Mais uma excelente notícia para os noveleiros de plantão! A Globo vai lançar em DVD as novelas “Dancin’ Days” e “Que Rei Sou Eu?” nas prateleiras das lojas muito em breve. O lançamento destas produções vem tentar combater a pirataria que rola solta na Internet nos últimos anos – já existem vários sites onde é possível baixar as mais famosas novelas antigas do canal, gravadas por fãs em VHS na época em que foram ao ar.

“Dancin’ Days”, de 1976, foi um marco na TV brasileira. Escrita por Gilberto Braga e com Sonia Braga como estrela, foi a principal responsável por fazer a disco-music virar uma enorme febre no Brasil – uma vez que o personagem de Sonia, uma ex-presidiária, arrasava nas discotecas para se esquecer dos problemas. Já “Que Rei Sou Eu?” foi uma divertida comédia de 1989 que beirava o absurdo, contando a história de um país imaginário que vivia em 1786, três anos antes da Revolução Francesa. “Dancin’ Days” entra em pré-venda já no próximo mês.
Tá pensando que Madonna foi a primeira diva super sexy da dance music? Engano seu! Nos anos 70, a atriz pornô Andrea True também se aventurou no mundo da música pop e acabou lançando um dos maiores clássicos da disco music de todos os tempos: a faixa “More, More, More!”. O disco saiu em 1975, quando a disco ainda estava começando a pegar fogo, mas logo tomou conta das pistas no mundo todo.

Andrea começou no cinema pornô em 1973, e participou de mais de 60 filmes, se tornando uma das atrizes mais bem pagas do mercado naquela época. Em 1975, formou o grupo Andrea True Connection, que, além de “More, More, More!”, também teve vários outros sucessos como “N.Y., You Got Me Dancing”, “Party Line” e “What’s Your Name, What’s Your Number”. Suas apresentações eram bem sexy, mas nada de muito abusado – Andrea estava mesmo interessada em seguir uma carreira séria. Lançou apenas três discos (o último em 1980) e depois sumiu completamente do mapa – hoje em dia ela leva uma vida bem pacata e longe de qualquer badalação no interior dos EUA.
Nesta sexta-feira o palquinho da Trash vai ter um repeteco de uma das performances mais legais que aconteceram nos primeiros anos da festa, reunindo o DJ Tonyy e Alisson Gothz ao som do clássico da disco music “Automatic Lover”. A música, de 1978, foi um enorme sucesso na época – muito disso graças à figura exótica da cantora inglesa Dee D. Jackson, que abusava das roupas extremamente sexy e cheia de inspirações futuristas.

“Automatic Lover” fez parte do disco “Cosmic Curves”, que funcionava como uma espécie de historinha, onde Dee D. Jackson era uma heroína que ia em busca de amor num mundo distante. Ao vivo, Dee D. sempre interpretava a faixa acompanhada de um robô prateado, o que obviamente acabou virando um videoclipe que é até hoje cultuado pelos fãs de cultura pop.
Depois de “Cosmic Curves”, ela lançou outro disco na mesma linha que também vendeu bem, mas que já não tinha tanto apelo da ficção-científica. Com a chegada dos anos 80 – e o final da febre da disco music – Dee D. acabou perdendo espaço e meio que sumiu do mapa, mesmo tendo gravado outros discos até 1986. No final dos anos 90, ela começou a fazer participações especiais em programas de TV sobre os anos 70 e também a produzir faixas para outros artistas – além de fazer algumas participações como vocalista em projetos de dance music. Quem quiser saber mais sobre ela, pode visitar seu site oficial http://www.thefantastic.net/

A notícia triste da semana é o fato de Nile Rodgers, criador e guitarrista da banda Chic (e prolífico produtor) estar travando sua luta contra o câncer. Em seu blog pessoal, o música confirmou que descobriu a doença em outubro do ano passado e que infelizmente está um estágio um pouco avançado – mas que ele já realizou uma cirurgia radical para retirar por completo o tumor. Desde então, Nile tem recebido mensagens de apoio de todos os lados, inclusive de músicos famosos como David Bowie – do qual ele produziu dois de seus discos de maior sucesso.

Nile formou o Chic em 1975 e desde então a banda se tornou referência mundial em música black, misturando funk, soul e disco num estilo absolutamente único. Quem nunca dançou sucessos como “Le Freak (C’est Chic)”, e “I Want You Love” que atire a primeira pedra!! Com o final da banda, o músico passou a produzir discos para outros artistas, incluindo ai nesta lista o álbum “Like a Virgin” da Madonna e “Notorious” do Duran Duran – apenas para nomear alguns. Desejamos muita sorte para ele!!!
Faleceu no último dia 30 de dezembro o cantor e bailarino Bobby Farrell, mais conhecido como o vocalista da banda Boney M., um dos maiores sucessos dos anos 70 e início dos anos 80. Bobby estava fazendo alguns shows na Rússia quando começou a passar mal e foi encontrado já sem vida em seu apartamento, vítima de problemas cardíacos.

O Boney M. ficou conhecido no auge da febre da disco music nos anos 70 especialmente por causa da performance de Bobby, que dançava de um jeito único e super divertido. A banda era famosa por músicas dançantes que marcaram época e são sucesso nas pistas até hoje, como o clássico “Daddy Cool” – apelido que Bobby carregou consigo até sua morte.




