
Atenção ouvintes da Rádio Trash, fiquem ligados, as estações de Natal da Rádio Trash já estão em destaque no site com seu novo layout, criado especialmente para este ano.
Clique nas imagens deste post, entre no nosso portal, escolha entre os canais “nacional” e “internacional” do nosso especial natalino e divirta-se com as melhores músicas de final de ano.

Na sexta-feira (06/11) no centro, e no sábado (07/11) na Vila Olímpia, o longa-metragem distribuído pela PlayArte é alvo de ações promocionais exclusivas

Na sexta-feira (06) a Trash 80’s Centro recebe a ação fotográfica “Meu Minuto de Fama”. No lounge do Clube Caravaggio será montada uma parede temática com o logotipo do filme “Fama”, onde os visitantes poderão tirar uma foto que será enviada posteriormente para o seu e-mail. Todos os fotografados ganharão também um ingresso para assistir ao filme nos cinemas.
No sábado (07) a Trash Vila Olímpia também receberá a ação fotográfica “Meu Minuto de Fama”. Mas o especial não para por aí: a noite continua com uma performance no palco do Spazio. Os atores da Trupe Trash se apresentam ao lado da cantora Mari Moi, que vai interpretar a música “Fame”, canção-tema do filme.
Sobre o filme: “Fama”, o clássico musical dos anos 80, ganha nova roupagem nesta moderna adaptação, mostrando os desafios que jovens dançarinos, cantores e artistas enfrentam para alcançar o sucesso, enquanto ainda são estudantes da tradicional escola “New York City High School of Performing Arts”. Estreia nacional dia seis de novembro, somente nos cinemas.
Serviço: Trash 80′s Centro
Local: Clube Caravaggio
Endereço: Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo (próximo ao metrô Anhangabaú)
Quanto: R$ 30. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 25 até a 1h
Dia: 06 de novembro de 2009 – Horário: A partir das 23h
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br
Lotação: 600 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio / Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)
Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.
Dia: 07 de novembro de 2009 – Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br.
Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio / Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

