Tudo começou em 2002, quando fui pela primeira vez com o Adriano “Bobo da Corte”. Eu me lembro que o nome da festa era Trash Bailinho, escrito em um quadrinho tipo sugestão do chef. Falaram que era uma festa super legal e muito, mas muuuito chique! Eu fui todo “pomadinha”. Quando cheguei à porta, recepcionado pela ilustre Janeyde, logo pensei: “que lugar é esse?”

Vi aquela fila básica, interminável, já operando no rodízio, mas estava determinado a conhecer essa casa que tantos me falavam que era muito divertida, espetacular e mágica!

Quando estava quase na entrada, o som vazava, e ouvi a música de abertura de “Cavalo de Fogo”, desenho de minha infância: já me diverti na fila.

Quando entrei na casa, percebi um clima totalmente diferente, uma galera superdescolada e divertida. Foi paixão à primeira vista. Duas figuras no palquinho se destacaram pra mim: um era o Cris Mariposinha e do outro não me lembro o nome.

Só que às vezes me faltava uma companhia para ir. Até que chega o momento e você pensa: “não preciso ir com ninguém à Trash, eu vou é sozinho!”. A partir desse dia comecei a bater ponto na festa.

Com o passar do tempo, conheci pessoas maravilhosas (Aninha, que eu adoro muito e eternamente, Ju Poletti, Cá, Gus, Ângela, Elisa Priedols, que eu amo de paixão, Dan Cowboy, Peterson, Tati Barreto, e a galera do staff: Mara, Lore), enfim muitas pessoas que não dá para colocar aqui. E ainda tem os DJs, pessoas que vou levar por toda vida. Depois de conhecer a Trash, todas as outras baladas ficaram chatas, insuportáveis. Não sei o que é colocado no ar da festa, mas é algo viciante!

Minha mãe é louca para descobrir o que acontece nessa Trash, que eu tanto vou! E acredito que muitas mães também querem descobrir esse mistério.

E a Trash é isso: diferente. Cada noite um acontecimento. Fora o respeito que rola dentro da casa. Um lugar onde posso descer até o chão, dançar funk, sertanejo, lambada, rock farofa, boys bands, tudo na mesma noite. Com banho de espuma, gelo, gelo, gelo, open bar… Não precisa falar mais nada: é diversão garantida.

Com certeza a Trash é a festa que irei freqüentar por muitos e muitos anos.

Três bandas que gosto:

New Kids on the Block
Bruno e Marrone com “Boate Azul”
Trem da Alegria

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