Pra quem ainda não está sabendo, Gigi Anhelli estará nessa sexta, 2/3, na Trash 80′s para gravação de um especial para o programa “Câmera Record”. É uma ótima oportunidade para matar saudade desse verdadeiro ídolo da infância de muitos que frequentam a festa.

Ela é a (literalmente) a cara e alma do saudoso programa de televisão “Bambalalão”, transmitido pela TV Cultura do final da década de 1970 até 1990. A gente aproveitou e bateu um papinho com ela antes da festa. Confira:

Como é ser um ídolo até hoje para milhares de pessoas?
É uma delícia! Delícia, delícia! Rsssss. Claro que é muito gostoso receber todo esse carinho e constatar que meu trabalho deixou boas lembranças. Amo “minhas crianças”!

Notamos que você se mantém bem ativa no contato com fãs pelas redes sociais. Qual seu envolvimento com a internet? Usa muito ou só de vez em quando?
Desde 1995 uso muito, pra trabalhar, pesquisar, e pra me manter em contato com as pessoas.

O que anda fazendo da vida?
Lancei um livro para crianças, o “Laboratório das Flores”, [ Editora Giostri] ,com ilustrações de Augusto Minighitti e, modéstia a parte, ficou bem lindo. Trabalho junto à diretoria de Educação de São Roque, em projetos de capacitação para os professores. A partir das oficinas de teatro, eu, Amanda Sobral e a diretora de educação Márcia Nunes, implantamos o Festival de Teatro Estudantil, que já está em seu terceiro ano.

Continuo contando histórias e apresentado espetáculos teatrais, em unidades do SESC e secretarias de cultura e educação de várias cidades. Acabei de gravar um CD de músicas para crianças para a Seicho No Ie do Brasil. Estou com uma peça aprovada pela Lei Rouanet, o musical XAM DAM. Estamos em fase de captação.

Criei o “Brincando de Bambalalão” na internet. Formatei o programa e durante dois anos nos apresentamos pela clictv. Gostei do resultado. Os programas estão no arquivo da TV UOL. Esse é o link para um dos programas:

Também apresentamos o “Brincando de Bambalalão” em teatros e outros espaços.

O que acha da atual safra de programas infantis?
Acho que estamos numa fase de transição…. Todo mundo está meio perdido….

A gente sabe que você gosta de música. O que tem ouvido?
Um pouco de tudo. Gosto muito de Blues. O que mais ouço é X-BLUES, a banda do Xyss, meu marido. Gosto de gravar os vídeos da banda. Pego minha câmera e saio captando imagens e “torturando” os músicos. rssss

O que espera encontrar na Trash 80′s na próxima sexta?
Como sempre, uma grande festa. Muitos beijos, abraços, carinho.

Deixe um recadinho para os seus fãs
Amadas “crianças” é muito bom ter vocês por perto após tantos anos. Agradeço e fico emocionada por receber todo esse carinho.
Sempre procurei transmitir as coisas nas quais acredito, e realizo meu trabalho com muito amor. Que bom que vocês entendem!
Beijocas estaladíssimas, morango, amora, cereja……….

Pra quem quiser conversar e participar da gravação do programa, apareça nessa sexta na Trash 80′s Centro. Aproveite e leve doações já que a noite será beneficente.
;-)

2/3 – Sexta – Trash Benê Pra Elas com a presença de Gigi Anhelli do Bambalalão
Karaokê no começo só com vozes femininas
Sets especiais
Performance especial com a Trupe Trash
Dança dos banquinhos
Com 2kg de alimentos não perecíveis, R$ 20 de entrada ou R$ 50 de consumo até 1h
Doações para o Abrigo dos Velhinhos Frederico Ozanam
www.abrigoozanam.org.br

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Serviço:

Trash 80′s Centro
Quando:
Sexta, 2/3/2012, a partir das 23h
Onde: Clube Caravaggio – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo
Quanto: R$ 30. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 25 até às 3h
Com Cartão de Fidelidade Clube Caravaggio/Trash 80′s, R$ 20
Com 2kg de alimentos não perecíveis, R$ 20 de entrada ou R$ 50 de consumo até 1h
Reservas: reservas pelo site www.trash80s.com.br até às 16h do dia da festa (ou da véspera, no caso das festas que acontecem aos sábados e nos feriados oficiais). Reservas sujeitas a disponibilidade.
DJs: Catatau e Wander Yukio
Hosts: Paula Funny e Cristiano Carvalho
Informações: (11) 3262-4881 / (11) 9162-8588 ou clique aqui
Classificação etária: 18 anos
Ar-condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar.
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Nesta semana, a Trash 80′s faz uma festa especial para lembrar (e constatar) que alguns itens que considerávamos básicos em nosso pés, viraram verdadeiros clássicos e movimentam milhares de pessoas em torno de coleçôes, troca de informações e, claro, muita venda. A Melissa é um desses ícones e, navegando pela internet, encontramos uma fã que já passou dos 100 pares dessas sandálias plásticas.

