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Parabéns, Sabrina Parlatore

A modelo e apresentadora Sabrina Parlatore

No final dos anos 1980 a ditadura da moda dizia que nas passarelas só teriam destaque moças magérrimas com corpos perfeitos. Neste panorama que surgiu em 1990, a top Sabrina Parlatore. Nascida em Campinas, no dia 24 de novembro de 1974, ela logo deixou o interior de São Paulo para conquistar o mundo. Foi quatro vezes para o Japão fazer fotos para editoriais e catálogos de moda, além de comerciais de televisão.

Mas os brasileiros descobriram o talento de Sabrina em 1995, quando ela fez teste na MTV e foi aprovada para apresentar o “Non Stop”. Depois apresentou o “Disk MTV” por três anos, “Resposta MTV”, “Suor MTV” e “Luau MTV”.

Já em 2000, fez reportagens para o curso de Educação Ambiental do “Telecurso 2000” (Rede Globo). No mesmo ano, mudou para a TV Bandeirantes, onde comandou os programas “Território Livre”, “Super Positivo” e “Clipmania”. Atualmente apresenta o programa “Vitrine”, na TV Cultura, ao lado de Rodrigo de Oliveira Rodrigues.

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Escrito em 24 de novembro de 2009 por David Denis Lobão em Parabéns!, QG da Comunicação | No Comments »

Marcelo Tas volta aos programas infantis

Telekid do "Castelo Rá-Tim-Bum"

O final dos anos 80 brindou o público com a estreia de “Rá-Tim-Bum”, em 1989, na TV Cultura. Um dos destaques do quadro era o divertido Professor Tibúrcio, vivido por Marcelo Tas.

Em 1994, Tas voltou a conquistar a garotada como o Telekid do “Castelo Rá-Tim-Bum”. O divertido personagem era o responsável por responder as perguntas de Zequinha no quadro “Porque sim não é resposta”.

Afastado das gravações dos programas infantis desde 1997, o atual líder do “CQC” (Rede Bandeirantes) vai voltar a fazer a alegria das crianças, tanto das atuais, quanto das que viveram a época de ouro de “Rá-Tim-Bum”.

O ‘rapaz multimídia’ vai ancorar uma atração chamada “Plantão do Tas”, no canal pago Cartoon Network. Com programetes diários de 2 minutos, a atração será exibida todos os dias, a partir de 4 de janeiro, às 19h.

Mas a estreia oficial do “Plantão do Tas”, acontece no dia 31 de dezembro, às 19h, com uma paródia das famosas retrospectivas de final de ano. Será um especial de meia-hora, com material gravado especialmente para a ocasião.

Serão no total 30 mini-episódios, realizados em uma co-produção do Cartoon Network com a Cuatro Cabezas – produtora responsável pelo “CQC”. “É sempre uma delícia trabalhar com o público infantil”, afirma Marcelo Tas. “Eles são dotados daquela sinceridade muito divertida. E também são muito exigentes com relação ao conteúdo que consomem na TV, nos gibis, nos videogames. Esperamos poder divertir pequenos e grandes com nosso jornalismo do absurdo”, completa.

Por onde anda você… Zodja Pereira (a eterna boneca de pano Emília)

Zodja (como Emília) e o elenco do "Sítio" reunido na Band

Quem não ficou alguma vez na vida encantado com uma das história de Monteiro Lobato? O mestre da literatura brasileira criou o “Sítio do Picapau Amarelo”, que ganhou fama graças à televisão, onde teve quatro atrizes vivendo a boneca de pano Emília durante sua “temporada clássica” entre 1952 e 1982.

Foram elas Lúcia Lambertini (TV Tupi e TV Cultura), Zodja Pereira (Bandeirantes), Dirce Migliaccio (Globo) e Reny de Oliveira (Globo). Destas quatro grandes atrizes Lúcia e Dirce já faleceram e Reny mora nos Estados Unidos e não dá entrevistas sobre a sua participação no “Sítio”. Desta forma, por onde anda Zodja?

A atriz continua na ativa e trabalhando em São Paulo. Depois de abandonar o “Sítio”, Zodja fez diversas novelas como “Heidi” (Bandeirantes), “Ídolo de Pano” (Tupi), “Um Dia, o Amor” (Tupi), “Vidas Marcadas” (Record) e “Uma esperança no ar” (SBT). Até deixar a televisão para se dedicar a dublagem, onde fez a voz de personagens marcantes como Benikiba (“Jiraiya”), Sazorian (“Goggle Five”) e Lady M. (“Machineman”).

