Arquivo do mês: junho 2007

Pessoal,

Montei um grupo no Flickr pra gente publicar fotos desses últimos 5 anos (e dos que ainda virão). Qualquer um que tenha conta no Flickr (www.flickr.com) pode compartilhar as fotos com o grupo.

Como fazer isso?
1) Crie uma conta no Flickr (é gratuito). Se já tiver, faça login;
2) Vá em http://www.flickr.com/groups/trash80soficial/ e faça parte do grupo;
3) Para mandar fotos que serão compartilhadas pra todo mundo que acessa o grupo, basta fazer um upload para sua conta no Flickr;
4) Quando a foto já estiver no site, clique na imagem para ampliá-la e aparecerá uma série de opções na parte superior dela;
5) Escolha “send to group” e “Trash 80’s Oficial”;
6) Pronto, sua foto já fará parte da nossa galeria comunitária.
7) Façam comentários, descrições detalhadas, contem um pouco do que a foto e a festa significam pra vocês.

Se todos participarem, em breve teremos a história da Trash 80’s contada por cada um de nós. A maneira mais democrática e sincera de ter um respaldo sobre o legado que essa festa divertida deixará para as próximas gerações.

Dúvidas? É só escrever pra mim.

Junina Didi

Não pense que é fácil emplacar uma nota em um jornal numa cidade como São Paulo. Com trocentas festas rolando, baladas novas a cada final de semana e modismos, furar tudo isso é uma luta.

No entanto, quando se consegue o resultado, o resto é festa. Mais uma matéria para a pasta de clipping. Eba!

PS: Não, não quis aparecer. A foto foi escolhida pela assessoria do MultiShow…rs.

Por Paulo Simas para Trash 80′s
27/06/07

Os fazendeiros e caminhoneiros que passavam pela vila rural de Kaarina, no sul da Finlândia, protagonizaram as primeiras fantasias de Touko Laaksonen. Aos 10 anos, ele tentou traduzi-las e fez seu primeiro desenho erótico, cuja confusão revelava como o sexo era um tabu para a conservadora sociedade finlandesa de 1930. A sorte de Touko foi ter nascido numa família liberal, que o incentivou a ir estudar em Helsinque. O cosmopolitismo da capital ajudou o jovem de 19 anos a desenvolver sua sexualidade e seu interesse pelas artes. Essa combinação iria transformá-lo, décadas mais tarde, em um dos principais nomes da arte homoerótica.

Quem ficou famoso, na verdade, não foi propriamente Touko Laaksonen. Quando a revista americana de fisiculturismo Physique Pictorial colocou um desenho seu na capa, precisou encontrar um nome de fácil assimilação pelos leitores. Além do mais, os anos 50 não eram nada simpáticos para os homossexuais – e esse tipo de revista tinha fama de ser pornografia gay disfarçada. A solução foi adotar um pseudônimo: Tom of Finland.

Nesse período, o desenhista já podia criar a partir não apenas do que via ou imaginava mas também do que tinha vivido. As primeiras experiências sexuais ocorreram logo que chegou a Helsinque, quando Stalin invadiu a Finlândia e ele precisou vestir o uniforme de tenente. Tom aproveitava os blecautes das cidades européias, comuns durante a Segunda Guerra Mundial, e saía às ruas atrás de parceiros. Entre eles estavam até soldados das tropas nazistas, mais tarde retratados em polêmicos desenhos.

Quando a guerra terminou, Tom retomou os estudos, que conciliava com trabalhos em agências de propaganda. Era assim que sobrevivia, já que nem a colaboração com a Physique Pictorial nem os livros gays que passou a ilustrar garantiam bons rendimentos. Dessa fase destaca-se a produção do final da década de 60, quando os países escandinavos liberaram a pornografia. Tom começou, então, a fazer desenhos hardcore, incluindo séries que retratavam o fetiche por couro. “Kake”, que nasceu aí, seria o seu mais importante personagem.

