New Romantics preparem os bolsos!!! Uma das bandas mais importantes deste pequeno (e glamouroso) movimento nascido na Inglaterra no princÃpio dos anos 80 está de volta com uma nova coletânea de seus maiores hits.
“The Face – The Very Best Of Visage” traz faixas essenciais para se conhecer o trabalho da banda que é influência para centenas de outras graças à sua inovadora mistura de música eletrônica, new wave e pós punk. Capitaneada pelo incrÃvel Steve Strange, o Visage emplacou hits como “The Damned Don’t Cry”, “The Anvil”, “Mind Of A Toy”, além de, é claro, a histórica “Fade To Grey” – todas presente no CD.
Kate Bush é sem dúvida nenhuma uma das artistas mais criativas e inovadoras da música pop em todos os tempos. Ao mesmo tempo esquisita e encantadora, Kate fez alguns dos melhores discos da década de oitenta misturando diversos estilos e ritmos à sua voz deliciosamente aguda.
Entre seus maiores clássicos, estão “Babooshka”, “Running Up The Hill”, “Hounds of Love” além de, é claro, “Wuthering Heights” – talvez sua música mais famosa. “Wuthering Heights” é inspirada no livro – e filme – “O Morro dos Ventos Uivantes”, e é uma das melodias mais bonitas já compostas até hoje e apesar de ter sido lançada em 1978, é um verdadeiro clássico do pop oitentista que merece um belo destaque neste nosso Mês das Mulheres na Trash 80’s.
Mais uma celebridade que lança sua própria linha de roupas. Desta vez, quem vai investir no mundo da moda é ninguém menos que Madonna, e não é só isso: quem vai desenhar as peças da grife é sua filha adolescente Lourdes Maria.
Madonna e Lourdes
A grife se chamará MG Icon e a primeira coleção será lançada em agosto deste ano – e não por acaso vai ser chamar “Material Girl”. O foco será a moda feminina para garotas entre 13 e 25 anos e as peças estarão disponÃveis em mais de 200 lojas ao redor do mundo e também online através da uma parceria com a cadeia de lojas Macy’s.
Lola vestida igual à mãe nos anos 80
O mais legal é que todas as roupas e acessórios da grife terão preços populares, que devem girar em torno de doze à quarenta dólares (de 20 à 70 reais). Será que a grife da Madonna vai se tornar a nova C&A???
Kim Wilde era uma das loiras mais desejadas da música pop dos anos 80. Inglesa de nascimento, Kim apareceu na mÃdia em 1981 com a faixa “Kids in America”, verdadeiro clássico da new wave e que é tocada até hoje nas festas mais legais do planeta.
Seu sucesso nos Estados Unidos porém só veio seis anos mais tarde quando ela regravou “You Keep Me Hanging On”, mega clássico dos anos 60 do grupo The Supremes (da cantora Diana Ross) e que foi direto para o primeiro lugar da parada americana.
Seu último disco foi lançado em 2006 e se chama “Never Say Never’. O mais curioso é que desde 1998 Kim divide a carreira de cantora com outra profissão completamente diferente: ela é designer de jardins!
Essa faixa é sem dúvida uma das mais conhecidas dos anos 80. “Maria Madalegna”, cantada pela alemã Sandra, é um verdadeiro hino!!!
Sandra começou sua carreira no final dos anos 70 como parte do trio Arabesque – que fez grande sucesso nas discotecas até 1984. Depois saiu em carreira solo e também arrasou: entre seus hits mais conhecidos, estão “Everlasting Love”, “In The Heat of the Night”, além de uma curiosa versão cantada em alemão de “Big in Japan” (do Alphaville). Ela fazia competição direta à cantora italiana Sabrina, sendo que enquanto essa era puro sexo, Sandra era mais romântica – porém nem um pouco inocente.
Muita gente não sabe, mas Sandra é casada com o produtor Michael Cretu, o criador do projeto Enigma – aquele mesmo que fez um enorme sucesso no mundo inteiro com faixas dance que traziam cantos gregorianos, e para as quais Sandra emprestou sua voz quase que anonimamente. Ela continua na ativa até hoje, e seu último disco é de 2009.
Com certeza você já dançou ao som de “Sweet Dreams” na pista da Trash 80’s. A música, que é o maior sucesso da extinta dupla Eurythmics, é também um dos maiores clássicos oitentistas. E Annie Lennox, a vocalista da banda, é um verdadeiro capÃtulo à parte.
Performática e extremamente talentosa, Annie marcou os anos 80 com seu visual andrógino e sua beleza instingante – sem contar também que sua voz é poderosa e cheia de personalidade.
