Cheguei na Trash em maio de 2003, pelas mãos de amigos do trabalho que me convidaram para conhecer uma festa totalmente diferente, começando pelo lugar, no centrão de São Paulo. Na primeira vez, confesso, tive um pouco de medo. Como será que são as pessoas que freqüentam essa festa? Que tipo de música toca lá? Mas fui!

Na entrada, uma hostess, que se denominou Brega Queen, insistia em me chamar de Kylie Minogue morena. Mal cheguei à festa e já senti a energia que aquele lugar passa. É realmente contagiante.

O tempo foi passando e eu e minha dupla inseparável (o Paulo, vulgo Paulete) começamos a freqüentar a Trash todos os finais de semana, encontrando sempre as mesmas pessoas. Não é uma festa para mim, é a minha segunda casa, é o lugar em que eu me sinto muito bem, onde eu tenho muitos amigos, sou completamente VICIADA!

As amizades que conquistei na Trash começaram de uma brincadeira no andar de cima da festa. Um grupo de pessoas, por terem muito em comum, faziam farra dentro e também fora do Caravaggio. O grupo recebeu o nome de Trash Mezzanino. Foram viagens, festas, churrascos. Muitas risadas e “causações”!

Meus pais nem falam mais nada. No começo diziam: “Mas você não sai desse ‘muquifo’”. E eu respondia: “Não é ‘muquifo”, é CORTIÇO!”

Já levei minha irmã à Trash, minhas amigas da faculdade, do colégio, etc. Faço a maior propaganda, e sempre escuto: “Você é louca de ir a um lugar desses!”

Fui convidada para ser DJ por uma noite na Trash, no final desse mês! Sei que vai ser a melhor experiência da vida!!! Tocar e ver a galera dançar. Obrigada pela oportunidade, Tonyy e Eneas!

Foi na Trash também que eu conheci uma pessoa que, há mais de um ano, vem fazendo a minha vida mais feliz. Da velha guarda da Trash. Um ícone!

O lema da Trash é diversão garantida, mas pra mim é mais do que garantia, é certeza!

Música preferida: Sândalo de Dandi

Artista: Madonna… quem não gosta dela, né?

Festas: adoro as mais caricatas, em que tem que ir com algum tipo de fantasia e que têm performances, sempre ótimas

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