Escondam as criancinhas! Quem invade o palquinho da Trash 80′s desta sexta-feira é a nossa própria versão da Xuxa, a “Maruxa”, que já virou lenda na festa! Maruxa promete uma performance (como sempre) inesquecível, pra Trasher nenhum botar defeito. E nos últimos meses, duas curiosidades ligadas à “Xuxa verdadeira” tomaram conta da Internet brasileira como uma febre: a primeira foi o perfil do Twitter chamado “Xuxa Verde”. A outra, a expressão “Senta lá, Claudia”. Mas você sabe de onde elas vieram?

Bem, todo mundo se lembra que Xuxa começou na TV apresentando o Clube da Criança na extinta Rede Manchete bem no início dos anos 80. E todo mundo também se lembra que naquela época ela não era lá muito paciente com a molecada – basta uma rápida procura no YouTube para ver alguns vídeos que comprovam isso. E foi por causa de um destes vídeos que ambas expressões surgiram.

Alguém tinha uma fita VHS muito velha com estes programas gravados e os colocou no YouTube – as fitas eram tão velhas e as imagens tão ruins que Xuxa aparece completamente verde na tela!!! E em um destes vídeos, a apresentadora está a beira de um ataque de nervos com a criançada que simplesmente se recusa a obedecê-la e a se sentar – até que ela dá um belo fora numa garota mais chata e fala “Aham Claudia, Senta Lá!”… é claro que isso tinha tudo pra virar uma das gírias mais populares do país, né?

Nossa diva absoluta Rita Cadillac, na realidade, se chama Rita de Cássia Coutinho. Seu nome artístico lhe foi dado pelo Chacrinha, inspirado por uma cantora e dançarina francesa que fez muito sucesso em Paris nos anos 50 e 60 chamada Nicole Yasterbelsky, mas conhecida como Rita Cadillac.

Nicole nasceu em Paris em 1936, e começou sua carreira como dançarina burlesca. Seu apelido surgiu em referência as curvas de seu corpo, que pareciam um carro “Cadillac”. Nicole fez muito sucesso no elenco da conceituada trupe teatral da casa de shows Crazy Horse, e logo tentou carreira de cantora e atriz, lançando alguns discos e fazendo pontas em filmes.

Depois de muito sucesso nos anos 60, ela passou vários anos meio sumida até ressurgir em 1981
participando do cultuado filme “Das Boot” e da série de mesmo nome. Infelizmente, Rita faleceu vítima de câncer em 1995.

O aniversariante do dia é o ator Johnny Depp, um dos maiores nomes do cinema norte-americano desde os anos 80. Johnny completa hoje 48 anos, mas continua paracendo muito mais jovem! Ele começou sua carreira em 1983, com a ajuda de outro grande ator (Nicolas Cage), que era amigo de sua primeira esposa. E o primeiro filme dele foi “A Hora do Pesadelo”, passando por bons apuros nas mãos do terrível Freddy Krueger.

Muita gente nem se lembra, mas entre 1987 e 1990 Johnny estrelou a série de TV “Anjos da Lei”, que fez muito sucesso nos EUA. A série contava a história de um grupo de jovens policiais que investigava crimes cometidos por alunos de escolas secundárias. Em inglês, o nome original da série era “21 Jump Street”, que era o endereço da capela abandonada onde eles usavam como quartel general. Johnny fazia o papel do policial Tom Hanson, papel este que ele havia recusado a princípio, mas depois acabou sendo convencido pelos produtores da série. No Brasil, “Anjos da Lei” foi exibida com enorme sucesso pela Globo.

Morre um mito da cultura trash nacional. Tudo aconteceu em 1989, quando uma torcedora disparou um foguetinho durante uma partida entre Chile e Brasil, e que cai bem próximo ao goleiro chileno, Roberto Rojas – que finge estar sangrando e é retirado às pressas do campo, causando um dos maiores escândalos da história do futebol, após comprovada a farça do goleiro.

Mas como se tudo isso não bastasse, a tal fogueteira era brasileira, e no melhor estilo “brasileiro de ser”, é claro que ela – que era bem bonitona – virou celebridade da noite pro dia. Rosenery, ou a “fogueteira do Maracanã” como ficou conhecida na mídia, posou nua para a Playboy e encarou alguns bons meses de estrelato. Mas também como já se era de imaginar, quando o assunto se esgotou, também a fama de Rosinery foi pro beco, e ela sumiu do mapa.

Rosenery Mello faleceu aos 45 anos no último dia 05 de junho vítima de um aneurisma cerebral. Ela foi enterrada nesta segunda-feira em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e sua morte foi inclusive matéria de artigos na imprensa esportiva sulamericana.

Há exatos 26 anos, Bryan Ferry lançava seu icônico álbum “Boys and Girls”. O álbum se tornou o único trabalho da carreira solo de Ferry a chegar no primeiro lugar da parada inglesa e teve dois hits entre as primeiras posições, vendendo muito bem também nos Estados Unidos. Bryan ficou famoso no início dos anos 70 como líder da banda de glam rock Roxy Music, uma das mais importantes bandas de rock surgidas no Reino Unido em todos os tempos, e a partir de 1973 passou a seguir carreira solo ao mesmo tempo.

“Boys and Girls” celebrou Bryan como cantor romântico e extremamente sexy, com sua voz aveludada e visual super polido. É deste album que saíram as faixas “Slave To Love” e “Don’t Stop To Dance”, cujos vídeos também marcaram época na MTV. Bryan está na ativa até hoje, bem como o Roxy Music, e seu último álbum solo – lançado ano passado -foi elogiadíssimo pela crítica e pelo público.