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No Dia Internacional da Mulher, a Trash 80′s tem programação especial. Além de uma DJs nos picapes, Chiara Rodello, os sets trazem muitas músicas com vozes femininas mostrando que elas sempre estão presentes na nossa pista. de Madonna a Paula Toller, dos grupos Sempre Livre e Bangles às roqueiras Joan Jett e Chrissie Hynde, todas estarão dando pinta por lá.

Os meninos também não ficam de fora e reforçam a campanha do Banco Mundial, “Homem de Verdade Não Bate em Mulher”. Na semana passada dezenas de rapazes participaram da ação fotográfica que a Trash 80′s promoveu e o resultado estará hoje nos telões. Também rola uma performance especial representando a diversidade feminina da Trash.

Tem promoção especial, claro: as meninas que chegam até meia-noite entram VIP. Depois desse horário pagam R$ 25 de entrada ou R$ 60 de consumo até 3h. Não dá pra perder!

8/3 – Sexta – Dia Internacional da Mulher
Mulheres entram VIP até meia-noite e depois pagam R$ 25 de entrada ou R$ 60 de consumo até às 3h
Homenagens especiais
DJs Chiara Rodello e Eneas Neto

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Trash 80′s
Quando:
Sexta, 8/3, a partir das 23h
Onde: Clube Caravaggio – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo
Quanto: R$ 35. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 30 até às 3h
Com Cartão de Fidelidade Clube Caravaggio/Trash 80′s, R$ 20
Reservas: reservas pelo site www.trash80s.com.br até às 16h do dia da festa (ou da véspera, no caso das festas que acontecem aos sábados e nos feriados oficiais). Reservas sujeitas a disponibilidade.
DJs: Chiara Rodello e Eneas Neto
Hosts: Paula Funny e Cristiano Pereira
Informações: (11) 3262-4881 / (11) 99162-8588 ou clique aqui.
Classificação etária: 18 anos
Ar-condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Lançada em 1989, a faixa “Woman in Chains” foi um dos maiores sucessos do duo Tears For Fears, e tornou-se um clássico graças a sua mensagem pró-direitos das mulheres. A música tinha também o cantor Phil Collins tocando bateria e os vocais da diva Oleta Adams, que depois teria uma bem sucedida carreira solo.

A letra fala não apenas sobre feminismo, mas também usa como exemplo algumas sociedades onde as mulheres são o centro e como nelas o índice de violência, preconceito e agressividade são bem menores. O videoclipe mostra cenas de um relacionamento abusivo entre um boxeador e sua namorada stripper.

Em sua carreira como cantora, Olivia Newton-John lançou vários clássicos como “Physical” e “Magic”, mas também gravou outros hits que são muito legais e que nunca chegaram exatamente aos topos das paradas. A faixa “Heart Attack”, apesar de um pouco esquecida hoje em dia, chegou ao terceiro lugar na parada americana e fez tanto sucesso que impulsionou uma turnê mundial.

“Heart Attack” foi uma das duas faixas inéditas gravadas por ela especialmente para a coletânea chamada “Olivia’s Greatest Hits Vol. 2″, lançada em 1982. A outra faixa, “Tied Up”, fez um relativo sucesso nas rádios. A coletânea tinha também duas faixas da trilha do filme “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” e mais três de “Xanadu”.

Muita gente acha que “Heart of Glass” foi o maior sucesso do Blondie, capitaneado pela fabulosa Debbie Harry. Mas pelo menos em termos de vendagens, a faixa “Call Me” venceu e virou o compacto mais vendido da carreira da banda, chegando no primeiro lugar das paradas americana e inglesa no ano de 1980.

Produzida pelo mago Giorgio Moroder, “Call Me” foi incluída também na trilha sonora do filme “Gigolo Americano”, e apesar de todo sucesso nunca ganhou um videoclipe oficial. Existem porém duas versões: uma com imagens editadas de Debbie e a banda em diversos momentos de sua carreira, e outro meio esquisito, com um taxista rodando as ruas de Nova York. Seja como for, esse é um clássico pra ninguém botar defeito!

Continuando a celebração do Dia Internacional da Mulher que ocorre essa semana na Trash 80s, nada melhor do que lembrarmos três grandes hits de nossas musas que traziam mensagens feitas especialmente para as elas. O rock sempre foi usado como plataforma para exigir mais respeito e igualdade de direitos, em outras vezes serviu também para estimular as próprias mulheres para terem mais auto-estima e se valorizarem, e fora com esse papo de “precisar de um homem para ser feliz”.

Um destes grandes hits foi a ótima “I’m Every Woman”, da Chaka Khan, lançada em 1978 e depois remixada em 1989. Outro exemplo é “Express Yourself”, da Madonna, que gravou vários outras faixas com o mesmo tipo de mensagem. E pra fechar, “Sisters Are Doin’ It for Themselves”, um dueto entre o duo Eurythmics e a Rainha da Soul Music Aretha Franklin, lançado em 1985.