Zodja Pereira se encontra com a autora Tatiana Belinky 40 anos depois do "Sítio"

Atualmente Zodja Pereira continua dublando (fez recentemente o filme “30 Dias de Noite” e “Farenheit 9/11”) e é diretora artística do estúdio DuBrasil (de “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saga Inferno”), onde também é professora de dublagem.

Agora Zodja também mostra seu talento como escritora no livro “Antologia de Poesias e Poemas“, lançamento da Madio Editorial. A coletanea trás trabalhos da atriz e de mais 17 autores. O lançamento oficial ocorre neste sábado, dia 24 de outubro, das 17h às 20h na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731 – Jardins / SP) uma excelente oportunidade de rever esta grande artista brasileira.

Zodja com seus alunos da escola de dublagem DuBrasil em São Paulo

Confira abaixo uma entrevista com nossa eterna boneca de pano.

Você foi uma das “Emilias” do “Sitio do Pica Pau Amarelo”. Como foi esta fase de sua carreira lidando com um público infanto-juvenil?
Fazer a Emilia foi uma experiência muito rica tanto como atriz quanto como pessoa. Trabalhar sob a direção de Julio Gouvea, com textos de Tatiana Belinky é, além de uma honra, uma grande escola. Fica muito fácil lidar com o publico infanto-juvenil quando o trabalho que se faz o respeita. Essa era a grande marca do “Sitio do Picapau Amarelo”, produzido por Julio Gouvea, em São Paulo.

Sua carreira na TV continuou com novelas como “Uma Esperança no Ar”. Porque deixou a televisão?
É verdade. Atuei como atriz nas TVs Record, Bandeirantes, Excesior, Tupi, Cultura e SBT, em São Paulo. Em determinado momento as produções se transferiram para o Rio de Janeiro e como não quis mudar de cidade, busquei outras alternativas profissionais.

Como era fazer TV nesta época? E paralelamente como funcionava a dublagem?
Nessa época fazer TV exigia de toda a equipe criatividade, flexibilidade, agilidade e muito talento, pois enfrentávamos desafios de vários níveis e, de modo geral, conseguíamos excelentes resultados. A dublagem, por outro lado, vivia seu momento áureo. Não se concebia ver um filme ou série na TV sem dublagem. E, como tinha um grande volume de trabalho, os profissionais foram se especializando cada vez mais. É interessante perceber que, os que, hoje, se colocam contra a dublagem, tiveram sua infância enriquecida, fascinada pela dublagem brasileira.

Como começou sua carreira de dubladora?
Comecei a dublar em torno de 1978, quando começava a declinar a teledramaturgia em SP.

Você fez papeis marcantes como a Caroline (de “Grace”) e atrizes conhecidas como Marie Cheatham. Quais dublagens mais te marcaram?
É mais fácil lembrar quando fazemos uma série, mas, eu, na maioria das vezes, dublei longa-metragens e aí, sinceramente, não saberia destacar esse ou aquele trabalho.

Porque a senhora deu uma pausa na carreira para morar no nordeste? Como foi esta fase?
Minha ida para Natal foi algo muito especial… De repente tive filhos crescidos, resolvi morar com minha mãe e graças a Deus fui, pois 9 meses depois ela faleceu, me deixando a alegria de ter aproveitado um pouco mais da sua sabedoria e carinho. Enquanto lá estava, desenvolvi uma série de cursos de Programação Neurolinguistica, como Trainer, divulgando o Instituto PAHC, onde me formei, criando a PAHC-Nordeste.

O que fez a senhora voltar para São Paulo e para a dublagem?
A saudade e a vontade de desenvolver o Projeto DuBrasil junto com o (ator) Hermes (Baroli – filho da atriz). A DuBrasil é um estudio-escola. Estamos juntos nesse projeto, Hermes Baroli, meu filho, Sergio Moreno, meu amigo e eu. Nosso objetivo é resgatar a qualidade da dublagem brasileira. Com o novo ritmo de produção que foi imposto ao mercado ficou desafiante não apenas a renovação de elenco, mas também a reciclagem dos profissionais, tão necessária em qualquer profissão, principalmente num trabalho artístico.

Apresentação do Sergio Mallandro na Band

Hoje, o programa “Atualíssima”, exibe a matéria gravada sábado, na Trash VO. Na noite, Sergio Mallandro fez shows, aprontou molecagens e, simpaticíssimo, tirou centenas de fotos com os trashers. Quer conferir um pouquinho disso tudo? Sintonize na Band, às 15h.

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Escrito em 4 de junho de 2008 por Alessandro em QG da Comunicação | No Comments »
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