Mesmo tendo carreira curta, o Gang 90 foi uma das mais importantes bandas de rock nacional em todos os tempos. Capitaneada pelo saudoso Julio Barroso, o som do grupo era uma mistura do que melhor vinha sendo feito no rock pop internacional da época com muita brasilidade.
O primeiro sucesso da Gang foi “Perdidos na Selva“, lançada em 1981 e que estourou com o seu histórico refrão “Eu e minha gata rolando na relva / Rolava de tudo / Covil de piratas pirados / Perdidos na selva”.
Passando por várias e várias formações durante os seis anos de sua existência, a banda também emplacou vários outros hits como “Nosso Louco Amor” e “Telefone”. O seu primeiro disco, “Essa Tal de Gang 90 & Absurdettes”, lançado em 1983 – é considerado um marco histórico na música brasileira. A banda também participou do especial “Plunct Plact Zum” da Globo com a música “Será que o King Kong é Macaca?”.
Vários músicos conhecidos fizeram parte da banda: Alice Pink Punk, Mae East, Wander Taffo, Guilherme Arantes, Taciana Barros, Lobão… a lista é bem longa. Mas uma coisa ninguém discute: o coração da Gang 90 & Absurdettes era mesmo Julio Barroso, morto em 6 de junho de 1984 após uma queda acidental da janela de seu quarto.
Ela meio que dispensa apresentações né? Desde os tempos em que era a mais amalucada vocalista do grupo Blitz até hoje em dia em carreira solo, Fernanda Abreu é um dos nomes mais queridos da música pop nacional. Nascida em 08 de setembro de 1961, Fernanda completa hoje seus 48 anos. E nem parece né?
Fernanda começou sua carreira no Blitz em 1982 e fez parte de toda a história da banda – incluindo a lendária apresentação no primeiro Rock In Rio em 1985. Partiu em carreira solo em 1990, fazendo um som mais voltado às pistas e ao funk/soul carioca. Seu maior sucesso desta fase é a música “Rio 40 Graus“. Parabéns, Fernanda!
A banda Sempre Livre está de volta. Não lembra delas? Pois com certeza dessa música você se lembra:
O Sempre Livre foi um dos nomes mais legais da new wave brasileira dos anos 80, e, assim como o Afrodite se Quiser (também da mesma safra) era uma banda formada apenas por garotas. Criada no Rio de Janeiro, lançou seu primeiro álbum em 1984 que trazia o sucesso “Eu Sou Free”. A banda se dissolveu em 1986 mas retornou por um breve período em 1991 para gravar mais um disco. A vocalista principal era a carioca Dulce Quental, um dos ícones do estilo 80′s nacional e que também fez um grande sucesso em carreira solo, sendo inclusive uma compositora respeitadíssima pela crítica especializada.
A banda anunciou essa semana seu retorno aos palcos com nova formação: desta vez, Flávia Cavaca (baixo e vocais) e Lúcia Lopes (bateria) – as únicas integrantes originais do grupo – se juntam à Denise Mastrangelo (teclados), Ana Cris (guitarra e vocais) e Andréa Montezuma, a vocalista principal. O novo Sempre Livre deve se dedicar primeiramente aos shows ao vivo, recheados dos seus principais hits como “Seu Jeito Sexy de Ser” e “Fui Eu” além de versões de músicas de outros artistas como Rita Lee, Cazuza, Metrô e Ultraje á Rigor. Fique de olho nas agendas culturais por aí!
O Afrodite Se Quiser era um grupo de garotas formado por Karla Sabah, Emilinha e Patricia Maranhão que lançou apenas dois discos no final dos anos 80. Apesar da carreira curta, o trio emplacou um hit com a música “O Que Que Ela Tem Que Eu Não Tenho?” que se transformaria num dos ícones da música pop made in Brazil daquela época – e é até hoje sucesso na pista da Trash.
De refrão totalmente grudento e um clima new wave pra lá de divertido, “O Que Que Ela Tem Que Eu Não Tenho?” é pura delícia pop.
não adianta… por mais que eu tente, não da pra entender.
Como é que você pode me trocar por essa… essa loira horrorosa?
E eu que dei tudo de mim, dei o melhor de mim pra você
Mas tudo bem… um dia você vai ver o que perdeu…
Mas aí vai ser tarde demais, por eu é que não vou mais querer nada com você
Você é que vai ficar na pior… babaca!”
Você sempre me disse que eu era demais
Que te fazia bem e que te dava muita paz
Dizia que eu era muito especial
Que tinha um beijo quente e uma boca sensual
Mas um belo dia tudo mudou
Você arranjou outra e me deixou
E agora eu não consigo me conformar
Eu passo o tempo todo a perguntar….
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer…
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer o que…
Você me trocou por uma loira
E agora você quer mais é que eu morra
Não fala mais comigo e nem quer mais me ver
Como é que você pode me esquecer?
Olha só como é que eu fiquei
Até hoje não me recuperei
Será que algum dia eu vou me conformar
Eu passo o tempo todo a perguntar…
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer…
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer o que…
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer…
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho?
Preciso saber você vai ter que dizer o que…
Você talvez não se lembre do nome dela, mas com certeza já dançou a música “99 Red Ballons” na pista da Trash 80′s várias e várias vezes. A cantora alemã NENA, que explodiu nas paradas do mundo inteiro com essa música em 1983, está de volta depois de quase cinco anos longe dos estúdios. Nena lançará o disco “Wir Sind Wahr” no próximo dia 25/setembro e terá só músicas de sua autoria.
Caso você ainda não esteja lembrando de quem é ela, dê uma olhadinha aqui no vídeo de “99 Red Ballons”, um dos maiores clássicos da new wave oitentista. O mais interessante é que esta música fez muito sucesso também na sua versão original, cantada inteira em alemão!








