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Uma das maiores bandas de rock dos anos 80 – e símbolo máximo do “Hair Metal” – o Motley Crue deve acabar entre 2014 e 2015. Quem garante isso é o próprio vocalista Vince Neil, que numa recente entrevista chegou até mesmo a comparar a banda com a cantora Cher (que volta e meia resolve fazer uma turnê de despedida mas sempre desiste da idéia).

“Agora é mesmo pra valer. Queremos sair no auge. Não queremos ser uma dessas bandas que ficam tocando em lugares pequenos. Ainda enchemos estádios e arenas e queremos ser lembrados desta forma”, garantiu. Mas os fãs ainda podem contar com um filme sobre a banda e uma última turnê antes do fim.


Um dos maiores ícones da década de 80 sem dúvida nenhuma é a cena heavy metal/hard rock surgida nos EUA naquela época. Inspirados por grandes nomes do gênero nos anos 70 como o Black Sabbath (do Ozzy Osbourne), o metal oitentista por muitas vezes era chamado de “metal farofa”, e também deu origem ao famoso Glam Metal, ou “hair metal”, onde seus músicos abusavam nos penteados bufantes, muita maquiagem e pose de mal.

Seja como for, esta cena metal produziu alguns clássicos imbatíveis daquela década. E pra comemorar o Dia Mundial do Rock nesta sexta-feira dia 13 na Trash 80′s, nada melhor que relembrarmos alguns deles. A seleção começa com a banda Poison e seu “Nothin’ But a Good Time”, depois vai para o Scorpions com “Big City Nights” e termina com Quiet Riot e a ótima “Bang Your Head”. Aumenta o som aí!!


Já pode tirar seu laquê do armário! Acontece no próximo dia 18 de dezembro, um domingo, a primeira edição do evento Metal SP Festival, que tem a proposta de resgatar o heavy metal produzido no Brasil na década de 80. O evento rola no Blackmore Rock Bar, tradicional ponto de encontro de metaleiros da cidade, e terá vários shows de bandas como Vulcano e Salário Mínimo.

E na melhor tradição do metal oitentista, o festival terá também um show de strippers inspirado nos videoclipes lendários do estilo, com garotas tatuadas, cabelos esvoaçantes, muito couro e atitude. Diversos brindes do portal Comunidade Metal SP serão distribuídos durante o evento, que começa às 16h lá na Alameda dos Maracatins, 1.317, no bairro de Moema. Já vai marcando na agenda!

Uma das maiores comédias dos anos 80 (e que muita gente inclusive considera como sendo também uma das maiores de todos os tempos) é “This Is Spinal Tap”, um documentário falso sobre uma banda de rock que nunca existiu. Lançado em 1984 e dirigido por Rob Reiner, o filme realmente funcionava como se fosse um documentário de verdade que cobria a carreira da Spinal Tap, a “famosa” banda de roqueiros malucos.

O filme é inspirado na vida louca que as bandas de heavy metal (e principalmente as de “hair metal”) dos anos 80 levavam, satirizando o mundo do rock pesado com um humor inteligentíssimo. Os atores que faziam parte da banda (Michael McKean, Harry Shearer e Christopher Guest) realmente incorporaram seus personagens e não só tocaram todos os instrumentos como também cantaram de verdade no filme.

Quando foi lançado, muita gente não entendeu que se tratava de um documentário de mentirinha e o filme fez um sucesso apenas mediano – mas com o passar do tempo, ele foi se tornando cada vez mais cult, a ponto de reunir fãs e colecionadores no mundo todo. Hoje em dia, já se fala em lançar uma versão de quatro horas do filme, contendo todas as cenas que acabaram cortadas em 1984!!

Os discos que transformaram Ozzy Osbourne numa verdadeira lenda viva do hard rock (e grande Príncipe das Trevas da década de 80) serão relançados em edições de luxo. “Blizzard of Ozz” (1980) e “Diary of a Madman” (1981), respectivamente seus dois primeiros discos em carreira solo, ganham novas versões com faixas bônus inéditas e vários “presentinhos” para os fãs. Eles poderão inclusive serem adquiridos em vinil ou juntos num box que traz ainda um livro, uma réplica do famoso colar com um crucifíxo que Ozzy sempre usava e também um documentário com várias lendas do hard rock oitentista.

O filme tem cenas do morcegão realizadas entre 1981 e 1982 e depoimentos de gente como Rob Halford (do Judas Priest), Nikki Sixx (do Motley Crue) e o guitarrista Steve Vai. Os dois discos marcam também o trabalho de Ozzy com o guitarrista Randy Rhoads, que faleceu pouco tempo depois do lançamento de “Diary of a Madman”, num dos acidentes mais chocantes daquela década.