Não dá pra falar sobre música alemã sem citar o Kraftwerk. E muito menos falar sobre música eletrônica sem mencionar o nome deles. O quarteto é considerado o “pai da música eletrônica mundial”, devido aos seus clássicos álbuns produzidos na ainda nos anos 70 e que definiram todos os parâmetros pelos quais DJs e produtores do mundo todo seguiriam nas décadas seguintes. Os discos “Autobahn” (1974), “Radio-Activity” (1975), “Trans Europe Express” (1977) e “Man Machine” (1978) são sempre incluídos nas listas do discos mais importantes de todos os tempos.

Já estabelecidos nesta gloriosa posição, o Kraftwerk também arrasou na década de 80, com dois discos igualmente importantes: “Computer World” (1981) e “Electric Cafe” (1986) trouxeram grandes hits das pistas mais moderninhas como “Pocket Calculator”, “Numbers”, “Computer World”, “Boing Boom Tschak” e “Music Non Stop” – estas duas últimas tiveram inclusive videoclipes revolucionários, feitos em computação gráfica totalmente avançadas para a época. A influência da banda se deu não apenas na música eletrônica, mas também no rock, com artistas como David Bowie e o Radiohead se declarando fãs assíduos dos homens-robô alemães. A música que ouvimos hoje em dia seria muito diferente se o Kraftwerk não tivesse existido. Isso sim é que é ser inovador!

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