O Plebe Rude realizou no começo do mês de agosto uma série de shows de lançamento de um CD e DVD comemorativo dos 26 anos do disco “O Concreto Já Rachou”, um dos grandes clássicos do Rock nacional dos anos 80. O DVD “Rachando Concreto Ao Vivo Em Brasília” traz algumas das faixas mais conhecidas do grupo, tais como “Minha renda”, “Johnny vai à guerra”, “Proteção” e “Até quando esperar”, além da inédita “Tudo Que Poderia”.

Fazem parte do pacote ainda duas covers: “Medo”, do grupo punk paulista Cólera, e “Luzes” da Escola de Escândalo. O DVD possui inclusive um site especial onde você pode conferir trailers, faixas e muito mais, no endereço http://www.coqueiroverderecords.com/pleberude. Além do show, de uma hora e meia de duração, o disco é recheado de extras como entrevistas e videoclipes antigos. Ou seja, presente pra fã nenhum botar defeito.
Em 1989, na extinta TV Manchete, a seminal banda Plebe Rude fez uma grande apresentação de um de seus maiores clássicos, a música “Johnny Vai à Guerra”. A faixa foi lançada originalmente em 1985 fazendo parte do primeiro disco do grupo, “O Concreto Já Rachou” – que tinha como carro-chefe “Até Quando Esperar”, considerada até hoje o verdadeiro hino deles.

O Plebe Rude é sem dúvida nenhuma uma das mais importantes bandas do rock nacional em todos os tempos e está aí até hoje – em 2010, eles assinaram contrato com nova gravadora e preparam material inédito para breve. Recentemente, a faixa “The Wake” foi destaque na trilha sonora do filme “Federal”, dirigido por Erik de Castro.
Uma das bandas mais importantes dos anos 80, a Plebe Rude fez parte do grupo de bandas formadas em Brasília que mudaram o cenário do rock nacional – juntamente com Os Paralamas do Sucesso e o Aborto Elétrico (que deu origem ao Capital Inicial e ao Legião Urbana). Formada por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra, a banda ficou famosa por suas letras repletas de críticas sociais.

Donos de diversos hits, a banda teve uma bem sucedida carreira até meados dos anos 90 quando resolveu dar um tempo. Durante o início dos anos 2000, a banda retomou as atividades com algumas mudanças em sua formação, e em 2006 lança um novo álbum, com a participação do lendário Clemente, da banda Inocentes – uma das mais importantes bandas punk do país. Um novo disco é aguardado para 2010.

A capital do nosso país completou 50 anos ontem (21/4) e comemorou com uma grande festa, com participação de diversos artistas.
Em homenagem à terra do rock, a gente relembra bandas que surgiram lá na década de 80 e que inspiram até hoje gerações de músicos em todo o país.
A banda Legião Urbana foi formada em 1982, após o término de sua banda antiga: o Aborto Elétrico, esta que acabou graças a um desentendimento com o baterista Fê Lemos.
Em suas composições, Renato Russo trouxe para a Legião influências de The Smiths, The Cure e Joy Division.
Uma característica forte do grupo era a crítica política, apontando as falhas do nosso governo nas letras e mobilizando os jovens fãs.
Confira “Que País é Este?”, de 1987:
O fim do Aborto Elétrico gerou outro grupo de sucesso: O Capital Inicial, formado por Fê e Flávio Lemos e o vocalista Dinho Ouro Preto. Com estilo mais pop, a banda alcançou grandes vendagens e conquistou o público com hits como “Independência”, “Fátima” e “Música Urbana”:
A Plebe Rude surgiu na mesma época, integrada por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Também fazia críticas sociais e políticas, refletindo a cultura punk da época, trazendo também algumas influências de new wave. “Até Quando Esperar”, de 1985, é o maior sucesso da Plebe:
Não é à toa que Brasília é conhecida até hoje como a capital do rock.
Parabéns, Brasília!




