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No dia 18/9 a Trash 80′s Vila Olímpia completa 6 anos e pra animar a noite tem um show pra lá de divertido com a banda Quasímodo.

Pra saber mais sobre o grupo, confira a entrevista respondida pelo integrante Ricardo Carneiro:

Como e quando a banda se formou?
A banda se formou de maneira totalmente informal, no ano de 1993. Era uma reunião de amigos com vontade de fazer um show anárquico. A ideia era tocar músicas consideradas ‘de mau gosto’ (disco, brega, pop…), usar fantasias, improvisar, atuar, enfim, fazer uma bagunça! O cenário musical na época estava sério demais…

Quem batizou a banda? Como foi?
A banda foi batizada pelos fundadores, usando o nome do corcunda de Notre Dame do livro de Victor Hugo (ele se chama Quasimodo). A ideia é a de que o corcunda é um cara horrível na aparência, e por isso todos tinham medo dele – mas ele acaba provando ser um cara bacana, um bom coração. É uma brincadeira com o fato de que a anarquia da banda assustava de início mas depois todos gostavam.

O que trariam para os dias de hoje se pudessem voltar aos anos 80?
Cada um da banda terá uma resposta diferente, no meu caso com certeza seria o Atari!

Quais as 3 músicas que não podem faltar no repertório da banda?
“Footloose”, “Gilrs Just Wanna Have Fun” e “Fórmula do Amor”.

O que esperam para o show que farão no aniversário da Trash 80′s Vila Olímpia, no sábado, 18/9?
Mesmo com 16 anos de banda nós temos o privilégio de ainda sermos grandes amigos e nos divertirmos muito no palco. Esperamos encontrar um público afim de se divertir com a gente! De dançar, participar, cantar, enfim, de entrar na bagunça… tenho certeza que a Trash 80′s tem o mesmo espírito, uma festa que já tem bastante estrada e não perdeu o senso de humor. Acho que será um encontro bem bacana, Quasímodo e Trash 80′s!

Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia – 6 anos!
Quando: Sábado, 18/9, a partir de 23h.
Local: Spazio – Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até as 3h.
Para camarotes, ligue para 11 3044-0601.
Para reservas, envie e-mail para vo@trash80s.com.br até as 16h da véspera da festa. Reservas sujeitas a disponibilidade.
DJs: Catatau e Wander Yukio
Hostess: Tancinha, por Darwin Demarch
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br.
Site: http://www.trash80s.com.br/vo
Classificação etária: 18 anos
Ar-condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Ela virou celebridade e ganhou fama por ser corinthiana roxa e não ter papas na língua. Nesta sexta, 25/6, a Vovó do Pânico será nossa DJ convidada na edição futebolística da #twittertrash.

Nossa festa é baseada em músicas pop dos anos 80. Você se lembra de alguma coisa daquela década ou sua idade avançada não permite?
Naquela época eu tinha uns 40 anos. Lembro mais ou menos, viu? Minha vida era tão complicada naquela época, com filho pequeno pra criar, não tinha as facilidades que tem hoje.

Pra você, quem é a velhinha mais ‘bem acabada’ da música atualmente, a Madonna ou a Xuxa?
Geralmente eu não gosto muito de nenhuma das duas, mas a que está melhor acho que é a Madonna.

Que tipo de música um corinthiano de verdade escuta? E a vovó, o que escuta quando está em casa?
Normalmente corinthiano gosta de samba, música de carnaval, samba-enredo e tem uns que gostam de funk, mas são poucos, eu acho. Em casa gosto mais de música romântica, Jair Rodrigues e… ai, como é o nome daquele outro? Ih, a memória tá ruim mesmo. (risos)

Você pretende tocar o hino do corinthians na Trash?
Olha, eu tava pensando em tocar, mas acho que vou levar ovada, o povo vai vaiar, não sei… melhor respeitar. Se bem que o pessoal pode gostar também, né? Vamos ver.

De onde você arranja inspiração pra falar tanto palavrão? Todo corinthiano é boca-suja?
Não, nem eu sou, viu? Na verdade a minha irmã é mais bocuda e até brinca que a boca-suja é ela e eu que ganho a fama. Mas não sei se todo corinthiano é boca-suja…
Hoje em dia tudo é festa, tudo é lucro, né?
A gente vê tanta desgraça na TV, morte, violência… Palavrão mesmo é o que os políticos fazem, isso sim.

E como começou essa história de aparecer no Pânico na TV?
Eu frequento a quadra da Gaviões da Fiel. Gosto de carnaval e das músicas antigas que tocam no começo do ensaio, como samba, choro, essas músicas mais antigas. E lá eu vou zuando com todo mundo. A Sabrina Sato desfila na Gaviões e um dia ela me procurou lá, perguntou de “uma senhorinha de cabelo branco, magrinha…” Aí ela veio falar comigo e perguntou se eu iria num jogo do Corinthians com ela e eu fui. Aí tava lá o Alfinete… eu nem sabia, nunca tinha visto esse programa (risos)… Aí depois disso foram me chamando…

E aí a senhora ficou famosa?
Ai… eu ainda me sinto muito esquisita com isso. O pessoal me para na rua, fala comigo, mas sempre com respeito. Ainda estou me acostumando.

Nossa festa tem como inspiração o Twitter. Diga algo para seus fãs que te seguem!
A minha netaiada, né? Não faz mal que é são-paulino, palmeirense, flamenguista, do Vasco, não importa, são todos netos. Amo todos! Que todo mundo seja muito feliz, sem brigas nas torcidas, sem violência, que todos se respeitem. E quem não quiser assim, que vá pra puta que pariu!

Confira a entrevista concedida pelo vocalista da Banda Viva Noite para a Trash 80′s. Muito Bacana!

