Vanusa era uma das artistas que mais apareciam nos programas do Chacrinha. Também não era pra menos né? Ela era a cara do programa! Neste vídeo, vemos a loira cantando a música “Eu Não Sei” ao lado do galã latino Manolo Otero (lembram dele??).
Vanusa faz sua estreia como DJ na Trash 80’s do Centro neste sábado e promete arrasar com tudo!! Já preparou seu figurino pra festa? Ela merece, hein….
Neste sábado a Trash 80’s do Centro dá início a sua comemoração do Mês das Mulheres com uma convidada super especial que vai fazer sua estreia como DJ: a cantora (e diva) Vanusa!
Porque ninguém melhor que ela pra começarmos com chave de ouro, né? Há várias décadas Vanusa brilha na música popular brasileira com seus inconfundíveis cabelos prateados e sua voz de veludo. Vai ser o máximo! Confira agora um vídeo dela cantando “Manhãs de setembro” no programa da Hebe na festa de lançamento da coletânea “A Discoteca do Chacrinha”.
Sáb – 6/3 – Trash 80’s Centro – Dia Internacional da Mulher
DJ convidada: Vanusa
Brindes para as 100 primeiras clientes
A cantora Vanusa, que lutou pelo direito das mulheres e tem como hino a canção “Eu Sobrevivo (I Will Survive)”, é a DJ convidada da noite na comemoração oficial do Dia Internacional da Mulher na Trash. As 100 primeiras clientes ganham brinde!
Nunca é demais lembrar que sexo seguro é fundamental – pra não dizer obrigatório – nos dias de hoje. Ainda mais durante o Carnaval, onde todo mundo fica meio “saliente”, como diria o povo da novela “Tieta”, né? Numa parceria com a CADS (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual), a Trash 80’s vai distribuir preservativos nas cinco noites do seu CarnaTrash.
E já que estamos no assunto, vale lembrar uma das mais famosas marchinhas de Carnaval dos anos 80: “Bota a Camisinha” ficou conhecida na voz do genial Chacrinha, que sempre a cantava em seu programa – lá no Cassino era Carnaval todos os dias! A letra, com certeza, você deve se lembrar muito bem.
A Império Serrano é uma das mais tradicionais escolas de samba do Carnaval carioca e sua história se confunde com a própria história da cultura popular do Rio. A Império já foi campeã do Grupo Especial nove vezes.
Em 1987 ela entrou no Sambódromo com o enredo “Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica”, uma bela homenagem ao maior comunicador de massas populares que o Brasil já teve – o saudoso Chacrinha. Apesar de ter ficado apenas com a terceira posição, a Império apresentou um excelente desfile que ficou marcado pra sempre na história do samba.
Segundo informações do Jornal da Tarde, o cineasta Nelson Hoineff está sendo processado por quatro ex-chacretes cujos nomes não foram divulgados. As artistas alegam que o filme “Alô, Alô, Terezinha” diz, de forma indireta, que elas seriam prostitutas.
As assistentes de palco de Chacrinha também alegam que ocorreu uso ilegal das imagens delas no documentário. Hoineff se defendeu dizendo que duas delas não aparecem no filme e outras estão em cenas de apenas alguns segundos. A juíza da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro requisitou uma cópia do DVD para futura avaliação.
Se engana quem pensa que a Rita Cadillac foi a única Chacrete que seguiu carreira de cantora. Em 1984, outra grande estrela do programa do Velho Guerreiro também resolveu se enfiar no mundo da música. Era ela a voluptuosa Fernanda Terremoto.
Na época, Fernanda era uma das mais famosas bailarinas de programa, e gravou o compacto “Eu Quero Te Amar”. Logo em seguida, saiu o álbum “Frico-Fricote”. Apesar de aparecer em alguns programas de auditório de grande audiência e até mesmo no filme “Made in Brazil” (1985), Fernanda infelizmente não conseguiu nem de longe repetir o mesmo sucesso que Rita Cadillac e ficou só pra história.
Não há vídeos dela em nenhum lugar do YouTube, mas graças ao excelente pessoal do Memória da TV a gente encontrou essa resportagem sobre ela publicada na revista Amiga em 1984, e que você pode ler na íntegra – é só clicar na imagem que ela será ampliada.
Neste domingo (25), às 11 horas da manhã, o filme “Alô, Alô, Terezinha” tem pré-estreia gratuita na Estação Santa Cecília do Metrô.
O documentário de Nelson Hoineff conta a história de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, mesclando imagens de arquivo e depoimentos sobre um dos maiores comunicadores do país.
Hoje 30 de setembro é aniversário do Chacrinha. Se estivesse vivo, ele completaria 92 anos! Mas apesar de ter nos deixado em 1988, sua imagem e seu legado continuam mais vivos do que nunca.
Afinal de contas, quem pode negar que ele foi o maior apresentador e comunicador de massas que o Brasil já teve? Sob o comando dos vários programas de TV que ele teve desde 1956 (passando por diversos canais) , ele definiu o conceito de “programa de auditório”.
Seu carisma, seu visual extravagante e suas frases de efeito ainda hoje são lembrados com bastante carinho. É por isso que no próximo dia 31 de outubro a Trash prepara a festa “Alô Alô Terezinha”, que faz o lançamento nacional do documentário dirigido por Nelson Hoineff sobre o apresentador. Contando com extenso material de pesquisa sobre a vida de Abelardo Barbosa – seu verdadeiro nome – além de entrevistas com os principais artistas que fizeram fama no palco do Cassino do Chacrinha, o doumentário é simplesmente imperdível! Aguarde mais informações sobre essa festa aqui no nosso blog.
Por enquanto, relembre aqui alguns dos momentos mais clássicos do Cassino do Chacrinha.
Os meninos hoje em dia andam super vaidosos procurando referências para montar o look e ir para a buaty. O grupo Ciclone, sabia como combinar e apareciam sempre arrasando no modelito anos 80!
Fica a dica, veja no clipe: