Por Roberta Ribeiro para Trash 80’s

Perla em espanhol significa pérola. E fica fácil fazer uma analogia da cantora de mesmo nome com a pequena preciosidade. Afinal, saiu da pequena cidade paraguaia de Caacupé como mais um grão de areia num mar de aspirantes a cantores, a bela conseguiu nacarar sua voz e torná-la uma das mais conhecidas em seu próprio país e no país vizinho também, o Brasil.

Nascida Ermelinda Pedroso Rodriguez, Perla chegou aos 55 anos com a beleza que impressionou a todos na década de 80, quando lançou seus maiores sucessos. Começou sua carreira cantando em família, com o pai e os irmãos no grupo Las Maravillas del Paraguay. Com 20 anos, decidiu seguir carreira solo e mudou-se para o Brasil.

Nem tudo foram flores no princípio. Apesar de conseguir gravar seu primeiro LP ainda em 1972, o fato é que ela não emplacou. Cantava em espanhol, músicas típicas como “Malagueña” e “Granada”, além de fazer versões para canções nacionais como “Hoje”, de Taiguara, que virou “Hoy”. Ao assinar com a RCA Victor, resolveu tentar cantar em português. Gravou versões para músicas do Abba e explodiu em todas as rádios do Brasil. Seus maiores sucessos foram “Pequenina” e “Fernando”, que não saem da memória de quem viveu a década de 80 e da boca dos trashers.

Aliás, a festa já vai para a segunda apresentação com a musa. A primeira foi em junho de 2004, na festa Trash Made in Paraguai e ela fez o público delirar, não só pela voz e pelas músicas, mas com muita simpatia e beleza. Elementos que fazem da morena atração muito esperada e querida por todos da Trash.

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