Falar da segunda casa é uma tarefa difícil, mas, ao mesmo tempo, fácil.

Não é sempre que a gente encontra um lugar que consegue reunir amigos, família, boa música e momentos únicos.

Fui apresentada à Trash pela minha irmã. A primeira vez foi no finalzinho de 2002, ano mais difícil da minha vida. E ao entrar naquele hotel, fui tomada por uma emoção tão grande que me hipnotizou a noite inteira e me levou às lágrimas, como em nenhum outro lugar. A partir dali, tudo mudou.

Acabei virando freqüentadora em 2003, ano que conheci dona Fê Russa que me viu chorando por causa da música da Simony, “Ursinho Pimpão”.

Enfim, não parei mais, a partir de quinta-feira é lá que estou.

A Trash me trouxe uma família, amigos verdadeiros, sorrisos, carinhos, emoções, uma vida nova, inúmeras alegrias. Como o dia em que fui “DJéia” convidada, que para sempre ficará guardado no meu coração.

Cada final de semana é uma surpresa diferente.

Costumo resumir a segunda casa em três palavras: respeito, amizade, felicidade.
E lá não tem quem fique parado, lá não tem quem não recorde do passado vivendo o presente, lá não tem como cair na rotina. E na segunda-feira sempre fica a saudade e a vontade da semana passar rápido e começar tudo de novo.

A Trash nada mais é do que reflexo do sucesso de todo staff, de todos que organizam com todo carinho do mundo, da dedicação dos DJs que sempre tocam o que a gente quer ouvir, do empenho do Tonyy e do Eneas, por toda dedicação durante esses anos.

A segunda casa nem sabe, mas não tem noção das coisas boas que me trouxe, da revolução que causou na minha vida e de tudo de bom que tem acontecido desde então.

Eu amo a Trash 80′s e não poderia ser diferente.

Três coisas de que eu gosto na Trash?
- Da minha Família Maphia, meus amigos.
- Das músicas que fazem a gente cantar, se jogar e pular de alegria.
- Do carinho que parece brotar do chão ao chegar lá aos finais de semana.

Gostou? Veja também:
Comente no Facebook
Comente