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Curiosidade: As melhores frases do Pica Pau

Pica Pau

Ele foi criado nos anos 1940, mas foi na década de 80 que ficou famoso no Brasil. Estamos falando do Pica Pau, que por anos foi estrela no SBT (nos programas do Bozo, Sérgio Mallandro e Mara Maravilha), passou pela Globo (na “TV Globinho”) e atualmente tem seu próprio horário na Rede Record.

O que o pássaro tem de bom? Bem, além de ser um desenho muito divertido, ele é “anarquia pura”, o que era muito bem vindo nos anos 1980. Era uma época de transformações para o Brasil, com o fim da ditadura e o embrião dos “caras pintadas” ganhando vida. As maluquices do Pica Pau, que vivia intensamente e sem limites, só ajudava a incentivar os jovens a exigirem respeito e ganharem as ruas.

Por estes – e tantos outros motivos – homenageamos hoje a “Turma do Pica Pau”, confiram as melhores frases ditas no desenho animado…

10 – “Eu gosto de você”
(Pica Pau retribuindo ao “Não gosto de você” dito por um de seus desafetos. Quem disse que ele não tem um bom coração?)

9 – “Não consigo ler nada”
(Pica Pau não se saindo muito bem no exame de vista do oculista)

8 – “Mulheres, comida. Mansão, comida” / “Mulheres, dinheiro. Iates, dinheiro. Automóvel, dinheiro”
(Pica Pau e seu adversário sonhando acordados)

7 – “Descendo as cataratas num barril, hein! Vai levar uma multa”
(Frase dita em um dos episódios mais clássicos do pássaro, quando descem a catarata em um barril)

“Aeeeeeeeeeeeeeeeee!”
(Dito pelas pessoas de capa amarela que assistem as pessoas descendo as cataratas em um barril)

6 – “Posso ligar para o meu tio? Tio Sam, socorro!”
(No fundo é um desenho bem patriota… rs)

5 – “E lá vamos nós”
(Frase clássica da bruxa testando várias vassouras para saber qual é a sua mágica)

4 – “Siga aquela carroça, siga aquela motoca, siga aquele chinesinho, siga…”
(Um policia desesperado atrás de um Pica Pau louco)

3 – “Se o Pica Pau tivesse avisado a polícia, isso não teria acontecido”
(O narrador dando uma lição de moral no nosso amigo penoso)

2 – “Chamando Doutor Hanz Chucrutes. Chamando Doutor Hanz Chucrutes.”
(Uma das frases mais famosas da dublagem brasileira, ditas pela enfermeira. Alô Enfermeira!)

1 – “Vamos Pica Pau, não faça fita, quando acordar vai se parecer com a Chita”
(Frase dita pelo jacaré inimigo do Pica Pau enquanto tentava enfeitiçá-lo com seu vudu)

“Vudu é pra jacu. Vudu é tapeação”
(Pica Pau mostrando seu lado cético)

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Escrito em 23 de novembro de 2009 por David Denis Lobão em QG da Comunicação | 3 Comments »

Comemore o Dia do Cinema Nacional com os melhores filmes dos anos 80

Com o fim dos anos 70 e a ditadura militar pegando pesado, o começo dos anos 1980 marcou o começo da decadência da pornochachada nos cinemas brasileiros. Quem saiu lucrando com isso foi a criançada da época, que ganhou grandes produções no período com Xuxa, Os Trapalhões e A Turma da Mônica.

Para comemorar a data de hoje, nossa equipe de comunicação listou alguns dos filmes mais importantes dos anos 80. Confira!

Super Xuxa contra o Baixo Astral

Os Sete Gatinhos – Neville d’Almeida (1980)
A frase “Me chama de contínuo” ficou imortalizada neste filme, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, que tinha no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Antônio Fagundes, Telma Reston e Regina Casé.

Pixote, a Lei do Mais Fraco – Hector Babenco (1981)
A grande obra prima de Babenco (“Carandiru”) já é importante por mostrar a realidade nas ruas de São Paulo, com um mundo de crimes, prostituição e violência. Para completar, o menino Fernando Ramos da Silva, protagonista do longa, foi assassinado por policiais em 1987. A grande estrela da produção era Marília Pêra.

Os Saltimbancos Trapalhões – J. B. Tanko (1981)
A peça teatral de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, tornou-se um clássico dos cinemas nas mãos dos inesquecíveis Trapalhões. O quarteto interpretava os artistas do circo Bartolo e levaram alegria para as telonas. A música “História de uma Gata” ficou eternizada na voz de Lucinha Lins.

