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A Mauricio de Sousa Produções e a Rede Globo anunciaram na última segunda-feira (26/4) o lançamento de uma série animada baseada nos personagens da “Turma da Mônica”, programada para estrear em julho.

A série terá exibição aos sábados, às 10h30 e apesar de não ter um formato definido, sabe-se que será um bloco dentro da “TV Globinho”.

Entre os episódios, estarão adaptações de histórias das tirinhas de Astronauta, Penadinho e Horácio, e do gibi/mangá “Turma da Mônica Jovem”.

Apesar de batizar o desenho em 3D, a animação de “Penadinho” não exige óculos especiais para ser vista. O termo, na verdade, se refere à computação gráfica, digital, que deu profundidade aos personagens.

Mas o que vem por aí em três dimensões é o filme “Astronauta 3D”, um longa feito para TV, ainda sem data para estrear. “Mas quero aproveitar a oportunidade para ver se alguém já não está disposto a patrocinar a distribuição de alguns óculos futuramente”, brincou Mauricio.

Fonte: G1 – Pop & Arte

Revista da Tina - Indicada para Jovens Adultos

Desde que foi lançada em maio deste ano (clique aqui), a revista da Tina não chamou tanta atenção quanto agora. Depois de ganhar três minisséries e um especial em formato americano, Tina ganhou uma revista mensal, também no mesmo formato, trazendo HQs inéditas. Até então, a personagem só tinha sido publicada em formatinho. A primeira edição da nova revista estampou a seguinte frase na capa, logo abaixo do logotipo da publicação: “A revista com a sua cara!”.

No mês passado, a edição 6 da Revista da Tina criou polêmica sobre a sexualidade de um personagem, na ocasião Mauricio de Sousa, através de sua assessoria de imprensa, emitiu uma nota referente ao assunto que dizia “A revista Tina é uma publicação da Editora Panini produzida para um público adulto jovem. Ou seja, não tem nada a ver com a Turma da Mônica ou o público infantil ou infanto-juvenil (Turma da Mônica Jovem). A publicação é destinada a uma outra faixa de leitores e suas histórias refletem isso – tanto que Tina, atualmente, é estudante de jornalismo e maior de idade”.

A nova edição da revista (07), acaba de chegar nas bancas com uma mudança na caba. Abaixo do logotipo está a frase: “Uma revista para jovens adultos!”. A nova publicação também não trás nada sobre o personagem que gerou a polêmica ou se ele aparecerá em futuras edições.

Tina foi criada em 1964 por Mauricio de Sousa e já foi hippie, patricinha e atualmente é jornalista. A personagem também é uma das maiores “pegadoras” dos quadrinhos. Nas sete primeiras edições da sua atual revista já ficou com mais de dez meninos diferentes.

Tina

A personagem Tina foi criada em 1960 e tinha estilo hippie. Hoje, a moça cursa jornalismo e mudou bastante seu visual.

O que chamou a atenção do público na sexta edição da revista “Tina”, da editora Panini, foi o melhor amigo da personagem. Caio, que diz ser “comprometido” em determinado momento da história, é o primeiro personagem gay de Maurício. O discurso de Tina contra o preconceito indica que esse é mesmo o assunto que o autor quer trabalhar com o público da revista, adolescentes em sua maioria.

A assessoria declara que tais questões que envolvem esse público serão abordadas “de forma tranquila e sem levantar bandeiras” e ainda afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay, levantando até a possibilidade de que ele seja bissexual. O assessor de Maurício também assegura que a história e o personagem terão continuidade.

(fonte: Folha de São Paulo)

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Para comemorar a data de hoje, nossa equipe de comunicação listou alguns dos filmes mais importantes dos anos 80. Confira!

Super Xuxa contra o Baixo Astral

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

"As Aventuras da Turma da Mônica"

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

"Os Saltimbancos Trapalhões"

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

"As Sete Vampiras"

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

"Pixote, a Lei do Mais Fraco"

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Você acha que faltou alguma produção? Escreva pra gente e comente! Partcipe!

Turma do Penadinho em 3D

Continuando o especial de aniversário do maior roteirista e desenhista de quadrinhos do Brasil, apresentamos a mais nova empreitada de Mauricio de Sousa, o desenho animado “A Turma do Penadinho”.

A produção da animação “Penadinho” em computação gráfica já está em processo de escolha das vozes para a dublagem. Criado pelo autor como histórias avulsas no meio do gibi da Turma da Mônica, o personagem secundário ganhou muitos fãs e agora ganhará uma versão animada com 26 episódios.

O novo desenho está sendo produzido no Brasil pelo estúdio Digital 21, em São Paulo, e tem também seu atrativo, os capítulos terminam com clipes musicais inéditos. A arte conceitual, que você pode ver acima, foi feita pelos ilustradores Sandro e Pedro Vergani.

Esta não é a primeira série produzida com a turminha do cemitério. A primeira série do fantasminha teve sete episódios, feitos em Flash, todos disponíveis gratuitamente no site oficial da Turma da Mônica. O grande atrativo destas histórias era que cada capítulo tinha três finais alternativos.

Depois, entre 2000 e 2001, os personagens do ‘terrir’ (terror com humor) ganharam uma segunda série produzida pela Rede Globo. Exibida dentro do programa “Bambuluá”, com Angélica, ela utilizava de bonecos e fantoches para representar a turma do Penadinho. Valeu a pena pela novidade e também pela qualidade do roteiro.

Assista a seguir a abertura da animação em 3D do Penadinho:

E falando em cemitério, fantasmas, vampiros, monstros… Você está pronto pro Halloween Trash?

Serviço: Show do grupo Massacration – Halloween Trash 80’s na The Week
Local: The Week
Endereço: Rua Guaicurus 324, próximo ao terminal Lapa de ônibus, São Paulo (SP)
Quanto: Antecipado, R$ 25. Porta, R$ 35

Dia: 30 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br
Site: http://www.trash80s.com.br/halloweentrash/

Lotação: 3000 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Área externa para fumantes / A casa possui estacionamento próprio: R$ 20
Aceita dinheiro e cartões Visa, AMEX e Mastercard (débito e crédito)

(com a colaboração de Tom Marques)