Em 1973, Tom of Finland pôde enfim se dedicar integralmente à arte. Seus desenhos estavam ganhando prestígio, pois exibiam detalhes complexos apesar de serem feitos com um simples lápis preto. Nesse ano, organizou sua primeira exposição, num sex shop de Hamburgo. Foi um fracasso: apenas um trabalho não foi roubado. A segunda exposição, cinco anos depois, teve o resultado oposto. Tom foi para Los Angeles e São Francisco, onde sua obra foi recebida com frisson pela crítica. Na ocasião, conquistou a admiração e o apoio de nomes importantes da arte americana, como o fotógrafo Robert Mapplethorpe.

Os Estados Unidos seriam a segunda casa de Tom depois da morte de seu companheiro, com quem viveu por 28 anos. O ano era 1981 e, desde então, muito da subcultura gay americana apareceu em seus desenhos. A partir da segunda metade da década, por exemplo, Tom desenhou majoritariamente personagens negros, que criava a partir de fotografias de modelos. Outro traço de realidade era a presença constante da camisinha nas cenas de sexo – sinal de que os homens de Tom se preveniam contra o HIV.

O desenhista, cujo trabalho já foi comparado ao realismo de Michelangelo e Da Vinci, só foi conquistar o respeito definitivo na fase final de sua vida. No ano de sua morte, 1991, tornou-se o primeiro finlandês a expor no prestigioso Whitney Museum of American Art, em Nova Iorque. Deixou mais de 3,5 mil desenhos, organizados pela fundação que leva seu nome. Tom of Finland, no entanto, sempre deixou claro que o que fazia não era arte, mas pornografia pura, simples e gostosa.

Saiba mais:
http://www.tomoffinlandfoundation.org/
http://en.wikipedia.org/wiki/Tom_of_Finland

Onze e dez da noite, de uma segunda-feira fria em São Paulo. O telefone toca. Nino do Rio de Janeiro avisa: invadiram a comunidade da Trash.

Um tal de DJ Orly havia invadido o perfil do Tonyy no Orkut e ‘roubado’ a comunidade da Trash.

Liguei pro Eneas, que disse (como se fosse um daqueles agentes de seriados dos anos 80): denuncie usuário no perfil do Tonyy, não coloque nada na comunidade, precisamos de 300 denúncias.

Como sempre parte dos amigos que frequentam a festa estavam online. Chat no msn, um chama o outro e o outro chama o outro e quando nos demos conta éramos 25 homens e um segredo: Quem seria o DJ Orly?

Eneas Neto, o justiceiro, por fim conseguiu banir o malfeitor e se tornar dono absoluto dos poderes de Tonyy.

Desde ontem a pulga continua atrás de nossas orelhas: O que terá realmente acontecido com o perfil de DJ Tonyy, o frango vacilão? Será o início de uma nova saga no Reino de Trash 80′s?

Vejam mais opiniões e dúvidas aqui: http://www.fotolog.net/trash80s

chat.jpg

Deboshow
Repassando o e-mail do pessoal do Deboshow. Eneas e Tonyy darão pinta no som depois do espetáculo.

‘É pique! É pique!

O DEBOSHOW faz 4 anos e como não poderia deixar de ser, uma super festa vem por aí.

DIA 27 as 21h
Clube Hotel Cambridge
Av 9 de Julho, 210 – Centro
R$ 20 ou R$ 10 com carteira de estudante

Você não pode ficar de fora! Faça já sua reserva contato@deboshow.com.br

Venha rir com Percival, o terapeuta sexual, a caixinha de banheiro Pedrina, Sheyla Cristina, o “terror da Vl Guapira”, Glorinha Pariu, a bela Ozerina, Ennioooooooooooo Peçanha e o TALENTOSO cantor Geraldo Geraldino.

Claro que ainda teremos dois grandes números de stand up com Danilo Gentili e Fábio Rabin e os comerciais de Antonio Destro.

VAI SER UMA FESTA DE ARROMBA!

Convidamos para a festa: Kelly Key, Latino, Hebe Camargo, Sandy sem o Junior, Rita Cadilac, Gretchen e muito mais, só não sabemos se eles vão!!!! Heheheh

Acha que é só isto??? Que nada, após o show os melhores DJs de São Paulo, Eneas Neto e DJ Tonyy da Trash80´s comandam a festa.

Informações com Sidney
F: 91776928

www.deboshow.com.br