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Dois arianos que foram grandes ícones no Brasil durante a década de 80 com certeza fazem muita falta. O comediante Chico Anysio nos deixou em março de 2012, mas seus lendários personagens vão continuar pra sempre na memória de todos nós. Afinal de contas, que consegue se esquecer do Nazareno gritando “Calaaaada!” pra sua mulher, ou o Bento Carneiro, o vampiro brasileiro??

E quem era nascido naquela época com certeza deve ter passado várias manhãs de domingo com a carinha colado na tela da TV pra assistir ao Ayrton Senna ganhar mais uma importante corrida. Ele nos deixou em maio de 1994, mas também é lembrado por seu talento no volante até hoje.


Ayrton Senna completaria hoje 52 anos. Foi um dos maiores ídolos do esporte no Brasil, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Sua morte prematura chocou a todos.

Ele sempre estará na nossa memória e hoje recebe parabéns especial de todos os fãs e trashers!

O esporte no Brasil é marcado pelo futebol, mas na década de 1980 todo mundo levantava no domingo de manhã para ver na TV as manobras, ultrapassagens e loucuras do automobilismo. Um piloto carismático, audacioso e sem limites surgiu em 1984 e fez o país vibrar ainda mais: o Ayrton Senna.

Sexta-feira, 12/11, a história de Ayrton Senna da Silva chega aos cinemas. São mais de cinco mil horas de imagens do arquivo da família. O documentário mostra o início da carreira do piloto no kart, o início na Fórmula 1, em 1984, e sua morte em Ímola, em 1994. E claro, as vitórias emocionantes e os campeonatos de 1988, 1990 e 1991.

Outro destaque no filme é a rivalidade de Senna com Alain Prost, ex-companheiro na McLaren. Há também cenas das reuniões de pilotos, depoimentos e uma participação no programa ‘Xou da Xuxa”, quando ainda namoravam. Será que é aquela cena dos beijinhos no Natal de 1988?


A direção é do inglês Asif Kapadia e é produzido pela Universal. O documentário tem 1h47 de duração e chega a 111 salas de cinema do país.


Nem sempre o ponto mais alto do pódio garante lugar na lembrança dos aficionados pelo esporte. Um grande time, o momento de mestre dentro de uma partida ou a luta incessante pela vitória – mesmo que muitas vezes não alcançada – são imagens que ficam eternizadas. Até a década de 70, o Brasil era o país do futebol e a paixão era somente a “seleção canarinho”. Abrindo o leque, alavancado pelos bons resultados em outros esportes, esse quadro mudou já na década de 80. Longe dos gramados, os corações verde-amarelos passaram a bater forte com a aparição de novos ídolos em suas categorias.

Bernard, Renan, Montanaro, William, Xandó e Amauri eram parte da gloriosa geração de vôlei que conquistou a primeira medalha  – neste, de prata – do Brasil em Jogos Olímpicos. Comandados por Bebeto de Freitas, os meninos chegaram à final em Los Angeles e perderam para os donos da casa, os norte-americanos. Mesmo assim, fizeram bonito e despertaram interesse nos brasileiros a respeito do esporte. Se você tem mais de 30, é bem provável que tentou imitar o famoso saque “Jornada nas Estrelas” criado do Bernard.

Antes de Senna ser campeão na Fórmula 1, Emerson Fittipaldi já era bi e Piquet tri. Mas foi com Ayrton que o brasileiro passou a acompanhar as corridas nos domingos de manhã. Carismático, Senna foi alçado   ao título de ídolo. Neste vídeo de 1988 vemos a última volta no GP do Japão, aquela que conferiria a ele o primeiro título na modalidade.

Na Olimpíada de Seul, o único ouro para o Brasil foi entregue a Aurélio Miguel. Em final com o alemão Marc Meilling na categoria meio-pesado, o judoca consagrou o esporte em terras tupiniquins. No pódio, o choro veio e foi acompanhado por milhões de brasileiros. Bastou para que escolinhas da arte marcial proliferassem pelo país.

O basquete não deve e nem pode ficar de fora. Na equipe feminina , Paula e Hortência, além de ícones, tornaram-se exemplos que estimularam as novas gerações. Como esquecer a vitória arrasadora contra as cubanas no Pan de 1991? Tal feito também serve para Oscar e cia., que deixaram os americanos boquiabertos após derrotarem o time da casa, no Pan de Indianápolis de 1987.

Ok, a seleção de 1982 não venceu a Copa do Mundo. No entanto, a equipe até hoje é uma das mais elogiadas pelos especialistas. Só craques! Com Sócrates, Zico e Falcão à frente do time, não tinha pra ninguém. Aliás, tinha sim. Paolo Rossi, o atacante italiano, arrasou a nação e barrou o Brasil em jogo contra a Itália. Ao fim da competição, ocupamos o quinto lugar. Mesmo assim, o que fica são belíssimas imagens como no vídeo abaixo.