Depois de seis longas semana de julgamento, finalmente ontem o juri chegou ao veredicto final e considerou o médico pessoal de Michael Jackson, Dr. Conrad Murray, culpado pela morte do Rei do Pop. Segundo o juri, Murray cometeu um homicído culposo (quando não há a intenção de matar) por ter negligênciado a aplicação do analgésico propofol, que o músico usava constantemente para poder dormir.

A pena ainda será decidida pelo juíz, mas Murray pode pegar até quatro anos de prisão e perder sua licença médica. Na porta do tribunal, dezenas de fãs se amontoaram em protesto contra o médico, e inclusive um deles carregava um cartaz que trazia a foto de capa do disco “Thriller” com a cara de Murray no lugar de Jackson e a palavra “Thriller” substituída por “Killer” (assassino, em inglês). La Toya Jackson postou em seu Twitter: “Michael estava naquela sala do tribunal, por isso a justiça foi feita”.

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