Convidamos a Carol Túrtura para um bate-papo virtual e também que levasse algumas das relíquias de sua coleção para uma exposição na sexta. Confira a entrevista:

Quando decidiu iniciar uma coleção de Melissas?
Na verdade, a ideia da coleção não foi premeditada. Sempre gostei de sandálias de plástico e quando pequena, costumava usar as sandálias da Xuxa, que também eram da Grendene.

Já adolescente, comprei algumas Melissas que usei até se estragarem! Dessas eu só me lembro o nome de algumas, como Possession Yin Yang, Possession Tropicaliente (com plataforma de juta) e Bubble. Nessa época, as Melissas eram vendidas em lojas comuns de calçados e custavam cerca de R$ 30,00 cada.

Quando a Melissa deixou de ser uma simples linha da Grendene e passou a ser uma marca, os modelos ficaram mais caros e não pude mais comprar. Até que na coleção Secret Gardens matei a saudade e comprei dois pares, uma Campana Corallo e uma Rock Princess. Foi o suficiente pra não parar mais!

Nessa época, comecei a ir atrás de modelos antigos que queria, mas que não pude comprar quando saíram, porém, eles já tinham virado raridade. Digo que foi bem difícil, mas comprei quase todos os modelos antigos que queria, negociando com garotas de todo o país e pagando preços bem caros em alguns! Desde então, o número de pares só cresce.

Quantos pares você tem e quais você mais gosta?
Tenho 154 pares e a quantidade de exemplares dos modelos Ultragirl e Night é maior do que todos os outros, então acredito que estes sejam os meus preferidos, rs. Também gosto muito das Campanas – Favela, Corallo, ZIg Zag e Costela de Adão.

Todos estes modelos são os mais confortáveis e sempre vêm com estampas de personagens ou inovações bacanas. Quanto às de salto, gosto da Disco, acho muito graciosa e delicada.

Por que Melissa?
Porque Melissa sempre me fascinou! A ideia de ter um calçado de plástico é fantástica! Além disso, o plástico como matéria-prima permite o uso das mais variadas cores. Fora a essência exclusiva da Melissa, totalmente viciante…hahaha

O que acha de toda uma nova geração não fazer ideia que a Melissa foi ícone nos anos 1980?
Acho natural, uma vez que a Melissa mudou muito o seu conceito e sua proposta. Porém, é difícil que mesmo as garotas mais novas não saibam que a Melissa tem história, uma vez que frequentemente ocorrem ações para trazer isso à tona, como a recente coleção “Back to Melissa” ou mesmo os modelos que fazem parte da linha Melissa Memories. Além disso, a clássica Melissa Aranha, apesar de modernizada, está aí firme e forte pelas ruas pra manter viva toda essa história.

Você concorda quando falam que “Melissa tem cheiro de infância”?
Concordo! Porque o cheirinho de tutti-frutti que ela tem é o mesmo desde o início. Não tem como não abrir a caixa e não se lembrar de que é o cheirinho das sandalinhas que tínhamos quando éramos crianças!

Se pudesse criar ou redesenhar um modelo como e qual seria?
Acho que eu redesenharia a Severine de botões, porque é um modelo muito lindo e querido, mas muitas melisseiras não podem ter porque machuca muito os pés. Eu a faria com a região do calcanhar um pouco mais baixa e com a parte dos botões menos apertada, acredito que essas duas alterações resolveriam bem o problema.

O que sua família e amigos acham dessa sua paixão?
Depende! As amigas ficam extasiadas, adoram, querem ver fotos, perguntam sobre, etc. Os amigos homens acham loucura e a família idem! rs Houve uma fase bem difícil, quando chegavam várias caixas todos os dias pelo correio. Nessa época, além de levar bronca da minha mãe quando eu chegava em casa, ela tinha escondido as caixas para que meu irmão não visse! Hahaha

Já aconteceu algum fato engraçado usando Melissas?
Ah, além do clássico chulé de Melissa (que quando não se usa nenhum talco, aparece! rs), já aconteceu de dar um passo e a Melissa ficar no chão ou de andar na chuva e a Melissa emitir ruídos horrorosos estando cheia de água.

