Na portaria, pediram-me para subir. Ao entrar na sala número 36, fui recebida com vários olhares de gente que nunca tinha visto antes. Disseram-me para esperar, que ele logo me atenderia.

Aproximandamente cinco minutos depois, fui chamada. Era estranho vê-lo durante o dia, afinal, o mais próximo que já chegara era para dar ‘oi’, quando ele encostava no extinto bar do lounge.

Fez algumas perguntas sobre minha faculdade, sobre como foi viver sozinha em outra cidade e sobre estar apta a me adaptar a rotinas. Explicou-me o trabalho, chamou aquela que seria minha chefe e esta falou ainda mais sobre o que tinha a ser feito. Estranhei o fato de parecerem me passar tarefas, pois, até onde sabia, era só uma entrevista. Até que ele percebeu minha cara de pasma e anunciou: ‘Ah, esqueci, você está contratada’. Mandou-me subir e conhecer minhas outras companheiras de trabalho, na sala 61.

Lembrei-me de meu pai, dias antes, dizendo: ‘Você vai tanto lá que devia trabalhar para eles!’. Um anjo passou e disse amém, acho eu.

E foi assim que, há exatos dois anos, tornei-me parte do staff da Trash 80′s.

Mesmo com alguns dias complicados (porque eu não sou uma pessoa nada fácil), só posso agradecer esse tempo. E todo o aprendizado e carinho que recebi aqui.

Agora, tenho umas perguntas:

- Rê, você me ama?

- Eneas, como você agüentava esperar dois dias por um Cultura Trash?

- Chi, como você me põe pra dançar vestida de espanhola logo de cara?

Amo vocês.

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4 comentários
  1. Que história bacana. E convivendo com você no dia-a-dia, percebo o quanto vc tem orgulho dessa história.

    Parabéns!

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  2. Ohn.

    Parabéns!

    dialog
  3. Parabéns Rô!!!

    e obrigada por me deixar ficar na mesma sala q você!!!

    =)

    dialog
  4. beleziinha!

    foi nesse dia que eu descobri que a sra fica mais bonita sem óculos =D

    dialog

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