fizeram questão de me ligar e dizer: “Vem correndo para cá que esta festa é a sua cara!” Novamente, não dei confiança e disse… Semana que vem eu vou. E realmente fui. Na semana seguinte, eu fui para a porta do hotel, que tinha uma fila enorme na porta e eu, sem entender muita coisa, me apresentei para o Alisson. Já na entrada escutei “Menina Veneno” e acompanhei a performace de Michael Love, cantando para o segurança Paulão… “Seu pau é pequeno…” Ali na porta, eu já pude perceber que o clima da festa era bom. Entrei e veio na minha mente a vontade que eu tinha de dançar tudo que começou a tocar. O momento que selou o meu amor eterno pela trash foi… Eu, com todas as minhas amigas no lobby do hotel, escuto os primeiros acordes de… XANADU… Eu gelei, pois Olivia Newton-John era um dos meus amores de infância. Corri para a pista e comecei a dançar desesperadamente. A minha vontade era abraçar o DJ (no caso, Eneas Neto que, no futuro, eu descobri ser um aficcionado por Olivia também) e dizer… “Obrigado por ter realizado o meu sonho de dançar “Xanadu” numa pista. Obrigado por ter me feito feliz!”. A mesma emoção eu senti ao ouvir Giorgio Moroder com “From Here to Eternity” (que foi tocada por um outro DJ, magro e com o cabelo arrepiado… vulgarmente chamado de “Tonyy”). Este dia foi tão marcante que até mereceu post no meu blog. Acredito que muitas pessoas que foram a Trash, sentiram a mesma emoção que eu senti ao ouvir aquela música preferida mas, ao mesmo tempo, escondida de todos os amigos da turma. Desde então, passei a freqüentar a festa Trash 80’s todos os sábados. Neste quase um ano, eu fiz novos amigos, arrumei um namorado e realmente me sinto feliz até hoje.

Além disto tudo, eu relembro todos os meus AMORES DE INFANCIA:

TIMÓTEO
Quando esse homem aparecia na TV, eu parava o que estava fazendo e corria para vê-lo. Eu ficava tão transtornada que não parava de beijar a TV e quando ele ia embora, eu chorava copiosamente. Tinha oito anos e sentia um amor profundo pelo Timóteo. Até hoje eu não entendo todo esse amor. Certa vez, eu encontrei o Timóteo no show de lançamento da caixa de CD’s da Discoteca do Chacrinha e lembrei o que ele causava em mim. Era um misto de tesão com afetuosidade. Sentia aquele homem muito próximo a mim. Amei profundamente o Timóteo quando estava na tenra idade. Hoje, eu tenho muita vontade encontrar com ele e contar tudo isso. Declarar o amor que eu senti naquela época.


TRAVOLTA

A foto da capa do disco “Embalos de sábado à noite” marcou a minha vida. O filme marcou a minha vida. O Travolta de terninho branco justo com a mãozinha levantada! O que era aquilo? E olha a cara de tonta da mulher, olhando para ele. Eu lembro que as covinhas do Travolta mexiam com a minha libido. Tanto que eu fiz a minha mãe me levar no cinema ver ao filme várias vezes e comprar o disco para mim. A primeira cena do filme me arrepia até hoje. Os pezinhos do Travolta e som de Bee Gees. Esse filme é que lançou o sábado como dia de festa, cheguei a esta conclusão. Tony Manero foi meu ídolo e me mostrou como me divertir. Coisa que eu comecei a fazer com meus 12 anos. E viva o Tarantino que trouxe de volta o Travolta gordo em “Pulp Fiction”.

MAGAL
Sidney Magal é o nosso rei do rebolado. Nem Ricky Martin rebola como o Magal. Eu tive o prazer de viver numa época em que o Magal era o astro do programa do Chacrinha. Ele cantava usando um macacão prateado e as chacretes o rodeavam e dançavam com ele. E ele mandando.. “Ooooo eu te amo… E o meu sangue ferve por você!” O Magal funcionava como um coringa do programa “Qual é a Música” do Silvio Santos. Quando o Moacir Franco estava preste a ganhar a coroa de campeão, o Magal ou a Gretchen iam e tiravam a coroa do Moacir.
Eu respeito o Magal por isso até hoje ! Quando eu era criança, achava o mais sensual dos homens. E depois que eu ganhei o disco dos 20 maiores sucessos do Magal fiquei mais impressionada com ele e isto será para o resto da vida. O Magal deve ser todo Kundalini, esse homem no palco é um absurdo! Ele hipnotiza! Ele fascina! Ele domina! As mãos tremendo e o joguinho de perna… Ai meu Santo Agostinho ! Recentemente eu o conheci pessoalmente e fiquei muito impressionada com a sua simpatia. Para mim, Magal é Deus e a música “O MEU SANGUE FERVE POR VOCÊ” é a maior declaração de amor que alguém pode fazer.

OLIVIA
E, como não podia deixar de ser, ela… A minha deusa mor. A rainha da sofisticação e da beleza: Olivia Newton-John.
Quando eu era criança, eu era fanática por ela. Assisti ao filme Xanadu tantas vezes, que cheguei a decorar os passos que ela fazia durante as músicas. Fiz Mamãe Spaca comprar uma fita cassete e escutei até enrolar no cabeçote do toca fitas.
Aprendi a patinar para ficar mais parecida com ela. Andava pelo meu minúsculo quarto com os patins e levantava as mãos e gritava: “For you, Xanaduuuuu”.
Minha frustração era não ser loira e não ter olhos claros como ela.
Até hoje, eu sinto prazer em escutar todas as músicas dela. Vida eterna para a Olívia!