Comemoro meu primeiro aniversário de Trash como trasher da semana… tem maneira melhor de assoprar a velinha?!

Diretamente do túnel do tempo…
Tudo começou com um convite do amigo e também companheiro de lida Márcio (vulgo Marmigué) pra, num sábado de outubro de 2004, irmos com uma galerinha pra Sampa comemorar seu aniversário num lugar chamado Trash. Como? Trash! E o que rola lá? Um bando de gente divertida que se acaba de dançar ao som dos anos 80. Fechado! Como nunca tinha ido nesse lugar antes?

Festa estranha com gente esquisita…
Pega reto aqui, vira à direita, depois contorna ali na frente e, se você não fizer nenhuma barbeiragem, chega lá. A ponte rodoviária Jundiaí – Trash, ainda desconhecida, iria se tornar a coqueluche dos finais de semana. Já de cara, para me desvirginar, tive o prazer cósmico de ver o show da Gigi, aquela do Bambalalão. O que mais eu poderia querer? Um banho de lembranças bem vividas quando a única preocupação era não querer dormir para não parar de brincar. E lá pelas tantas e outros tantos copos (não sou mais criança!) até foto com a Gigi eu tirei!

Meu corpo estremece e já não consegue parar…
Daquele dia em diante foi vício à primeira vista! O efeito dominó foi imediato e a caipirada jundiaiense começou a invadir a Trash! Eu queria que todo mundo conhecesse aquele lugar superfantástico! Chamei meus amigos, amigos de amigos, ex e atuais, primas, irmão com a namorada e quem mais quisesse vir! E, claro, todos amavam e queriam bis! As caravanas começaram a arrecadar cada vez mais corpos curiosos, rumo à capital, pra diversão garantida!

É tão bom, bom, bom, bom…
Sempre passo momentos bons por lá. Não consigo puxar na memória algo ruim que possa ter acontecido nas noites que varei dançando, rindo com os amigos das antigas e com tantos outros novos que conheci por lá. Não consigo porque não existe, claro! Chatice não “orna” com Trash! Diversão, sim! Pessoas animadas, bom humor, beijo na boca e também novos amores! Portanto, fiquem atentos às flechas do Cupido porque, com certeza, ele também é um trasher! Resumindo, o lema é: abra suas asas, libere a energia e vamos pular!

Um dia me perguntaram se eu não cansava de ir à Trash. A resposta foi simples: NÃO! E por quê? Porque não, oras! Só indo pra entender o que digo… como costumo falar: eu vou, quem quiser que venha…

Uma música: “Menina Veneno” – pra toda minha patota!

Gostou? Veja também:
Comente no Facebook
Comente