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Chiquinha no "Pânico na TV"

A dubladora Cecilia Lemes, a voz da Chiquinha, conversa com o pessoal do Pânico

Neste domingo,20, o programa “Pânico na TV” (Rede TV!) mostrou um encontro de fãs e dubladores do seriado mexicano “Chaves”, realizado em São Paulo.

E durante o programa Zina, Alfinete e Sabrina encontraram dois atores que estiveram na Trash 80′s em 2009: Cecília Lemes (a voz da Chiquinha) e Gustavo Berriel (o Nhonho atual).

Dublador atual do Nhonho no "Pânico"

O dublador Gustavo Berriel, voz do Nhonho e do Jaiminho, conversa com Zina, Alfinete e Sabrina

Durante o evento, os fãs de “Chaves” compareceram fantasiados e fizeram uma campanha para que o SBT volte a exibir os chamados “episódios perdidos” de “Chaves” e “Chapolin”, capítulos que estão há muitos anos fora do ar, sem qualquer tipo de explicação.

Se você não viu a matéria, sexta-feira (25) tem reprise às 22 horas na Rede TV!, mas se você não quer esperar tanto, temos sempre a opção do YouTube. Confira!

Malicha e Chaves

Hoje (24) a Trash VO recebe como DJ convidada a dubladora Cecília Lemes, que faz até hoje a voz da personagem Chiquinha no seriado “Chaves”. Cecília começou dublar a filha do Seu Madruga no final dos anos 80, quando a atriz Sandra Mara (sua voz original) se mudou para a Itália. Antes disto ela era responsável pela dublagem da Paty, a namoradinha do Chaves.

Mas o que pouca gente sabe (ou se lembra) é que Cecília também dublou a personagem Malicha, chamada de Malu na versão nacional. A sobrinha do Seu Madruga surgiu na temporada de 1974, quando Maria Antonieta de Las Nieves (interprete da Chiquinha) abandonou a série por um ano. Interpretada por Maria Luisa Alcalá, a menina era extremamente sapeca e gravou diversas cenas no lugar da “prima” famosa.

Os episódios com Malicha só foram exibidos nos anos 80 e constam na lista dos “episódios perdidos” da Turma do Chaves. Junto com eles se encontram versões alternativas de capítulos clássicos e outros que contam com outros personagens diferentes, como o Seu Madroga, o primo do Seu Madruga.

Graças ao programa “Falando Francamente”, que era apresentado por Sonia Abrão no SBT, foi possível rever nos anos 2000 trechos do episódio “Caçando Lagartixas”, estrelado por Malicha e dublado por Cecília. Confira!

Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.
Dia: 24 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br.
Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Cecilia Lemes no evento Anime Dreams

No dia 24 de outubro. A Trash 80’s VO recebe Cecília Lemes, uma das mais queridas e talentosas dubladoras brasileiras, que emprestou sua voz para Paty (a eterna namoradinha do Chaves) e a implicante e sardenta Chiquinha. Sua interpretação também marcou presença na versão brasileira da Dona Neves e da Bruxa Baratuxa. Ela se apresenta pela primeira vez como DJ de uma casa noturna, fazendo os fãs do seriado se lembrarem ao vivo das travessuras da filha do Seu Madruga.

Cecília também dublou outros ícones da década de 80 como o Bebê Coração Rosa de “Ursinhos Carinhos”, Norma Arnold em “Anos Incríveis”, Harriet em “Super Vick”, Morticia em “A Família Addams” (série clássica), Key (“Jiraya”), Lady Diana (“Jaspion 2: Spielvan”) e Anri (“O Fantástico Jaspion”). A atriz atenderá os fãs com sua habitual simpatia, tirará fotos, dará autógrafos e vai agitar pra valer a noite dos “Chavesmaníacos”. Abaixo você confere uma entrevista feita com a simpática artista.

Cecilia Dublando - Foto: Arquivo Pessoal

Cecília como você começou a dublar o seriado “Chaves”?
Cecília Lemes – Na TVS, que hoje é o SBT, nós éramos contratados e escalados conforme a necessidade e infelizmente não comecei a Chiquinha, mas depois ganhei este presentão quando a Sandra Mara (a dubladora original da personagem) foi pra Itália. Estava no corredor quando o Marcleo Gastaldi (dublador do Chaves e diretor artístico) me pegou e falou “Cecília vem dublar uma coisa aqui” e era a Paty. Pra falar a verdade eu achei muito estranha a série e falei “nossa ninguém vai assistir”. Era uma produção muito pobre, era tudo no estúdio, aqueles sapatos deles batendo ali no chão, era tudo muito falso, muito estranho. Mas depois você vai se encantando com a meiguice do Chaves, o amorzinho da Paty por ele, a Chiquinha morrendo de ciúmes e aquilo tudo me cativou e eu falei “poxa, tomara que as pessoas gostem” e realmente foi um sucesso, gostaram até demais. Bom, mas fui dublando a Paty, quando o Marcelo me falou “Cecília a Sandra foi pra Itália, agora você vai dublar a Chiquinha” e eu ainda contra argumentei “Marcelo, eu já faço a Paty, gosto da personagem” e ele me falou que a Chiquinha era maior, que eu ia gostar e realmente ele estava certo, na época eu fiquei meio chateada, mas hoje em dia eu gosto muito mais da Chiquinha e a Leda Figueiró também fez uma ótima Paty no meu lugar.