Annie começou sua carreira nos anos 70 ao lado de Dave Stewart no grupo The Tourists, que fez um relativo sucesso na Inglaterra naquela época. Mas já no começo dos 80 os dois formaram o Eurythmics e se deram muito bem: a banda foi uma das principais do Reino Unido durante toda aquela década. Entre seus maiores sucessos estão “There Must Be An Angel”, “Sex Crime”, “The Miracle of Love”, “Thorn in My Side” e dezenas de outros. Já no final dos anos 90, Annie partiu para uma super bem sucedida carreira solo, também cheia de hits como a inesquecÃvel “Why”.
Neste Mês das Mulheres da Trash 80’s, é óbvio que Annie tem lugar mais que garantido em nossas homenagens!
Nascida na Jamaica, Grace foi um modelo de sucesso em Paris nos anos 70 e logo chamou a atenção de alguns produtores musicais que queriam que ela gravasse um disco. Deu certo: Grace se tornou uma das cantoras de disco-music de maior sucesso no final dos anos 70, verdadeira rainha do Studio 54. E não era truque não: Grace tem uma das vozes mais poderosas do mundo!
Mas foi nos anos 80 que Grace explodiu no mundo da música pop. Com seu visual extremamente andrógino e agressivo, fazia um belo contraste com cantoras como Madonna. Grace também se deu bem no cinema, participando de filmes que iam de “007 – Na Mira dos Assassinos” e “Conan o Bárbaro” até o clássico trash “Vamp”.
A verdade é que Grace Jones é uma das mais inovadoras e abusadas estrelas do universo pop em todos os tempos e, neste Mês das Mulheres na Trash 80’s, é claro que ela merece nossa homenagem. E se você acha que Lady Gaga é super absurdinha e exótica, fique sabendo que tia Grace já fazia tudo o que Gaga faz trinta anos atrás, viu?
A polêmica envolvendo o homofóbico participante do programa Big Borther Brasil se espalhou também no exterior, sendo motivo de diversas matérias em sites e revistas especializadas. O barulho contra o participante “Dourado” foi tão grande que até o cantor Boy George se uniu contra ele e postou um comentário bem ácido em seu perfil no Twitter.
O homofóbico Dourado e Boy George
George postou a frase “Homofóbico lidera o Big Brother Brasil. Brasileiros, votem para que esse homem que odeia gays saia da casa”. O post de George causou comoção no twitteiros brasileiros e chegou até a imprensa – e acabou virando uma grande bola de neve. George depois disse que “não estava nem aÔ e que ama o Brasil, mas odiou o fato deste comentário dele tê-lo envolvido numa grande discussão.
Mas a notÃcia boa é que, em seu site oficial ‘100% Boy’, já é possÃvel ver algumas datas no mês de setembro que indicam que George deve visitar o Brasil para tocar como DJ em alguns clubs. Agora é só esperar!!
“A Little Respect” foi um dos maiores hits do Erasure e toca até hoje nas rádios e pistas do mundo inteiro. Lançada em 1988, a faixa fazia parte do álbum “The Innocents”, o disco que finalmente colocou a banda nos holofotes da fama e nas mais altas posições nas paradas tanto dos EUA quanto do Reino Unido.
Extremamente dançante mas com um clima ótimo também para ser ouvida em casa ou no trabalho, “A Little Respect” fez tanto sucesso que duas décadas depois foi trilha sonora de um episódio da cultuada série de TV “Scrubs”. Nele, o elenco inteiro passava todo o seriado cantando pedaços da música – que estava grudada na cabeça deles.
Num dos cruzamentos mais absurdos da música pop até hoje, o Erasure uma vez resolveu que não era kitsch o suficiente e foi pedir ajuda diretamente à “mãe” de todas as bandas kitsch: o ABBA!! O resultado disso foi o álbum ABBA-Esque, de 1992.
O disco era composto por quatro versões de clássicos da banda sueca na voz de Andy Bell e nos sintetizadores de Vince Clarke. “Lay All Your Love on Me”, “SOS”, “Take a Chance on Me” e “Voulez-Vous” foram premiadas com versões que as deixaram ainda mais absurdinhas – e é claro que Andy arrasou na dramaticidade! Uma prova disso é o hilário vÃdeo de “Take a Chance on Me”, que traz os dois garotos usando montados iguais à s vocalistas do ABBA e usando figurinos inspirados nas divas. É claro que foi um enorme sucesso.
Tags: ABBA , divas gays , Erasure
Escrito em
19 de
fevereiro de
2010
por
Alisson Gothz em
QG da Comunicação ,
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