Conheci a Trash em outubro de 2004, era aniversário de uma amiga, numa quinta-feira.

Conversando com algumas pessoas todo mundo disse que o lugar era a minha cara, que tocava as músicas que eu vivia cantando, como Xuxa, Chaves, Angélica, Trem da Alegria etc., e que eu iria adorar.

Achei ótimo e lá fui eu de maria-chiquinha no cabelo. Chegando lá, tava rolando um karaokê do qual eu fiz questão de participar com as minhas amigas cantando “Amigos do Peito”, sem saber que a música tocava direto na Trash.

A noite foi passando e eu fui me apaixonando. Pelo lugar, pelas pessoas, pelas músicas, eu estava tão feliz! Tinha achado o meu lugar!

Desde então eu nunca mais deixei de ir à Trash.

“Batia cartão” toda quinta-feira, que é o dia do qual eu mais gosto. Aí comecei a ir às sextas também, depois oos sábados e, aos domingos, quando tem Trash Benê, que eu ajudo com gosto.

Hoje, sempre que posso eu vou. Pelo menos uma vez por semana eu tenho que ir!

Eu posso dizer que fiz grandes amigos, conheci pessoas queridas com as quais eu quero ter contato pra sempre na minha vida. Fora que é ótimo causar com todos, dar muita risada, se divertir e ir embora feliz, MUITO feliz, já pensando na programação da próxima semana, lógico!

O que eu mais gosto na Trash:

1) Das pessoas, do carinho, da energia. Todo mundo se conhece, se não conhece é uma questão de tempo apenas.
2) Das músicas que tocam que fazem a gente delirar em qualquer sentido.
3) De surtar e ver todo mundo surtando junto!

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