“Sobre o revival dos anos 1980, admite que já recusou convite para apresentar-se em festas nostálgicas. ‘Se fosse The Best of 80s, eu iria. Não sou trash’.” (veja texto completo aqui)

Ele com muitos ainda não entenderam que “trash” é igual a “divertido, pop descarado” e não “ruim, lixo”. A gente ouve pérolas, como:

“Me perdi entre os seus cabelos
Pela sua pele, nos seus lábios tão macios
Tão bom perfume, sei lá”

ou


“Entra em cena
Faz seu número
Faz meu gênero ser seu fã numero 1
Ali no gargarejo, jogando beijo.”

Diremos que não é nada erudito, hum? É pop descartável, com refrão bobinho para tocar em rádio de montão. Isso é o que a Trash 80′s gosta. Nada de coisa cabeção: só diversão.
Guilherme você não é “trash” mesmo, mas que tem muita música que entra e entrará no nosso repertório, ah, isso tem…

Deixo um momento bem anos 80 pra vocês.

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3 comentários
  1. Assisti a essa entrevista do Guilherme no youtube. Acho que houve um mal-entendido aí. Não vi o Guilherme ser arrogante em nenhum momento. Ele deixou-se entender que não concorda com essa classificação. Só isso.

    Realmente, os anos 80, em termos musicais, foram sensacionais.

    dialog
  2. Então, mais respeito, com GUILHERME ARANTES, este é o maior compositor do brasil, para este tipo de evento, tem artista que se enquadra muito mais que o ARANTES, não é dismerecendo ninguém, mas o guilherme é grande demais para pertencer a este hall.

    dialog
    Vagner Richer Ribeir comentou em 24 de junho de 2009 às 15:17 Responder
  3. Moro perto do tal TRASH 80'S, no Anhangabaú. Aquilo é um lixo. Não está à altura de Guilherme Arantes. Nada contra quem se apresenta lá, mas quem, como ele, se apresenta no Citibank Hall. no Credicard Hall, Vivo Rio etc… não é mesmo o lugar…

    abs

    dialog

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