As Aventuras da Turma da Mônica – Maurício de Sousa (1982)
Primeiro longa-metragem da turminha do bairro do limoeiro. O projeto era audacioso e arriscado, fazer uma animação no Brasil. E deu certo. Contando com quatro historinhas, a produção foi até parar na televisão, em 1984, na “Sessão da Tarde” (Globo).

"As Aventuras da Turma da Mônica"

Aluga-se Moças – Deni Cavalcanti (1982)
Este longa é importante porque reunia Gretchen com algumas chacretes da época, como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Lia Holywood, dentre outras. Foi uma das mais famosas pornochanchadas da década, ficando mais de um ano em cartaz.

Amor Estranho Amor – Walter Hugo Khouri (1982)
O “filme proibido” da carreira de Xuxa, que atualmente só pode ser encontrado no país em cópias piratas de camelôs. Proibido de ser vendido no Brasil, em 1993, pelos advogados da apresentadora; o longa foi lançado oficialmente em DVD nos Estados Unidos em 2005. No elenco constam estrelas como Vera Fischer e Tarcísio Meira.

Os Trapalhões na Serra Pelada – J. B. Tanko (1982)
Grande sucesso da carreira dos Trapalhões, o longa teve uma bilheteria de cinco milhões de espectadores na época de seu lançamento, sendo até hoje uma das maiores da história do cinema brasileiro. Também foi vendido para outros países como Moçambique e Angola.

A Princesa e o Robô – Maurício de Sousa (1983)
Considerado o melhor longa-metragem da Turma da Mônica, conta com uma trama bem elaborada de 90 minutos e bateu recordes de bilheteria para uma animação nacional. Recentemente ganhou uma adaptação, em formato mangá, nas revistas “Turma da Mônica Jovem”, números 6 a 8.

"Os Saltimbancos Trapalhões"

Atrapalhando a Suate – Victor Lustosa e Dedé Santana (1983)
Depois de brigarem com Didi, os demais Trapalhões resolveram lançar este filme sozinhos, enquanto o colega estrelou “O Trapalhão na Arca de Noé”. Como ambos os filmes não fizeram o sucesso desejado, a separação dos humoristas durou apenas seis meses e houve o retorno do quarteto no ano seguinte.

Gabriela, Cravo e Canela – Bruno Barreto (1983)
Junto com “Dona Flor e Seus dois Maridos” (1976) é considerado a obra máxima da carreira de Sônia Braga, que divide a cena com o astro Marcello Mastroianni. Inspirado no livro de Jorge Amado, também é considerado um dos melhores trabalhos de Barreto.

Os Trapalhões e o Mágico de Oróz – Victor Lustosa e Dedé Santana (1984)
Junto com “Os Trabalhões no Auto da Compadecida” (1987) é avaliado por muitos críticos como “o melhor filme dos Trapalhões”. Possui cenas fantásticas com Dedé na pele do Leão, Mussum como o Homem-de-Lata e Zacarias vivendo o Espantalho.

Bete Balanço – Lael Rodrigues (1984)
A trilha sonora composta por Cazuza – e gravada pelo grupo Barão Vermelho – virou um hino para toda uma geração. Para completar, Débora Bloch brilhou na pele da protagonista, Beth, e ganhou o Prêmio Air France de Cinema.

"As Sete Vampiras"

As Aventuras de Sérgio Mallandro – Erasmo Filho (1985)
Se Xuxa, Os Trapalhões e até o Fofão tiveram filmes nos anos 80, por que Sérgio Mallandro ficaria de fora? Bem antes de estrelar “Lua de cristal” (Tizuka Yamasaki, 1990), o apresentador viveu um super-herói que tinha como vilão o ‘feio’ Dom Pedro, interpretado por Pedro de Lara.

A Hora da Estrela – Suzana Amaral (1985)
A obra máxima de Clarice Linspector ganhou vida nas telas pelas mãos de uma das mais talentosas diretoras brasileiras. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim para sua protagonista, a atriz Marcélia Cartaxo.

Eu Sei que Vou Te Amar – Arnaldo Jabor (1986)
Fernanda Torres e Thales Pan Chacon estrelam este longa que contou com a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e como cenário, uma casa projetada por Oscar Niemeyer.

