Que orgulho! Sou a Trasher da semana!!!

No dia 27 de agosto de 2006 foi a primeira vez que fui à Trash. Foi engraçado, porque eu queria sair de qualquer jeito, mas não queria ir a um lugar que tocava músicas da Xuxa e do Dominó. Tudo bem que eram músicas que eu gostava quando era criança, mas sair e escutar esse tipo de música? Já tinha ouvido falar que era bom, que era engraçado, mas não tinha vontade nem de conhecer.

Eu estava falando com um amigo no MSN e ele acabou me convencendo, porque disse que estava com bom pressentimento. Eu tinha terminado um namoro longo, de sete anos, estava triste, mas não queria ficar em casa. Fui com a certeza de que ficaria uma meia hora e iria embora.

Não fiquei meia-hora e nem achei entediante, muito pelo contrário: bebi, dancei, beijei (e continuo beijando a mesma pessoa!) e quando fui embora já estava amanhecendo. Adorei, é lógico!

Na semana seguinte, resolvi que queria voltar. Não consegui ninguém para ir comigo e, pela primeira vez na vida, saí sozinha, fiquei na fila um tempão e entrei. A partir daí comecei a ir todas as sextas e sábados. Vício? Bom, não sei, mas se for está me fazendo um bem danado, até hoje…

Até convenci meus amigos a viajarem 400 km, entre eles o Serginho (que só gosta de coisa boa) mais de uma vez, para eles entenderem o que é a Trash, porque não ficava muito claro quando eu falava, falava, falava. Só conhecendo mesmo para entender. E eles entenderam e adoraram!

Para mim a melhor festa foi o Open Bar do dia 11 de outubro de 2006. A festa foi perfeita. Neste dia o Leandro resolveu que queria me namorar e eu resolvi aceitar.

Cada dia que eu ia, conhecia mais e mais pessoas. Não tenho palavras para descrever a generosidade com que estas pessoas me receberam.

Acho que já paguei muito mico na Trash, mas nenhum que eu me lembre muito bem.

As músicas que eu mais gosto são as da Xuxa, Dominó (que ironia…), Rosana, Balão Mágico, Trem da Alegria, Wando…

Sou muito feliz por ter conhecido, em um lugar tão divertido, pessoas tão nobres de espírito. Não se trata de uma balada em uma cidade grande, onde é cada um por si. É uma festa de amigos mesmo, de pessoas que se gostam e querem o bem um do outro. Sem hipocrisia, sem fingimentos…cada um do seu jeito!

Deixando exageros de lado, não posso deixar de agradecer, de coração, ao pessoal do staff, que cuida de mim de verdade, aos DJs maravilhosos, aos trashers, à minha amiga Sheyla, que me convenceu a ir e ao meu marido (souvenir da Trash, Leandro), que fazem a minha vida mais feliz e mais leve.

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