simonymara.jpg
Olha a Mara e a Simony aí, gente. As cantoras se encontraram no show do rei Roberto e foi aquela alegria, com direito até a fotografia.

Gostou? Veja também:
Comente no Facebook
2 comentários
  1. 13/01/03
    Divagações: Simony

    Publicado originalmente em março de 2001.

    Divagações(Nunca li algo tão nojento.deve ser psicopata)

    Inicialmente, quero agradecer o convite feito pelos semi-analfabetos culpados por este site para que pudesse expressar a sabedoria que acumulei durante tantas primaveras. Mas escrever sobre o que? Inicialmente pensei em traçar um plano de invasão ao Canadá, mas como tem mais gente (?) em São Paulo do que lá, acho que a prioridade é destruir nossos primos mais próximos, além do que um lugar que pariu Celine Dion, Brian Adams e o­nde os policiais andam com aquela roupinha de viado e se denominam “polícia montada” se destrói sozinho, então a ameaça canadense não é tão ameaçadora assim. Resolvi então divagar sobre um assunto em voga, a gravidez da cantora Simony.

    Lembro do início dos anos 80, da minha infância querida que os anos não trazem mais. Período em que os malditos porcos comunistas ainda ameaçavam o mundo e muitas das mulheres que eu já comi eram recém nascidas ou ainda nem tinham nascido. Lembro dos Programas Infantis, época em que a Xuxa ainda batia nas crianças, época do Balão Mágico. Lembro da Simony, também criança e de como eu era tarado por ela. Obviamente uma criança de 6 anos não se masturba (conscientemente), mas eu já tinha ereções e ficava excitado toda vez que a baixinha aparecia na tela, imaginando coisas. Como eu tinha tanta criatividade? Bom, o pai de um vizinho tinha inúmeras revistas pornográficas escondidas (hahaha) e eu sempre ia na casa dele para ficar apreciando aquele show de posições e possibilidades. Odiava aquele guri, freqüentava a casa dele só pela diversão. Além das revistas, ele tinha uma mãe gostosa (dona Márcia, espero que esteja lendo isso agora) que várias vezes eu vi trocando de roupa e passando creme pelo corpo.

    Enfim, eu tinha tesão na Simony. De repente, ela sumiu da TV. o­nde ela foi parar? Fiquei desesperado, a musa da minha infância desaparecera sem deixar rastro, sem que eu pudesse acompanhar seu crescimento. Fiz 15 anos, estava no auge da minha potência sexual solitária, acumulava 3 anos de experiência em auto-ajuda e não tinha idéia de como estava o shape da Simony para que eu pudesse prestar-lhe as devidas homenagens. Tive que passar minha adolescência me contentando em fantasiar apenas com minhas amiguinhas de escola (e com a dona Márcia, é claro).

    Acho que um dos melhores momentos da minha vida foi quando, para minha surpresa, notei algo familiar na capa da revista Playboy. Era ela! Minha musa de infância, agora adulta – e gostosa – como estrela da edição. Imediatamente comprei a revista e corri para casa. Tive que comprar outra no dia seguinte e mais outras nos dias posteriores, contabilizando um total de cinco revistas. Morri numa grana firme, o que me levou a tentar descobrir porque os homens gozam nas fotos das revistas mulher pelada. Não encontrei respostas, só sei que parei de fazer isso. A Alessandra Negrini, por exemplo, ainda está novinha aqui no meu escritório, mesmo depois de todas as orações que fiz.

    Depois disso, Simony andou meio sumida. Saiu há pouco tempo na revista Sexy, mas eu não gostei do ensaio. Achei vulgar, assim, meio puta mesmo, e eu não me masturbo pensando em putas. As mulheres com quem fantasio são como namoradas, e eu não namoro puta. Não quero denegrir a imagem das profissionais do sexo, mulheres de vida fácil – aliás, eu não sei por que as chamam assim, deve ser dificílimo. Reconheço o valor do seu trabalho e sua importância para a comunidade, inclusive respeito muito seu trabalho. Estas são prostitutas, e não putas. Embora pertençam ao mesmo filo, são de classes diferentes.

    Desculpe, leitor, por desviar-me muito do assunto. Sei que sou prolixo, mas as observações que faço são relevantes para melhor compreensão dos fatos que rodeiam o ecossistema abrangido pelo tema principal, ao menos para mim. Se não forem para você, foda-se, é assim que vai ser. Pare de ler por aqui, mas adianto que o texto já está acabando.

    Fiquei com o orgulho ferido quando soube que a Simony está grávida. E mais, grávida de um lafranhudo mão-na-bunda que virou artista. Não tenho intenção de ser preconceituoso, mesmo porque estou certo que meu futuro cruza os portões de um presídio, mas, porra, ela não podia trepar sem engravidar? Existem tantos métodos anticoncepcionais, até os anticoncepcionais naturais franceses. Tipo, ela podia ter encerrado a foda com um boquete, daí era só engolir ou cospir, uma escolha muito mais fácil que decidir o nome de uma criança. Podia ter simplesmente feito o cabra gozar fora.

    Ela ainda podia ter dado o cu pra ele. Aliás, as mulheres são mesmo criaturas estranhas. Ao mesmo tempo que se vangloriam de sentir a dor do parto, segundo elas a maior dor do mundo (nunca levaram um chute no saco), ficam regulando a rosca, alegando que dói. Minha mente é curta demais para compreender esses paradoxos. Se bem que eu nem me amarro tanto em pegar um cocô na contra-mão. Acho um boquete bem pago muito mais interessante… Mas falemos sobre outra coisa. Este assunto está me lembrando alguns bons momentos e o Ravengar está acordando (Ravengar é um apelido. Era aquele bruxo calvo com cabelos crespos para os lados, sacaram a comparação? Bom, deixa pra lá…).

    Pode ter certeza, leitor, que a Simony agora é passado para mim. Perdi todo o respeito que tinha por ela, a não ser que ela estivesse lá profissionalmente, se é que vocês me entendem. Inclusive, estou doando a revista para compor o pacote de prêmios do Bolão Pé na Cova do CocadaBoa. Talvez ela seja de melhor serventia para outro porque para mim, não rende mais nada. E digo mais! Vou cometer algum delito grave para pegar uns 20 anos de cadeia. Também quero comer uma artista.

    John Tex

    Envie este artigo para um amigo:

    dialog
  2. A cultura de um psicopata

    Não me lembro de ter lido tanto nojeira e imbecilidade ao mesmo tempo.Primeiro fala do comunismo-embora nunca tenha sido comunista-,mas os comunistas,aqui ,no Brasil,eram simlesmente e continuam sendo, aqueles que pedem o fim de uma herança cultural que só defendida por uma minoria que quer negros e pobres simi-anlfabetos para explorá-los e sempre dar continuidade a privilégios sem se preocupar com o futuro da nação,mas somente com interesses que permeam a vocação rídicula e desumana que perduram na atualidade sob pretexto de uma lisura.

    dialog

Comente