O que te faz lembrar da sua infância?
Acho que o cheirinho de tutti frutti que elas têm mesmo ou quando deixa marcas de tirinhas nos pés, afinal, a maioria das Melissas ou sandalinhas de plástico que tive quando pequena deixavam suas marcas em meus pés após eu ficar correndo pela rua com elas.

O que diria para alguém que quer começar uma coleção agora?
Eu diria para, em primeiro lugar procurar por modelos antigos, uma vez que o tempo vai passando e a chance de encontrá-los fica cada vez menor. O negócio é dar uma pesquisada em quais agradam e pesquisar em locais de venda na internet. Ao comprar, é preciso muito cuidado, exija referências e pesquise bem porque preços abusivos e golpistas existem aos montes.

Em segundo lugar, pensar bem em quais comprar, uma vez que você pode acabar se endividando por uma coisa que deve ser como um hobby. Além disso, algumas podem ser bem difíceis de vender caso você não goste, e o preço delas, como se sabe, não é barato.

18/11 – Sexta – Melissa x All Star
Quem vier com eles nos pés, paga menos
Sorteios incríveis
Duelo divertido no palco com a Trupe Trash
Estande com Melissas da coleção de Carol Túrtura
Trash Benê: com 2kg de alimentos não perecíveis (exceto sal ou açúcar), R$ 15 de entrada ou R$ 50 de consumação até 1h
DJs: Catatau e Omar

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Serviço:

Trash 80′s Centro
Quando:
sextas, a partir das 23h
Onde: Clube Caravaggio – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo
Quanto: R$ 30. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 25 até às 3h
Com Cartão de Fidelidade Clube Caravaggio/Trash 80′s, R$ 20
Desconto às sextas: com 2kg de alimentos não perecíveis (exceto sal ou açúcar), paga-se R$ 15 até à 1h, exceto em festas especiais.
Reservas pelo site www.trash80s.com.br até às 16h do dia da festa (ou da véspera, no caso das festas que acontecem aos sábados e feriados oficiais). Reservas sujeitas a disponibilidade.
DJs: Catatau e Omar
Hosts: Paula Funny e Prietty di Polly
Informações: (11) 3262-4881 / (11) 9162-8588 ou clique aqui
Classificação etária: 18 anos
Ar-condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Proibido fumar
Não possui estacionamento próprio
Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito)

Em julho de 2010, numa reunião de programação com o pessoal do staff da Trash, nos questionamos sobre frequentadores da festa que poderiam ter carros dos anos 80 pra uma possível ação. Descobrimos que Rodrigo Souza, trasher que bate cartão por lá desde 2005, tinha uma preciosidade: um Volkswagen Gol 1983 em perfeito estado.

Na época, enviamos algumas perguntas a ele e, por total atropelamento de pautas, a entrevista ficou parada aqui na redação. Como não queremos começar um novo ano deixando pra trás uma história de dedicação e amor tão bacana, resolvemos publicá-la mesmo com atraso de alguns meses.

Desde quando você tem esse carro? Foi herança de família?
Realmente ele é “meu filho” e falo isso para todo mundo…rs.

Esse carro meu pai adquiriu em 1989 de uma senhora, mãe de um colega dele de serviço, a qual morava no interior (Mogi das Cruzes) e por esse fato, apesar de o mesmo já contar naquela ocasião com seis anos de uso, estava pouquíssimo rodado. Quando eu tirei minha Carteira de Habilitação em 1997, os planos iniciais eram de vendê-lo, mas eu ja cultivava uma paixão pelo carro, como por tudo que é ligado aos anos 80, e acabei por restaurá-lo em alguns detalhes e ele passou a ser meu carro de uso diário (e principalmente de idas às baladas) até o ano de 2001, opotunidade adquiri outro veiculo o qual fui trocando, mas nunca me desfazendo do Gol, o qual passei a tratá-lo como veiculo de coleção.

Você coleciona carros antigos ou tem uma paixão especial por esse Gol? Fale um pouco a respeito
Esse é meu unico veuiculo de coleção, pois tenho um outro Gol – geraçao 5, ano 2009, para uso diário, ou seja, possui a primeira e última geração do carro, o que demonsta minha paixão pelo meu “filho” de 27 anos… rs.

O Gol é muito requisitado para eventos?
Quanto a eventos, eu participo do CdGQ! – Clube do Gol Quadrado, cujo endereço do blog é: www.golquadrado.com.br, porém o meu é o unico exemplar original do ano de 1983 cadastrado no Clube o que o torna um pouco requisitado nos eventos e certamente acaba chamando a atenção nas exposições, ate mesmo porquer às vezes coloco um “rack” no teto com uma prancha de surfe e a placa amarela (antiga) na frente, o que acaba ficando bem bacana…

Uma foto dele também ja saiu em uma pequena reportagem da revista “Car And Driver” fazendo menção ao próprio Clube do Gol Quadrado, edição a qual eu não me recordo.