Lembrando que o grupo se apresenta neste sábado (19) na Trash Vila Olímpia. Não perca!

Como e quando surgiu a ideia de formar Banda Viva Noite?
A Banda Viva Noite surgiu no final de 2002. Nós, integrantes da banda, amigos há muitos anos, nos reunimos para uma festa quando alguém encontrou uma fita do grupo Dominó. Colocamos no toca-fitas e percebemos que as pessoas cantavam as músicas e quando a fita acabou a festa praticamente acabou junto… Aí veio a pergunta: por que não montarmos uma banda disso? Foi aí que tudo começou.

Qual o segredo do destaque alcançado pela Banda, considerando a enorme quantidade de grupos que se formam para fazer rivivals da década de 1980?
É muito difícil falar de si mesmo, mas acredito que o pioneirismo da banda em fazer esse tipo de som ajudou muito. No começo era muito difícil vender show para qualquer casa noturna ou festa, éramos ridicularizados, ninguém acreditava que poderia dar certo, nem os amigos. Tivemos que montar uma festa mensal e bancá-la na cara e na coragem. Fora isso, a gente gosta do que faz, gostamos das músicas e fazemos com verdade. Isso tudo que passamos mostra que só gostando mesmo pra seguir em frente. Agora existem várias bandas… o caminho foi aberto por nós como banda e pela Trash 80′s como festa. Depois da porteira aberta a “boiada” passa…

Já que estamos falando da década perdida, o que, na opinião do grupo, marcou essa época?
Nossa, são inúmeras coisas… no nosso caso a música fala muito alto, adoramos tudo referente aos anos 80, nas tardes de Chacrinha ou nas noites com Viva Noite, todas as bandas da época foram icríveis e com uma sonoridade ímpar. É impossível e injusto falarmos de uma ou outra… Vivenciando tudo isso novamente a gente se lembra das comidas, brinquedos, parques, roupas, estilos o tempo todo. E adoramos tudo.

Nos anos 80 todos vocês já queriam ser ou já eram músicos?
No meu caso, do Dino e do Maurício acredito que sim. Eu, particularmente, sempre vi meu irmão ensaiar com a banda do colégio covers do Duran Duran, Lobão, Metrô, Kid Abelha, Billy Idol, The Police etc…
O Dino ja tocou com o Lobão nos anos 90 e é filho do Dino da dupla Dino e Dener, da jovem guarda, por isso desde pequeno tem uma influência forte musical. Os demais músicos atuais são mais novos e alguns nem eram nascidos. Nossa banda é tipo Menudo, já mudamos algumas formações devido a idade muito avançada de alguns integrantes hehehehe…

Como é pra vocês trazer de volta as canções de um tempo que marcou e divertiu a vida de tantas pessoas?
Divertiu a nossa muito, por isso é incrível trazer isso de volta e saber que muita gente se identifica com tudo o que também vivenciamos nos anos 80.

O que acham da proposta da festa Trash 80′s?
A Trash sempre foi incrível, foi pioneira e definiu um movimento revival no país inteiro chamado “trash”.
No começo muitas casas usavam o nome da festa e até tivemos algum desentendimento quanto ao uso do nome nos shows da banda, porém, era algo que fugia às nossas forças pois quando chegavámos pra tocar em algumas cidades o nome “trash” já estava sendo divulgado devido a força da Trash 80’s, que redefiniu um movimento. Sem contar na galera que faz a Trash e que frequenta, são incríveis e nos fazem sentir em casa.

E o programa Pânico na TV, como aconteceu a parceria?
Desde o começo sempre levamos nomes e alguns até mesmo “esquecidos” da música nacional para participar do nosso show. Após 1 ano levando nomes como, Simony, Ovelha, Genghis Khan, Marquinhos Moura, Perla, Fofão, Bozo (Arlindo Barreto), Mara Maravilha, Polegar, Afonso (ex-Dominó), Trio Los Angeles, Sergio Malandro entre muitos outros, o cantor Nahim foi ao programa Pânico de rádio e disse que tinha uma banda e que queria ir no programa de TV… eles convidaram e nós fomos para fazer primeiramente o musical com o Nahim. Chegando lá devidamente fantasiados de Bozo e Paquitas, eles acharam interessante fazer todas as saídas e entradas de bloco conosco, com algumas vinhetas. Estamos lá até hoje.

Deixem uma mensagem para os “trashers” e amantes da década de 80.
Aproveitem muito os anos 80 e nunca deixem esse movimento acabar, mostrem aos seus filhos a alegria que aqueles anos nos proporcionaram, o que de bom trouxeram para os dias de hoje.
E venham sempre curtir a Banda Viva Noite e a Trash 80’s. Bitoca no nariz de todos… Junior Joe (Bozoca).

vendraminiblog

De passagem pela Trash 80′s Vila Olímpia, onde arrasou como DJ convidada, a linda Luciana Vendramini bateu um papo com Diego e Amanda, integrantes da Trupe Trash e estagiários em entrevistas. Confira:

E para tirar qualquer dúvida que ainda restava, não, ela não foi Paquita! O vídeo abaixo traz a participação dela nos testes de seleção. Agradecimentos especiais ao pessoal do Blogger Xuper.

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A NGT é uma emissora de televisão alternativa, que foge das tradicionais programações de canais populares, quase sempre com formatos parecidos. Em São Paulo, a Rede pode ser sintonizada no canal 48 UHF ou 47 digital.

Uma equipe da emissora esteve na festa de sábado (13), captou imagens e entrevistou o público. A nossa querida Nany People, que estava por lá, também falou com eles. A matéria vai ao ar nesta terça-feira, 16/2, às 14h.

Se você tem acesso ao canal, fique ligado!