Em pouco menos de um ano, a festa já mostrava sinais de que ia longe. Procurando um espaço só seu, já no começo de 2003 ela atravessou a rua e casou-se, em uma relação que dura até hoje, com o Clube Caravaggio.

E logo viria o primeiro carnaval. Além de uma festa no Caravaggio, a Trash realizou a primeira edição fora de seus domínios. O Teatro Oficina foi o local como umas noites mais bacanas desses sete anos.
Depois disso, a Trash pegou a estrada e viajou o Brasil.

Também desfilou como convidada na Parada do Orgulho Gay e deu pinta no Mercado Central.

Em maio, a brincadeira completaria um ano e o grupo convidado veio de acordo com que o kitsch pede. Genghis Khan, em roupas à Mad Max, apareceu e não deixou de cantar “Comer, Comer”.

Um noite só era pouco. Assim, em junho as sextas também eram dia de Trash 80′s. O sucesso foi imediato.

O termo “trasher” apareceu. A assiduidade fazia com que certos frequentadores ganhassem a titulação. E eles participavam ativamente: organizaram a primeira edição da Trash Bene – que foi um estouro -, divulgavam a festa que virou mania nos blogs e fotologs da vida e deram a cara das performances. Uma das primeironas foi a do “Cassino do Chacrina”, com Rico Suave, Cris Mariposa, Dani Bonani, Chico, Alisson…

Quem já dava pinta pela festa, todo caricato, era o querido Darwin Demarch e a sua comedida(!) Tanchinha. Outra figura era a Super Janeyde, interpretada pelo hoje televisivo – e talentoso – Evandro Santo.

Antes de se despedir de 2003, uma festa em dezembro faria uma retrospectiva do que aconteceu no ano, uma espécie de “Melhores da Noite”. A Trash 80′s estava prestes a romper o mundo virtual e cair no conhecimento da mídia e da grande massa. Mas isso fica para o próximo capítulo.

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