Poxa!!! Fui convidado para escrever no Trasher da Semana…

De imediato achei um lisonjeio imenso, porque sempre enxerguei a casa como um lugar muito especial e perfeito. Exatamente isso, porque não caberiam todos os adjetivos para um lugar em que todos se sentem bem, um ambiente sempre familiar. Posso acertar em cheio ao levar meus amigos e saber que eles não se decepcionaram com o lugar, com o público sempre interagindo um com o outro, músicas que agradam e encantam a todos os gêneros, coreografias únicas que não existem em nenhum outro lugar, funcionários que fazem questão de tratar bem e saber se estão todos se divertindo 100% – praticamente pessoas que eu poderia dizer que “zelam” pela nossa diversão -, quando os DJ’s atendem nossos pedidos exaustivamente e tudo fazem com um sorriso no rosto por nossa vontade.

E, pelo pouco que vejo, sei o quanto é árduo o que essas pessoas do staff fazem além das noites e matinês para agradar ao público: um lugar sempre em evolução quando se fala em entretenimento na noite paulista.

É tão bom ver todas as pessoas ficarem deslumbradas desde a entrada, sendo tratadas bem pelos doors e hostess da casa, os seguranças, os DJs tocando hinos infantis e músicas que marcaram os gloriosos anos oitenta… Eneas e Tonyy sempre uns fofos, com a simpatia e carisma que só eles têm.

É um lugar em que consigo esquecer todos os meus problemas, ser eu mesmo e nem preciso me preocupar com o que as pessoas acham de mim. É aquele local que você acertará sempre em dizer que esteve no lugar certo, na hora certa e no momento exato de sua vida.

Minha história com a Trash 80′s é a seguinte:
Conheci através de indicação de amigos que diziam de uma balada em São Paulo que tocava Xuxa, Paquitas e todos os ídolos infantis que permanecem na memória de todos.
Quando entrei, tocavam hits do Balão Mágico, e aí veio Trem da Alegria, Xuxa, todas que nós freqüentadores sabemos que fazem a Trash se tornar mais que uma balada!
A partir desse dia não deu outra: querendo ir toda semana, fico ansiosamente esperando passarem os dias pra eu ir. Enfim, tinha surgido um lugar que me fazia ficar elétrico até a última música, por volta das 6h30 da manhã. Fora a sensação boa que temos quando saímos, chegando leves em casa, não ficamos “moídos” no dia seguinte. Você fica com a sensação de que não foi um dia de perda, pelo contrário: um dia de vitória por você mesmo ter contribuído ao ir a um lugar em que a tristeza e depressão praticamente nem passam perto.

Essas e outras coisas tornam a Trash 80′s a melhor balada. Aliás, o melhor lugar do mundo, em todos os tempos.

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