As Sete Vampiras – Ivan Cardoso (1986)
Aqui nós precisamos contar a história do filme. Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia (Nicole Puzzi) se isola de todos em sua casa de campo. Só que a dama é convencia por um velho amigo para trabalhar numa boate, montando um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas, o sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos. Clássico total do nosso cinema, que conta com Nuno Leal Maia e Andréa Beltrão no elenco. Filmaço capaz de deixar “Matadores de Vampiras Lésbicas” no chinelo.

"Pixote, a Lei do Mais Fraco"

Leila Diniz – Luiz Carlos Lacerda (1987)
O filme retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, vivida aqui por Louise Cardoso, morta num acidente de avião. Só por este motivo já merece figurar nesta lista. Leila foi um marco pro cinema brasileiro e merece todo tipo de lembrança e homenagem.

Ele, o Boto – Walter Lima Jr. (1987)
O talentoso Walter Lima Jr. (de “Os Desafinados”), aproveita uma história de Lima Barreto e Vanja Orico para contar a lenda amazônica do boto, que supostamente seduz e engravida mulheres. No elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss, Ney Latorraca e – a então novata – Dira Paes.

Eternamente Pagu – Norma Benguell (1988)
A escritora e jornalista modernista Patrícia Galvão (Pagu) é outra mulher brasileira que merece todo tipo de homenagens. Para completar ela foi vivida pela belíssima Carla Camurati e o longa foi dirigido pela respeitada atriz de teatro Norma Benguell, a Dona Deise de “Toma Lá, Dá Cá”.

Super Xuxa contra Baixo Astral – Anna Penido e David Sonneschein (1988)
Xuxa pode ser lembrada pelos filmes que fez com os Trapalhões, mas seu grande clássico sempre será esta produção, em que ela luta contra a energia negativa do Baixo Astral, vivido por Guilherme Karan. A trilha sonora também ajudou a fazer a fama do longa, emplacando ‘hits’ como “Arco-Íris” no imaginário popular.

Festa – Ugo Giorgetti (1989)
Impossível deixar um filme de Ugo Giorgetti (“Boleiros” e “Sábado”) de fora desta lista. O cineasta que sempre destaca seu amor por São Paulo nos seus filmes, fechou a década com “chave de ouro”, premiando os cinéfilos com um longa todo rodado em um único cenário e que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Você acha que faltou alguma produção? Escreva pra gente e comente! Partcipe!

Ícones 80s estampados em capas de revistas

Já falamos por aqui e todo mundo deve ter notado que o revival dos anos 80, que estourou já há alguns anos, continua firme e forte e parece que ainda tem muito chão pela frente. Afinal, nesses tempos de crises e epidemias, é normal que as pessoas queiram resgatar os bons tempos de alguma forma. E existe década mais divertida que a dos anos 80? Cheia de personagens marcantes, liberdade de expressão e muito colorido, ela está de volta com tudo e em tudo (e já faz um tempinho).

Para comprovar, basta parar por alguns instantes frente à uma banca de jornal. E foi isso que Eneas Neto fez hoje, parou, viu e trouxe para o escritório da Trash 80’s as edições do mês de julho das revistas Rolling Stone e Trip:

Michael está em diversas capas por conta de sua trágica morte e dos mistérios que rondam o fato, mas aposto que ele estamparia capas e interiores de revistas mesmo se estivesse vivo, afinal, antes de nos deixar, o Rei do Pop estava prestes a estrear em sua volta triunfal aos palcos.

E Serginho Mallandro, numa foto que caracteriza com excelência o espírito da “década perdida”, também aparece à frente de uma grande revista. Aliás, a matéria e a entrevista desta última estão bem bacanas. Vale à pena conferir e saber um pouco mais sobre a vida do eterno “capeta em forma de guri”.

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Escrito em 15 de julho de 2009 por Sabrina em QG da Comunicação | No Comments »

Cultura Trash: A fórmula dos infantis que marcou uma geração

Por Alessandro Fiocco

Por muitos anos o formato apresentador+platéia+ brincadeiras dominou as manhãs e as tardes de nosso eletrodoméstico preferido, a televisão. Hoje, a maioria dos programas infantis limita-se apenas aos canais a cabo e a fórmula do auditório se esvaiu com o tempo. Mas não tem nada não. O sucesso deles foi tanto que, além de permanecer na cabeça de quem os assistiu, merecem um capítulo à parte na história da TV brasileira. Mas por que fizeram tanto sucesso? Com ingredientes simples e deixando de lado o didatismo oferecido por produtos anteriores – mesmo que a canção “Abecedário da Xuxa” tenha sido o primeiro contato com o alfabeto para muitos – o lance era a algazarra e a diversão pura. Reveja os segredinhos dessa receita.