Qual a reação das pessoas ao encontrar um carro com esse?
É das mais variadas, mas geralmente sou assediado pelos amantes da década e sobretudo por “quarentões” em postos de gasolina, eventos e também no Ibirapuera, local onde costumo levá-lo para “passear” aos domingos.

Você recebe muitas propostas para venda do carro? Venderia? Por quanto?
Com certeza ja recebi diversas propostas de venda, inclusive do Otávio Mesquita quando o mesmo fazia uma cobertura do “Gol Fest”, evento realizado há uns meses no sambódromo do Anhembi em que eu participei, o qual me ofereceu, ironicamente, a quantia de R$ 10 mil. Mas eu, com a mesma ironia, apresentei de pronto uma contra-proposta de R$ 20 mil para que ele não mais fizesse ofertas…rs. Tirando isso, recebo algumas ofertas nas ruas mas, como minha intenção é NAO VENDÊ-LO, acabo não dando muita atenção.

Ainda circula com ele pelas ruas?
Atualmente só ando com ele aos domingos e feriados e meu sonho seria um dia colocá-lo em um evento da Trash 80′s, com um banner ou algo do tipo, pois acho que seria tudo a ver e o orgulho do “pai” aqui em vê-lo participando de uma festa da qual tenho uma ligação muito forte e que gosto muito! Aliás, fica aqui a proposta de, um dia, tirar uma foto com ele em frente ao Caravaggio com os “doors” e todo o pessoal a festa. Acho que ficaria legal…

Qual sua ligação com os anos 80?
Aliás, minha ligacao aos anos 80 sempre foi muito forte, até mesmo por contar hoje com 31 anos de idade e ter vicenciado todas as minhas festinhas de criança e posteriores bailinhos naquela época, tendo ainda muitos discos e fitas K7 daquela fase.

Rodrigo Souza já foi Trasher da semana, Veja a opinião dele sobre a festa clicando aqui.

Um notícia triste: recentemente Rodrigo se envolveu num acidente e o pobre Gol sofreu avarias graves. A boa nova é que ele já está tinindo novamente para brilhar pelas ruas de São Paulo e, quiçá, em breve na porta da “buaty”.

O tema da festa Halloween Trash desse ano é “A Cidade Fantasma” e o Hotel Cambridge será transformado em uma cidade do velho oeste americano, totalmente esquecida e assustadora.

Para completar, o cantor Almir Rogério faz sua primeira apresentação em uma festa Trash 80’s. Além do hit “Fuscão Preto”, ele promete apresentar outros sucessos e colocar todo mundo para dançar no ritmo do sertão. O Blog da Trash bateu um papo com ele:


Como foi o início da sua carreira de 35 anos na música country e sertaneja?

Com 18 anos gravei o meu 1º disco com a música “Triste”, de Sérgio Reis, então casei e tive filhos. Somente 11 anos depois, em 1982, que estourei com o sucesso “Fuscão Preto”.

A música “Fuscão Preto” já tinha sido regravada antes por outras duplas, mas foi sucesso na sua voz. Como surgiu a ideia de gravá-la?

Eu estava em Brasília divulgando meu trabalho no início dos anos 80, quando ouvi a música em uma rádio. Gravei uma cópia em fita cassete e trouxe para São Paulo. Demorei um pouco para gravar a nova versão, mas em 1982 foi lançada pela gravadora Copacabana.

Depois de mim, muitos regravaram “Fuscão Preto”. Tem a versão em italiano que se chama “Fiat Negro” e em inglês que é “Black Mustang”. O Beto Lee também já gravou em rock. Eu vou lançar uma nova versão, mas dessa vez misturado com o forró.

“Fuscão Preto” conta a traição de uma mulher, que foi vista no carro com outro. A história é real?
A música é de Jeca Mineiro e Atílio Versutti e é real sim. Um amigo deles era pintor de painéis em Serra Negra e viu um fuscão preto chegar com a esposa de um conhecido. O casal era de outra cidade, mas se encontrava lá porque era mais tranqüilo. Daí surgiu a letra da música.

E o senhor, já teve algum fuscão preto?
Já tive vários. O México fabricou carros do modelo Fusca até 2003 e, hoje em dia, eu tenho uma versão de 2001.

