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Mônica parade

Quem diria que a dentuça…. Quer quiser, que a fofa da Mônica está completando 50 anos, hein? Com certeza, todo mundo aqui cresceu curtindo suas histórias. E pra celebrar a data, Mônica invadiu as ruas de São Paulo com uma interessante intervenção artística.

Inspirada na famosa Cow Parade que acontece todos os anos em várias cidades do mundo, Mônica ganhou sua própria “Parada”, com diversas estátuas suas espalhadas pela cidade e customizadas por 49 artistas. Já encontrou alguma por aí?

Como já informamos em julho, o criador de personagens clássicos da infância de muitos, Mauricio de Sousa, assinou contrato com a produtora Showtime para a realização de uma feira com os produtos licenciados com as marcas da Turma da Mônica. São mais de 2 mil produtos, comercializados por mais de 100 empresas. Tem brinquedos, material escolar, roupas e alimentos.

A Expo Mauricio de Sousa estava programada para acontecer nesse mês de outubro, nos dias 24 e 26, mas foi adiada para julho de 2011. Em nota divulgada para a imprensa, a organizadora do evento, Showtime, e o desenhista revelam que como o evento seria para empresas de diversos setores – alimentos, papelaria, brinquedos –, nem todos poderiam participar por causa de outros eventos na mesma data.

“Acreditamos que desta forma teremos a oportunidade de realizar um evento mais completo e abrangente para lojistas e o público final. Retomaremos a divulgação e novidades que serão apresentadas no próximo semestre de 2011”, garante Mauricio de Sousa.

Segundo o site Meio & Mensagem, a expectativa é reunir 60 expositores, atrair 10 mil pessoas entre consumidores e lojistas, movimentando R$ 5 milhões nessa primeira edição.

Enquanto a Expo Mauricio de Sousa não chega, veja um vídeo clássico da Turma da Mônica: a vinheta de Natal de 1988.

Criador de personagens clássicos da infância de muitos, Mauricío de Souza assinou contrato com a produtora Showtime para a realização de uma feira como os produtos licenciados com as marcas de toda Turma da Mõnica.

A Expo Maurício de Sousa vai acontecer entre os dias 24 e 26 de outubro no ExpoTransamérica em São Paulo. Segundo a o site Meio & Mensagem, a expectativa dos organizadores é reunir 60 expositores, atrair dez mil pessoas entre consumidores finais e lojistas, movimentando R$ 5 milhões nesta primeira edição. Os personagens estão presentes em mais de dois mil produtos, comercializados por cerca de cem licenciadas.

E pra quem ainda não sabe, todo sábado, às 9h45 da manhã, a TV Globo transmite em rede nacional desenhos da turminha toda, entre eles o clássico “Um doente, sua irmã e a grande competição de cuspe à distância”.




Saiba mais sobre Maurício de Sousa e seus personagens no Portal da Turma da Mônica.

Monica Natal com a turma

O curta-Metragem “O Natal Para Todos Nós” era um programa praticamente obrigatório para o final de ano da garotada dos anos 1980. Produzido como um teste para o longa-metragem “As Aventuras da Turma da Mônica” (1982), a animação foi ao ar pela Rede Globo e posteriormente lançado em VHS e DVD.

A trilha sonora foi um dos maiores charmes do desenho, com canções compostas por Mário Lúcio de Freitas (o mesmo das músicas de “Chaves” e “Chispita”). Vamos relembrar as musiquinhas? Confira um clipe que reúne todas elas e cante junto!

Serviço: Trash 80′s Centro – Natal Trash

Local: Clube Caravaggio
Endereço: Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo (próximo ao metrô Anhangabaú)
Quanto: R$ 30. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 20 até as 3h
Dia: 24 de dezembro (quinta-feira) às 23h59
Horário: A partir das 23h
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br
Site: http://www.trash80s.com.br

DJs: Eneas Neto & Tonyy
Performances: Trupe Trash
Door: Paula Funny e Anderson Legal
Hostess: Alisson Gothz

Lotação: 600 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Para comemorar a data de hoje, nossa equipe de comunicação listou alguns dos filmes mais importantes dos anos 80. Confira!

Super Xuxa contra o Baixo Astral

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

"As Aventuras da Turma da Mônica"

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

"Os Saltimbancos Trapalhões"

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

"As Sete Vampiras"

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

"Pixote, a Lei do Mais Fraco"

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

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