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Muita gente nem deve saber – mesmo porque pouquíssimos conseguiram assistir – mas o clássico filme “9 e 1/2 Semanas de Amor” teve uma sequência, realizada onze anos depois! Com o nome original de “Love in Paris” (mas lançado nos Estados Unidos como “Another 9½ Weeks”), este filme de 1997 continuava sendo estrelado por Mickey Rourke – mas a protagonista agora era a modelo e atriz Angie Everhart.

O filme foi uma bomba tão grande que nem sequer foi lançado nos cinemas, indo direto para as locadoras. A história começa dez anos depois de Elizabeth (o personagem de Kim Basinger) abandonar John Gray (Rourke), que entra num mundo de drogas e depressão. John vai a Paris tentar encontrá-la, mas em seu lugar acaba achando Lea, que usava o mesmo xale que ele deu à Elizabeth vários ano satrás. E daí um romance tórrido surge entre os dois, envolto em muito mistério – e sexo, obviamente.

Em 1988, dois anos após estrelar “9 e 1/2 Semanas de Amor”, Kim Basinger resolveu dar uma variada geral em sua carreira e, sem abandonar por completo seus dotes sensuais, encarou uma comédia com toques de ficção-científica que fez bastante sucesso – e apesar de hoje em dia não ser lá muito lembrada, ainda é uma deliciosa comédia típica daquela década.

Em “Minha Madrasta É Um Extraterrestre”, Kim interpreta Celeste, uma alienígena que se transforma em ser humano e desce à Terra, e acaba se apaixonando pelo cientista malucão Steven Mills (interpretado pelo ótimo Dan Aykroyd), que é viúvo. O filme fez um grande sucesso na época e sua trilha sonora trazia, entre outros, dois clássicos das pistas dos anos 80: “Pump Up the Volume”, do M.A.R.R.S. e “Kiss”, do Art of Noise.

Muita gente pensa que “You Can Leave Your Hat On”, do Joe Cocker, é a música tema do filme “Nove e Meia Semanas de Amor” – afinal de contas, é ela que serve de fundo para a mais famosa cena do filme, o inesquecível strip-tease de Kim Bassinger. Mas, na verdade, a faixa que é oficialmente a “música tema” do filme foi criada pelo belo John Taylor, baixista do Duran Duran (que também arrasava em sua carreira solo e em projetos paralelos).

A faixa em questão era “I Do What I Do…”, lançada em 1986. Ela foi o primeiro compacto solo de Taylor enquanto dava um tempo no Duran Duran, e chegou ao 23o lugar na parada americana. O interessante é que, apesar de todo o sucesso, “I Do What I Do…” foi também nomeada como “Pior Música Tema de Um Filme” na premiação do troféu “Framboeza de Ouro” – que anualmente escolhe os piores momentos do cinema americano, fazendo paródia do Oscar. Mas quem ganhou o infame prêmio foi o músico Prince com “Love or Money”.

Quem vê o ator Mickey Rourke hoje em dia nem imagina que ele já foi um dos maiores símbolos sexuais dos anos 80, né? Tudo bem que hoje ele esteja um tanto quanto “acabado”, mas naquela década ele arrasava – e pelo menos hoje ele é um ator de talento reconhecido mundialmente e um dos mais disputados de Hollywood. Mickey está apagando 58 velinhas neste 16 de setembro…. parabéns!!!

Mickey Rourke ontem e hoje

Rourke estreou no cinema em 1979 no filme “1941 – Uma Guerra Muito Louca”, mas foi só em 1981 que ele viu a cor do sucesso com o super sexy “Corpos Ardentes”. Em 1986, ele repetiria a dose com o clássico “Nove Semanas e Meia de Amor”, onde contracenava com a incrível Kim Bassinger em cenas que ficaram na história do cinema americano. Em 2009, ele foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pelo filme “O Lutador”.

Um dos filmes mais sensuais não só da década de 80 como de toda a história do cinema é o polêmico “Nove e Meia Semanas de Amor” (1986), que escandalizou o público na época com cenas pra lá de provocantes protagonizadas pelo casal Mickey Rourke e Kim Bassinger – que obviamente se tornou um dos maiores símbolos sexuais da década.

Kim Bassinger & Mickey Rourke

Kim Bassinger & Mickey Rourke

Uma das cenas mais memoráveis do filme era a do strip tease que Kim fazia ao som da música “You Can Leave Your Hat On”, do lendário cantor Joe Cocker. A música acabou virando uma das mais tocadas em clubes de strip tease em todo mundo até hoje, virando praticamente uma trilha sonora oficial da “arte de se despir”.