O sucesso foi tão grande que foi feito o filme “Fuscão Preto”, com a “Xuxa” como a mocinha do enredo. O filme veio no embalo da música?
Com o sucesso da música em 1982 tive a ideia de gravar a história, mas não tinha dinheiro. Então surgiu Enzo Barone que patrocinou a produção. Fui convidado para atuar como o Lima, um dos pretendentes de Diana, a personagem de Xuxa, e aceitei. O longa foi lançado em 1983 e teve boa repercussão, principalmente no Nordeste.

Além de “Fuscão Preto”, quais músicas irá cantar na festa Halloween Trash?
Vou cantar os meus maiores sucessos, como “Motoqueiro”, que é minha composição e “Arapuca”. Inclusive, “Arapuca” foi regravada recentemente pela dupla Victor e Léo.

Quais as melhores memórias que você tem da década de 80?
Era uma época muito boa! Como era da área sertaneja, fiz muitos shows em feiras agropecuárias e rodeios com artistas que são sucesso até hoje: a Gretchen, o Sidney Magal e muitos outros.


Nessa sexta-feira, 22/10, a versão 3.0 da #twittertrash recebe o integrante do programa Comédia MTV Gui Santana (@oguisantana). O humorista tem 23 anos, estuda Rádio e TV e descobriu seu talento para a comédia quando criança, imitando o radialista Gil Gomes e Zacarias, de Os Trapalhões. Agora ele é mais conhecido por sua sátira ao William Bonner.

Atualmente você é um dos integrantes do Comédia MTV e tem um quadro no Furo MTV. Como começou sua carreira de humorista?
Eu já sabia desde cedo que tinha um certo talento para o humor, principalmente com imitações. Na escola meus amigos sempre me incentivaram a imitar cantores, artistas ou os professores. Quando tinha uns 8 anos, comecei a imitar o Gil Gomes, o Zacarias e depois também fiz o cantor Daniel.

Comecei como humorista profissionalmente em Penápolis, no interior de São Paulo, onde morava com a minha família. Lá fiz o programa “Ninguém Merece”, da rádio Ativa FM, onde fazia imitações e passava trotes.

Conte um pouco como foi parar na MTV.
Já morava em São Paulo e estava estudando Rádio e TV quando fui convidado, em 2008, para participar de um show de calouros e espetáculo de improviso, o Quinta Categoria, comandado na época pelo Marcos Mion e Cazé Peçanha. O público gostou da minha participação, então voltei e virei contratado para imitar o William Bonner.

Depois fui para o Furfles. Atualmente, estou no Comédia MTV e tenho um quadro no Furo MTV, o “Retuítes do William Bonner”.


Nessa sexta-feira, você é nosso DJ convidado na #twittertrash 3.0. O que pensou para o seu setlist?
Essa é a minha primeira vez como DJ, então vou tocar algumas músicas da década de 1980 que marcaram, como RPM e Balão Mágico.

Você falou das músicas dos anos 80. O que mais você se lembra dessa época?
Lembro que usava vários All Stars e suspensórios coloridos. Para mim, os anos 80 remetem a cores. Outra coisa que marcou foi a música do filme “Dirty Dancing”, porque minha mãe e irmã adoravam.

Com a música “Olhar 43”, do RPM, eu tenho até uma história interessante. Minha mãe conta que eu nasci com essa música, porque quando era bebê fiquei um pouco na incubadora e as enfermeiras brincavam que eu tinha um olhar 43.

Hoje a versão 3.0 da #twittertrash tem uma novidade: a twitcam. Você já usou com seus seguidores?
Na época do Furfle nós fazíamos uma reunião com todo o elenco na casa do Rafael Queiroga para falar do programa. Depois passamos para o Comédia MTV.

Um dia não fui para essa reunião porque estava muito cansado. A Tatá Werneck teve a ideia de me passar um trote e teve total apoio do pessoal que acompanhava a twitcam. Eles me ligaram umas 2h da manhã e a Tatá fingiu ser uma menina que eu tinha ficado na balada. Eu caí certinho e falei várias coisas que não devia. Até hoje o pessoal me “zoa” por causa disso.

Serviço Trash 80’s Centro
Sex – 22/10 – #twittertrash 3.0

DJs convidados: @oguisantana (Gui Santana – Comédia MTV) e @LFranca (Luiz França -
Comédia Ao Vivo)
Ação promocional com Madhu Restaurante Indiano
Pague só R$ 15 com a etiqueta da #twittertrash ou doação de 2KG de alimentos não perecíveis
Tuíte no telão da buaty
Wi-Fi liberado
Onde: Clube Caravaggio

Traga seu smartphone! Mais informações, clique aqui.

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