Bom, conheci a Trash 80´s por um amigo que considero muito, que trabalhou comigo e me convidou para conhecer a festa, o Roger. Ele me disse que era uma balada no Centro, perto da casa dele, e que eu ia gostar porque sempre fui muito eclético nessa questão musical. Isso já deve ter uns quatro anos pelo menos. Encontrei-me com ele e chegamos na balada. Achei estranho aquela galera na porta, mas pensei: Bom vamos conhecer.

No começo confesso que torci o nariz ao ouvir as músicas, mas reconheci todas. Conheci uma galera da casa, amigos do Roger, e fiz alguns amigos também naquele dia. Com o passar do tempo, naquela minha “primeira vez” fui me deixando levar pelo som, pelo agito da galera, e fui voltando a me sentir criança com tudo aquilo. A magia da casa me contagiou desde o primeiro dia, totalmente diferente daquelas baladas de gente metida. Enfim, me diverti muito aquele dia que não me esqueço mais.

Lembro-me bem que havia muita gente, mas me diverti muito, conheci o Staff da casa aos poucos, porque acabei virando fã da Trash 80´s. Vi que aquilo era mesmo a diversão garantida. Desde então troquei muitas baladas para ir à Trash, fiz muitos amigos, dancei muito desde então errando várias vezes as coreografias, mas sempre me diverti demais. Levei vários amigos que também gostaram muito.

Gosto muito dos DJs Eneas, Tonyy, Nico (que sempre pergunta o que tem dentro do meu squeeze que ele fala que é uma garrafa térmica!!!) Omar, Wander, Catatau, do staff (Pequê, Paulinha, Anderson, Cris, Alisson, Viana, Shirley, e todo o pessoal, sem exceção), da galera toda tanto que hoje em dia eu me sinto em casa quando estou lá, pra ser bem sincero, quando não vou, sinto falta…

Curto muito quando rola open-bar, as festas, e tento nunca perder nenhuma!
Tanta gente me pergunta o que a Trash tem que eu nunca deixo de ir, daí a resposta fica complicada, são tantas coisas que não posso listar tudo porque vou deixar alguma coisa de lado.

Mico? Hummm alguns. Depois de tanto tempo indo lá é obvio que eu tenho, mas acho que um deles foi uma vez que disseram que o Gianecchini estava na Trash, e eu já tinha bebido um pouco a mais e fui ver se era ele mesmo… estava tão doido que olhei pra cara dele e disse: Ah, Gianecchini p**** nenhuma!! Nem tem cara!”, e sai andando…

As músicas que mais gosto? Nossa, várias, mas para dançar são “Curumim”, da Mara, Bear Force One, “Fada Madrinha”, e a mais trash de todas, “Porto Solidão”, do Jessé. Quando o Eneas toca e coloca o clipe aos sábados, e eu já to pra lá de Marrakesh, fico emocionado.

Resumir a Trash 80´s em uma palavra fica difícil, mas o que me vem à cabeça agora é DIVERSÃO. A Trash estará sempre no meu coração, por tantas coisas boas que aconteceram por lá, desde o primeiro dia até hoje e espero que possa continuar assim por muito tempo. E eu não vou deixar de ir, de fazer amigos por lá, de beijar muito, de dar muitas risadas e saber que quando vou lá me sinto muito bem!

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Um comentário
  1. Coisa linda!!

    dialog
    Roger Andrade comentou em 9 de junho de 2009 às 18:36 Responder

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