Há quanto tempo você freqüenta a festa?
Freqüento a festa há pouco mais de um ano. Lembro como se fosse hoje a primeira noite em que fui. A VO ainda era feita no Spazio e era noite do Rambo (agosto/2006). Me empolguei demais com tudo aquilo. Um universo todo novo se abria bem diante dos meus olhos e eu via a vida bem mais colorida e alegre, achei tudo muito perfeito. Ainda não conhecia nada sobre as pessoas e o que envolvia a festa, porém já tinha uma certeza: eu sabia que iria voltar!

Conte um pouco sobre como conheceu a Trash 80’s.
Na verdade eu nem sabia que existia algo do tipo. No meio de 2006 eu tinha um relacionamento com uma garota que também não conhecia a Trash, porém, conhecia uma garota (Flá Thezouro) que conhecia e amava a festa e iria comemorar o aniversário no local. Ela ficou super sem jeito de me falar que se tratava de uma balada com público “GLS” por não me conhecer direito e achar que eu poderia responder com preconceito. Eu topei na hora e pedi o site para ver como era e como rolava. Cheguei sem medo e como todos podem ver, gostei tanto que repeti a dose várias e várias vezes e hoje já não me imagino sem ela.

Nesse tempo todo, qual foi a sua festa inesquecível?
Festa inesquecível… Todas são, mas três que com certeza irão entrar para a história de minha vida como um marco são:
“Noite do Cachecol” (7/7/07), “Trash Bene” (17/11/07) – que apelidamos de todososamigosjuntosdenovo.com.br – e “Luau Trash” (12/1/08). Todas na Trash 80’s
Vila Olímpia.
A primeira marcou muito por ser na minha data cabalística, com três números 7, e porque foi o dia em que os poucos se tornaram muitos, se unindo uns aos outros e levando a festa até para fora da festa. Lembro que naquele dia fechamos a Trash e continuamos a festa na rua.
Na segunda festa, reunimos toda a galera que freqüentava muito a VO, mas em dias separados. Começou como uma pequena reunião de amigos e quando percebemos estavam todos por lá. Aí já viu, né? A festa marca, é sempre bom ter todos reunidos.
E a terceira é bem recente, e vai me marcar para sempre. Foi maravilhoso subir ao palco da Trash e mandar ver nos hits dos anos 80 e assistir a toda a galera unida em uma só voz! Além disso, dividi o palco com o Dann que é um “amigaço”. E pude conhecer várias outras pessoas da Trash com quem até então não tinha muito contato. Podemos dizer que foi a realização de um desejo muito forte, o de estar por trás da festa, de entender e fazer acontecer. Adoro isso!

Cite as cinco coisas de que mais gosta na Trash.
1.  A principal de todas: exclusão do preconceito. Vivemos em um mundo tão limitado a certas coisas que eu acho ótimo poder entrar em um lugar onde ninguém repara muito no que você faz ou deixa de fazer. Já enfrentamos muito o preconceito contra várias coisas em vários locais e estar em um local onde ser feliz é o que importa faz bem a qualquer um.
2. Energia: não dá para ficar parado por lá, mesmo nas músicas calmas ou depois de um dia de trabalho!
3. Receptividade: a receptividade é fera! Desde a entrada até a saída, todos estão de bem com a vida!
4. Performances: acho que o dia que acabarem as performances, tanto da trupe, quanto dos trashers, 50% da festa se perderá, pois as performances agitam e animam. Criam expectativas, acreditem, é assim comigo!
5. Músicas: óbvio! As músicas dos anos 80 nos fazem divertir com uma “malícia-inocente” e hoje em dia está tudo muito “escrachado”, o mundo não tem mais a oportunidade de criar passinhos e de fazer a mente pensar em como tornar uma música infantil em algo divertido para adultos, pois está tudo muito sexual e jogado na cara. Adoro o clima avesso a tudo isso que as músicas juntamente com as coreografias nos permitem!

Todo mundo já pagou um “micão” na Trash 80’s. Qual foi o seu?
Haaaaaaaaaaahahahaha! Já me dá vontade de rir só de pensar. Foi no dia 17/11/07, estava com a minha namorada, Carla, na VO quando a Amanda nos convocou para participar de um concurso de declarações de amor para ganhar um par de convites para assistir a peça RJ. Além de subir ao palco para tal proeza, ainda agüentamos o Cris de “tiração” de onda por causa das alturas: a minha 1,85 a dela 1,52. Mas acabamos nos divertindo, eu escapei de ter que me declarar jogando a bomba na mão dela, enquanto eu ficava com caras e bocas… risos…
Foi bacana. Foi nesse dia que a Amanda criou um apelido para nós que ficou até hoje, o de Casal 20 Trash 80′s.

Resuma a Trash 80’s em 1 palavra!
DIVERSÃO!

Pra você, quais as músicas mais legais da Trash 80’s?
Sou “fanzão” das músicas infantis e Menudos. Adoro! Mas, fora esse universo, adoro a trilogia de meus mestres sagrados Sidney Magal e Wando. É muito difícil definir, mas acho que aí temos uma trilogia perfeita: as infantis e adolescentes, as dançantes do Magal e as picantes do Wando. Adoro!

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