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Atração principal na festa que celebra “8 Anos de Paixão” da Trash 80′s, Wando promete arrancar muitos suspiros na noite de 14/5, na The Week.

Qual é o segredo que faz as mulheres se derreterem pelo Wando?
Acho que são as palavras, os textos que eu uso dentro dos shows e, com certeza, falar de assuntos que interessam às mulheres. Interessam aos homens também, apesar deles serem mais reservados, mas tenho um grande público masculino também.

Quais são suas principais fontes de inspiração para escrever as letras de suas músicas?
Os temas surgem das prórpias pessoas, dos relacionamentos, dos acontecimentos do dia-a-dia e dessa carência enorme de amor que mora no mundo.

“Fogo e Paixão” é sua música preferida? Como surgiu a ideia de gravá-la?
É uma das preferidas. É um sucesso de 1985, uma canção que gravei para minha ex-mulher, com quem fui casado durante 13 anos, a Rose. Na verdade escrevemos essa música juntos. Mas posso citar também “Coisa Cristalina”, “Moça”, “Chora Coração”, “Deus Te Proteja De Mim”, todas elas tem uma certa preferência.

A marca registrada de seus shows são as calcinhas jogadas no palco pela plateia. Como e quando isso começou?
Começou em 1990, com o lançamento do disco chamado “Tenda dos Prazeres” e já que uma calcinha virada ao contrário parece uma tenda, passamos a distribuir algumas peças para a plateia, pra divulgar o disco, e virou sensação. Afinal, a calcinha cobre aquilo que o homem mais procura.

Você tem ideia de quantas calcinhas já foram atiradas?
Minha coleção tem cerca de 15 mil peças íntimas e pretendo fazer uma mostragem no site com elas. Tenho planos de fazer algo grandioso para que possa expor essas peças nos shows também.

Qual foi a cena mais absurda que já aconteceu com você envolvendo as fãs em algum show?
Coisas absurdas já aconteceram muitas. Fui agarrado, já tentaram tirar meu sapato no palco e uma fã já mordeu minha orelha. Teve uma mulher que subiu no palco e tirou a calcinha e outra que se trancou no camarim. Mas isso é uma coisa do ser humano, eu acho interessante e até admirável.

O que você acha dos cantores que durante muito tempo foram chamados de brega, mas que agora são reverenciados pelos jovens que frequentam a nossa festa? O brega virou chique?
Houve um tempo em que as pessoas falavam do brega com um certo mau gosto, mas o gênero traz letras sinceras, falam de amor, com uma linguagem aberta, verdadeira, sem nenhum pudor. Essa é a grande verdade do brega. E eu sou assim, falo nas minhas letras o que sinto, tento passar essa realidade, sou assim… Não acho que virou chique, mas que as pessoas passaram a enxergar isso, essa forma aberta de falar das coisas.

Quais as melhores memórias que você tem da década de 80?
Sempre falo que o mundo escuta muito com os olhos. Está havendo uma inversão, as pessoas prestam atenção na imagem e a imagem às vezes é mentirosa, já as palavras ensinam muito mais do que os olhos podem ver. Naquela época dava-se mais valor às palavras do que hoje.

O que você espera do seu show no aniversário da Trash 80′s? Mande um recadinho para todos os seus fãs que estarão presentes nesta festa!
Adoro esse tipo de festa, sempre achei muito bacana a proposta. A Fafá também estará lá e a gente vai fazer com que as pessoas entendam e sintam um tempo em que a gente era feliz e não sabia. Vamos viver uma experiência muito boa. Podem comparecer, pois com certeza será uma noite bacana!

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