Minha primeira vez na Trash foi em fevereiro de 2005. Fui somente para acompanhar minha amiga que havia começado a trabalhar no bar, tanto que fiquei sentado a noite inteira no latão de lixo esperando que ela saísse para irmos embora. Achei muito estranho aquele monte de gente em cima do palco fazendo coreografias e surtando ao som de musicas infantis.

Mas aí fui lá uma segunda vez e resolvi dançar um pouco. Na terceira vez já estava em cima do palquinho fazendo aquelas mesmas coreografias e surtando junto com aqueles trashers. Para mim a Trash é exatamente o que ela se
propõe: uma festa de amigos.

Mais que uma balada, a Trash é um ponto de encontro de amigos, não só dos grandes amigos que lá fiz, mas também dos amigos de fora que acabei viciando na Trash. É um lugar onde só tem gente feliz, uma grande família, funcionários que te conhecem e sempre estão com um sorriso no rosto para te atender.

Lá fiz amigos, encontrei amores e enfrentei desamores, passei alguns dos melhores momentos da minha vida, resgatei minha infância ao lado de pessoas que, como eu, acreditam na inocência de simplesmente ser feliz sem ligar para a opinião dos outros.

Hoje não consigo imaginar como teria sido se eu não tivesse conhecido a Trash e os amigos que ela me deu de presente, como o pessoal do Quatrilho, Maphia, 6ª B, pessoas com quem eu me relaciono também fora da Trash.

Agora que sou trasher de carteirinha, peço que a semana passe logo para que o final de semana chegue e eu possa fazer o de sempre: esquecer todos os meus problemas e entrar nesse fantástico mundo de alegria e diversão chamado Trash 80’s.

O que mais gosto na Trash?

- Poder voltar a ser criança;
- Comer pastel na feira no domingo de manhã (se tiver guerra de mexericas então…);
- Ficar sempre com o gostinho de quero mais e ver que todos que vão voltam sempre

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