Chegada triunfal
Nada de aparecer sem grande estardalhaço. Nos infantis, as apresentadoras sempre começavam o programa em grande estilo, depois de criar muita expectativa e deixar todos ansiosos por suas aparições. Como? Veja passo a passo:
Take 1: crianças gritando.
Take 2: muita fumaça e música alta.
Take 3: um meio de locomoção aproxima-se. Xuxa vinha de nave, Angélica de dirigível – não, nada de táxi – e Mara, mais simplesinha, vinha de trem mesmo!

Café da Manhã da Xuxa
Após aterrissar sua nave e dar o seu estridente “Bom Diaaaaaaaaaaaa!”, Xuxa deliciava-se com um variado e invejado café-da-manhã. Os outros programas não imitaram a idéia, já que o quadro foi muito criticado, justamente por estarmos num país na época chamado de “país de terceiro mundo”, etc. e tal. Ainda hoje muitos se lembram do momento com nostalgia; já outra turma tem raiva mesmo por nunca ter saboreado uma bandeja tão farta.

Brincadeiras que davam para fazer em casa
Sem grandes segredos, algumas brincadeiras eram vistas na TV e feitas pelas crianças em casa. Em algumas era preciso ter algum objeto específico para que a farra começasse. O bacana era que as brincadeiras viravam febre e a molecada brincava o dia todo até enjoar e partir para outra. Relembre algumas das preferidas:

Disquinho – Em alguns programas eles usavam pratos de plástico, mas na falta deles no armário de casa o lance era improvisar com os vinis velhos, aqueles riscados ou que ninguém mais ouvia. Um jogador lançava para o outro a uma distância estabelecida. A dupla ganhadora era a que empilhava mais discos em tempo previamente determinado.

Dança da Laranja: Simples: uma laranja separando a sua testa e a de seu amigo. Lembrou? Para a brincadeira ficar mais emocionante, tinha que rolar músicas variadas, da lenta até o samba. O segredo era não deixar a laranja cair.

Sapato: Todas as crianças tiravam o calçado e colocavam em um saco. Distantes, observavam alguém chacoalhá-lo e esparramar os sapatos no chão. Para dificultar a brincadeira, era válido chutá-los para bem longe. Ganhava quem conseguisse pegar os pares do seu e calçá-los primeiro.

Silabas
Essa era bem difícil, por isso mesmo muito legal. Consistia em adivinhar que palavra os amigos diziam. Vamos usar como exemplo a palavra “boneca”. Como é uma palavra trissílaba, era preciso de três anunciadores. O primeiro dizia BO, o segundo NE e o terceiro CA, todos ao mesmo tempo. Era permitido repetir a palavra três vezes para o jogador adivinhar.

Corda: A famosa musiquinha “Um homem bateu em minha porta…” era brincadeira nos programas mais populares. No vídeo, é possível acompanhar a disputa.

Desenhos Inesquecíveis
Diga rapidamente cinco desenhos que marcaram a sua infância. Fácil, né? Até hoje eles são vistos e revistos e uma boa parte já virou DVD. Se o He-Man estreou no Balão, Xuxa apresentou a She-Ra. Já a Mara tinha e Jem e as Hologramas, Pole Position e Silver Hawks.

Artistas que as crianças adoravam
Todo dia os programas tinham uma atração musical. Além disso, aos sábados alguns viravam um especial só com cantores. Quem não se recorda do “Paradão dos Baxinhos”, do “Xou da Xuxa”? Já Angélica vinha com o seu “Milk Shake”. Mara, por ter programa a tarde, não tinha edição nos finais de semana, já que o SBT usava o horário para a sua linha de shows.

Hits que ouvimos até hoje

Agregado aos programas, muitos hits. Era música de chegada, música para terminar o bloco, música para as brincadeiras. Com isso, as canções logo viravam sucesso e grudavam como cola. Vai dizer que não sobrou nem um vinilzinho da Xuxa ou da Mara escondido naquele quartinho da bagunça?

A moda das apresentadoras
Se Xuxa lançou a moda das xuquinhas e botas, Sérgio Mallandro pregava o boné de lado, além da bermuda, suspensório e tênis, cada pé com uma cor diferente. Era comum ver na rua ou em alguma festinha, crianças vestidas como os ídolos da TV.

Beijinhos, muitos beijinhos

Beijo era o que não faltava. De marquinhas até o “beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra você”, o negócio era fazer média com todo mundo e, algumas crianças sem noção – sim, crianças – inventava de mandar beijo para todos da sala de aula, um a um. Haja paciência!

