Minha relação com a Trash 80’s surgiu de um simples convite. Em 2003, eu e dois amigos (Nauê, também assíduo freqüentador, e André) fomos convidados a conhecer a festa, em um sábado qualquer. Sem saber do que se tratava e, como não havia lugar algum pra ir, acabamos aceitando.

Já na porta fomos surpreendidos por uma hostess que brincava de adoleta (!) com as pessoas na fila, e eu me fiz aquela perguntinha: “o que é que eu estou fazendo aqui?!”, enquanto meu amigo emendava um “ainda dá tempo de voltar hein?”. Bobagem nossa! Resolvemos encarar aquela festa aparentemente estranha.

Foi só entrar e perceber que a minha vida iria mudar (literalmente) depois daquela noite. Não me lembro exatamente o que estava tocando. Mas era tanta coisa boa e que eu não ouvia há tanto tempo, que eu não sabia se dançava ou se ficava só ouvindo, curtindo, tentando lembrar a letra. A cada música que entrava, uma surpresa nova.

Eu via todo mundo dançando e cantando junto, se divertindo de verdade, sem se preocupar se quem está dançando do seu lado é isso ou aquilo, gosta disso ou desse ou daquele outro… Foi tão bom que meus amigos me perguntaram, ao final da noite, se estaríamos lá novamente, na semana que ia chegar. LÓGICO!

Desde então, estou praticamente todos os finais de semana na Trash. É cada dia uma surpresa nova, fosse nas performances, nos picapes ou conhecendo outras pessoas. Conheci gente que hoje em dia faz parte da minha vida, do meu dia-a-dia, e eu não consigo imaginar como é que eu vivia até agora sem ter elas ao meu lado.

Sem contar que já levei muita gente pra Trash. A maioria amou e freqüenta até hoje. Também não posso esquecer das pessoas que fazem a festa, e que por não sair mais de lá, conseqüentemente acabei conhecendo. DJs, seguranças, hostess, o pessoal do bar, o pessoal que organiza, todo mundo. Eles estão de parabéns por fazer dessa festa a melhor de São Paulo, e sem dúvida, o melhor lugar que eu freqüentei em toda minha vida, afirmo isso sem exagero algum.

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