Ah, a Trash 80´s…

Difícil traduzir esse lugar em palavras. Tantos sentimentos.

Conheci a Trash em 2004, quando terminei um relacionamento de anos. Precisava me divertir de qualquer modo e alguns amigos que já tinham ido me apresentaram a casa.

Não sabia do esquema de filas ou outras coisas e, como estava acostumado a chegar tarde nas baladas, quase não entrei. Quando era mais de 1 da manhã, finalmente consegui. Já estava maravilhado só com a porta. Gente louca, zoando, pareciam todos amigos!

Quando entrei outro impacto. Todos se conheciam e os que não se conheciam eram extremamente simpáticos. Em pouco tempo já tinha dado “oi” pra metade da balada e a outra metade ficava olhando com o mesmo espanto que eu.

Músicas simplesmente demais. Estava sorrindo depois de dias tristes. Sorrindo não, estava extasiado. Não me cabia em mim mesmo. Era felicidade demais. Tanta música boa, tanta gente bonita, e nada, nada de preconceito. Não tinha aquele clima normal da noite. Ninguém reparava na minha roupa, ou em quem eu estava paquerando, e quando me enganava, simplesmente ouvia um “não rola” e era puxado pra dançar com a própria pessoa, mais feliz ainda.

Depois de um período de afastamento, voltei, com força total. Levei mais e mais amigos. Conheci mais e mais gente. Gente simplesmente demais. Pessoas interessantes, cultas e surtadas, muito surtadas.

Não mudo de casa; o cortiço é minha casa e até me mudei pra perto, pra ficar ainda mais fácil o antes, durante e depois (como chamamos, esquenta, Trash e esfria) sempre com pessoas muito queridas.

Valeu galera, staff, trupe, trashers e cada um que ainda está por vir nessa vida Trash!

Três coisas de que mais gosto:
- A quantidade de colegas trashers que viram amigos a cada balada;
- As dancinhas, sempre divertidas e cada vez mais surtadas;
- As performances, sempre esperadas com tanta animação.

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