O seriado “Chaves” estreou na televisão brasileira em agosto de 1984, enchendo a tela do SBT com todo o bom humor e alegria de uma turma com tipos bem latinos. Estes personagens voltam à tona neste final de semana na Trash 80′s VO.
No sábado, dia 24 de outubro. o Spazio recebe Cecília Lemes, uma das mais queridas e talentosas dubladoras brasileiras, que emprestou sua voz para Paty (a eterna namoradinha do Chaves) e a implicante e sardenta Chiquinha. A atriz também atacou de cantora na série, eternizando sua voz na música “Peludinho”, interpretada por Maria Antonieta de Las Nieves no original mexicano.
Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.
Dia: 24 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br
Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)
Rola neste domingo véspera de feriado uma edição especial da Trash 80′s no Clube Caravaggio em homenagem ao saudoso músico e humorista Mussum, falecido há quinze anos. No telão, uma mostra dos seus melhores e mais divertidos momentos dentro do clássico programa de TV dos anos 80 “Os Trapalhões”, além de uma decoração típica que deve transformar o espaço do clube num verdadeiro botequim.
Na discotecagem, hits pop da década de 80 (com um bom enfoque no pop rock nacional da época) nas mãos dos DJs Eneas Neto, Tonyy e Chiara vão transformar o nosso Boteco do Mussa no lugar mais fervido de São Paulo!
O preço também é especial: quem imprimir o flyer diretamente do site da festa, paga apenas R$15 de entrada até a 1h da manhã. Ou seja, não tem como perder!!!
A Santa Dose promoverá uma degustação no começo da festa para os clientes que chegarem mais cedo. Tendo como base mel, limão e cachaça, a Santa Dose nasceu para suprir a crescente demanda do público que já estava cansado de beber sempre as mesmas coisas. A bebida surge no mercado com sabor 100% brasileiro, reinventando a tradicional cachaça brasileira.
O Mussum
Nascido Antônio Carlos Bernardes Gomes em 7 de abril de 1941, o carioca Mussum foi membro do lendário grupo de samba Os Originais do Samba, fundado por ele juntamente com um grupo de amigos ainda nos anos 60. O sucesso do grupo, que se apresentava com coreografias originalíssimas e figurino extravagante, fez com que eles inclusive fizessem shows em vários países.
Mussum foi convidado a fazer parte dos Trapalhões em 1969, quando o diretor Wilton Franco o viu cantando no palco. Mussum porém recusa o convite, e só aceita depois que um outro Trapalhão – Dedé Santana – consegue convencê-lo. Foi um tiro certeiro: em pouco tempo, ele já era considerado pela maioria do público como o Trapalhão mais engraçado dos quatro, e seu “legado” continua até hoje, como pôde ser visto nas comemorações dos 15 anos de sua morte, que dominou a atenção de internautas em várias redes sociais e depois se espalhou pela mídia impressa e televisiva. Sua forma característica de falar (colocando as terminações “is” e “evis” nas palavras) é até hoje copiada.
SERVIÇO
Dom – 6/9 – Cacildis! Domingão do Mussum na Trash 80′s Centro
15 anos sem Mussum
Boteco do Mussa, melhores momentos no telão.
DJs: Eneas Neto, Tonyy e Chiara
Onde: Clube Caravaggio
Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro
Para mais informações: (11) 3262-4881 / 3237-0908
Abertura da casa 23h – não é permitida a entrada de menores
Quanto:
com flyer impresso do site – R$15 de entrada até a 1h da manhã
(só valem flyers impressos diretamente do site)
sem flyer ou após a 1h: R$ 30 de entrada
Lista especial para aniversariantes! Ligue para (11) 3262-4881, marque seu aniversário e veja as vantagens.
Por Roberta Ribeiro para Trash 80′s e para Marisa, cabeleireira e amiga de todas as semanas!
Em 3 de novembro comemora-se o Dia do Cabeleireiro. Para quem pensa que cuidar das madeixas é besteira, coisa de gente fútil, fica a dica: se for menino, experimente ficar sem cortar o cabelo durante três meses. Caso seja mulher, pior ainda. Afinal, cheio de pontas e sem tratamento, não há príncipe encantado (ou princesa, vai saber!) que agüente. Por isso, esses profissionais merecem ter, sim, seu dia especial. Afinal, lidar com a moldura do rosto e com a auto-estima alheia não é para qualquer um.
Na década de 80, os cabelos iam de channel ao repicado mais amalucado. Alguns cortes, porém, fizeram história.
O próprio termo “channel” virou moda. Curto, com a nuca à mostra ou quase, reto, ficava muito bem em quem tinha cabelo bem liso. Nos cabelos mais crespos ou ondulados, o volume podia causar o efeito Bozo: armar demais dos lados e virar uma tragédia.
O repicado comportado também fazia muito sucesso. O corte deixava o cabelo em várias camadas sobrepostas e podia ser usado para dar ou tirar volume, dependendo de como era feito. Quem tinha cabelo cacheado fazia para deixar o cabelo ainda mais enrolado. Mas também ficava bom de escova, com as pontas viradas para cima.
E os mullets? Deixava-se o cabelo bem curto na frente e um “rabinho” atrás. Era usado por meninos e meninas e há um tempo até tentou voltar à moda (mas não pegou, por sorte!).
Mais engraçado que isso, só o corte a la Chitãozinho e Xororó. Repicava-se a franja, deixando um arrepiado no topo do cocuruto e um mullet que, quanto mais comprido, melhor era. Xororó só foi desistir desse tipo de madeixa nos anos 90. Espera-se que nunca mais volte com ele.
Esses são apenas alguns exemplos de cortes possíveis. O importante é perceber que cada tipo de cabelo, cada estilo tem seu jeito. Cabelo também vem da personalidade. Por isso, da próxima vez que for ao salão, cumprimente aquele que te deixa mais bonito (a) e feliz!