Tchauuuu!
Muitos choravam nessa hora. Outros nem ligavam, pois sabiam que no outro dia tinha mais. Após uma mensagem positiva, era o momento das apresentadoras pegarem a sua nave/balão/trem ou sei lá o quê e seguirem adiante. No outro dia, com um figurino novo, o meio de transporte as traria novamente para novas peraltices e brincadeiras.

Fim de semana para festejar!

Sexta, 29/5, não haverá programação no Clube Caravaggio em função da grande festa de comemoração dos 7 anos da Trash 80’s na The Week.

Luciano Nassyn (ex-Trem da Alegria), Simony, Sérgio Mallandro e Sylvinho Blau Blau são as atrações da noite que contará com duas pistas, “Deck da Sorte”, apresentações da Trupe Trash e Fever Music & Performance e muito mais. Não perca!

Os ingressos serão vendidos no Escritório da Trash – Al. Ribeirão Preto, 258, Bela Vista – até as 18h da sexta-feira. Corra e garanta o seu! O valor antecipado é R$ 25 e na porta da festa será R$ 35.

Já no sábado, 30/5, a Trash 80’s Centro funciona normalmente no Clube Caravaggio e vem com “As 7 Maravilhas da Trash” – os 7 melhores momentos da festa votados pelos trashers pela comunidade no Orkut.

Venha conferir quais foram os 7 momentos inesquecíveis da festa mais divertida de São Paulo nesses 7 anos de vida.

E na Vila Olímpia, um camarim no lounge faz o público entrar no clima da festa com muita montação. Pra ficar bem bonito na noite é só escolher os acessórios e arrasar na pista!

Sex – 29/5 – Trash 80’s Centro – Não haverá programação
No Clube Caravaggio

Sex – 29/5 – Transamérica apresenta Superfesta de 7 anos da Trash 80’s
Na The Week
Lugar inédito, duas pistas, lounges temáticos, shows, performances e todo o staff da Trash 80’s reunido para brindar seus 7 anos de vida.

Sáb – 30/5 – Trash 80’s Centro – As 7 Maravilhas da Trash
No Clube Caravaggio
7 momentos para celebrar os 7 anos

Sáb – 30/5 – Trash 80’s Vila Olímpia – Camarim Trash
No Spazio
Lounge interativo para se montar e arrasar

Vídeo do dia: Sérgio Mallandro – Farofa

Confira uma  das apresentações de Serginho Mallandro na Trash 80’s. Toda essa energia e carisma ele levará para a festa de 7 anos que vai rolar nesta sexta, 29/5, na The Week.

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Escrito em 27 de maio de 2009 por Sabrina em QG da Comunicação | No Comments »

Vídeo do dia: Ursinho Blau Blau

Sylvinho Blau Blau será uma das atrações na festa de 7 anos da Trash 80’s que vai rolar na The Week nesta sexta, 29/5. Ele dividirá o palco com Luciano Nassyn, Simony e Sergio Mallandro na noite que celebra 7 anos da festa em clima de sorte e misticismo.

Confira o vídeo de uma das apresentações de Sylvinho na Trash 80’s.

Sim, será na The Week mesmo! Sexta, 29/5!

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Escrito em 8 de maio de 2009 por Eneas Neto em Posts da Presidência | 1 Comment »

Apresentação do Sergio Mallandro na Band

Hoje, o programa “Atualíssima”, exibe a matéria gravada sábado, na Trash VO. Na noite, Sergio Mallandro fez shows, aprontou molecagens e, simpaticíssimo, tirou centenas de fotos com os trashers. Quer conferir um pouquinho disso tudo? Sintonize na Band, às 15h.

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Escrito em 4 de junho de 2008 por Alessandro em QG da Comunicação | No Comments »

Sérgio Mallandro na Trash 80’s VO


Ele esbanjou carisma e simpatia desde a entrada até o final de sua estada no Hype Club neste sábado. No caminho até o camarim, fez questão de parar pra falar com os fãs, tirar fotos e dar autógrafos, tudo isso com um sorriso de orelha à orelha. Durante sua apresentação, ninguém arredava pé da pista 1.
Brincou com os aniversariantes da noite, cantou, dançou, fez “glu-glu”. Foi uma alegria só.
Esperamos que ele volte em breve.

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Escrito em 3 de junho de 2008 por Sabrina em QG da Comunicação | No Comments »
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