E pra você foi complicado substitui a Sandra? O público as vezes chega a confundir o trabalho das duas na televisão…
CL – Às vezes eu me confundia na televisão de casa e me perguntava “perai esta é da Sandra Mara ou é minha”. Mas quando fizemos juntas a novela Betty, a feia da Rede TV! dava pra perceber bem a diferença. Cada uma faz seu estilo, pois quando você dubla você escuta o original, então você vai muito pelo som original. Os dubladores não gostam muito que use esta palavra, mas a gente tem que imitar, chegar o mais próximo, o mais parecido possível, o mesmo quando você substitui alguém. Então você vai ouvir e tentar chegar o mais próximo, então eu ouvia a vovó falando e tentava chegar próximo possível daquilo que a atriz tinha feito na tela. Você pega o jeitinho, as entonações, vai muito pela carinha, então o segredo da dublagem é isso, respeitar o trabalho original.

E como era o choro da Chiquinha? Muitos observam ai sua diferença para a Sandra. Foi difícil de dublar?
CL – Bom, no original ela falava todas as vogais. Era muito difícil e ficava tão forçada, que apesar dela falar as vogais eu ficava na vogal A, era mais fácil. E no choro alguns observam algumas diferenças entre eu e a Sandra Mara, uma voz era mais aguda. Acho que o da Sandra era um pouquinho mais pro agudinho. Era mais esta diferença. Mas eu lembro que o diretor, que na época era o Marcelo Gastaldi, foi quem me falou pra não fazer as vogais e ir mais só na repetição da letra A.

Você não dublou Chespirito para a CNT, onde a Sandra voltou a fazer a personagem, mas redublou na versão para o SBT, como foi isso?
CL – O Silvio Santos quando comprou a série ele exigiu as vozes originais e no caso da Chiquinha teve este problema porque a Sandra tinha começado, ai eu fiz todo o resto e ela depois fez pra CNT e ele falou “não, eu quero quem fez mais tempo, quero a Cecília”. Mas eu não sabia disso, só soube depois que comecei a fazer e claro fiquei muito feliz.

Teve algum momento da dublagem que te marcou mais?
CL – Teve claro, eu não vou saber fazer agora, mas foi quando ela canta pro cãozinho dela o Peludinho, desse episódio eu lembro muito, não lembro a letra porque seria exigir muito da minha cabeça. Mas eu lembro muito desse amor dela pelo animalzinho que é algo que eu também tenho pelo meu cachorrinho, que alias esta hora deve estar lá morrendo de frio sozinho em casa tadinho (risos).

Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.

Dia: 24 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br.
Site: www.trash80s.com.br/vo

Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

O elenco original do programa - Arquivo Pessoal

Muito antes de “Pequenos Brilhantes” e “Gente Inocente” virar moda nos anos 1990, o programa infantil “Zás Trás” foi um sucesso na década de 1960. Exibido no fim da tarde, a atração tinha auditório e era dirigido por Renan Alves. Os desenhos animados eram apresentados por Márcia Cardeal, a Tia Márcia, que contava com a ajuda das “crianças prodígios” da época. Que agora cresceram e tornaram-se adultos das mais variadas profissões, que fizeram uma emocionante reencontro em 2008.

O reencontro de parte do elenco do "Zás Trás" em 2008 - Arquivo Pessoal

Dentre todos eles, o destaque fica para Cecília Lemes, a dubladora da Chiquinha. A pequena atriz que ajudava a Tia Marcia na TV Paulista, atual TV Globo, cresceu e apareceu. E reencontro marcante com Márcia Cardeal ficou registrado para sempre.

O reencontro de Cecília Lemes com a Tia Márcia - Arquivo Pessoal

Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.

Dia: 24 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br.
Site: www.trash80s.com.br/vo

Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

A atriz e dubladora Cecilia Lemes

O seriado “Chaves” estreou na televisão brasileira em agosto de 1984, enchendo a tela do SBT com todo o bom humor e alegria de uma turma com tipos bem latinos. Estes personagens voltam à tona neste final de semana na Trash 80′s VO.

No sábado, dia 24 de outubro. o Spazio recebe Cecília Lemes, uma das mais queridas e talentosas dubladoras brasileiras, que emprestou sua voz para Paty (a eterna namoradinha do Chaves) e a implicante e sardenta Chiquinha. A atriz também atacou de cantora na série, eternizando sua voz na música “Peludinho”, interpretada por Maria Antonieta de Las Nieves no original mexicano.

Serviço: Trash 80′s Vila Olímpia
Local: Spazio
Endereço: Rua Julio Diniz, 176, Vila Olímpia – São Paulo (SP)
Quanto: R$ 30. Com reserva, flyer ou carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 25 até a 1h. Com nome em lista de aniversário, R$ 20 até a 1h.

Dia: 24 de outubro de 2009
Horário: A partir das 23h.
Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br

Lotação: 800 pessoas
Classificação etária: 18 anos
Ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)