A primeira vez a gente nunca esquece, e a minha foi em 2003. Fui convidada para uma festa no hotel Cambridge, onde rolavam baladas regularmente. Festa essa um tanto quanto peculiar: muita descontração, agito e músicas que nunca imaginava ouvir novamente. Deparei-me com uma pessoa vestindo um roupão, aquilo me chamou a atenção, pude perceber naquele momento que não estava num lugar convencional, e achei ótimo. Aquela noite marcou minha vida.

A segunda vez foi em 2004. Como a maioria das pessoas que são iniciadas no jeito Trash de ser, foi num aniversário. Dessa vez, num espaço diferente. Fiquei meio na dúvida se estava indo ao mesmo lugar que tinha ido da outra vez, mas entrei e logo vi que era a mesma festa, só que melhor. Pessoas num palquinho fazendo coreografias, performances, DJs animadíssimos tocando para a galera, uma energia positiva, um lugar para se jogar, literalmente. E foi o que fiz, me joguei. Amei a festa e prometi começar a ir com mais freqüência.

A terceira e definitiva vez foi em 2005, numa quinta-feira. Dessa vez eu convidei uns amigos para me acompanharem numa noite que seria inesquecível. E realmente foi, a Pop Trash estava demais, dancei muito, me acabei na pista.
Comecei a conhecer pessoas muito legais, fiz amizades, me apaixonei pela Trash e resolvi nunca mais sair de lá. É o que tenho feito, vou à Trash todas as quintas, religiosamente, e quando posso vou nos outros dias também.
Realmente, a primeira vez a gente nunca esquece. A segunda, a terceira, a quarta e todas as outras também.

Amo muito tudo isso.

O que mais gosto na Trash:
- As músicas
- As pessoas
- A energia

Músicas preferidas:
- “O Meu Sangue Ferve por Você” – Sidney Magal
- “Girls Just Wanna Have Fun” – Cyndi Lauper
- “Freedom ‘90” – George Michael

Brinquedos:
- Ursinhos Carinhosos
- Moranguinho
- Pogobol
- Lango Lango

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