A primeira vez que o nome Trash chegou aos meus olhinhos foi lendo uma matéria na Revista da Folha, no comecinho do ano passado. Logo que vi, surtei, queria aparecer lá de qualquer jeito. Imaginava como seria estar num lugar onde tocariam músicas que marcaram profundamente minha infância e adolescência.

Peguei o telefone, liguei pra minha amiga Carol e corri lá pra mostrar a revista a ela. Combinamos tudo e, na última hora, ela me deu um bolo e foi forrozear. Na mesma noite, a Carol conheceu seu atual namorado e abandonou a fase baladeira. Falei com várias amigas, mas nenhuma se empolgava com a idéia e eu achava isso o cúmulo. Como não gostar de músicas que sempre nos fizeram tão felizes? Devido a isso meu desejo de ir à Trash foi sendo adiado por meses e meses.

Eis que surge o Orkut, o verdadeiro coveiro das amizades enterradas e nos traz de volta os vultos do passado. Voltei a sair com a minha turma do colégio, até que no aniversário do Ale, marcamos de ir pra Trash (até que enfim…). Era o show do Fofão, o lugar estava bombando, estávamos em mais ou menos uns 15 amigos. Nunca me senti tão realizada num lugar quanto ali, me acabei de tanto dançar, me emocionei vendo clips que me levavam de volta a uma época maravilhosa da minha vida.

Quando olhei pro palco e vi o Chico e o Catatau dançando, pensei: “É isso que eu quero, pra sempre”. Voltei pra casa totalmente rouca e com a promessa de que nunca mais abandonaria aquela balada. Desde então, não falhei mais uma semana sequer, toda quinta no Caravaggio e todo sábado na V.O. – pra ver o Catatau tocar.

Pra falar a verdade, fiquei quase um mês sem aparecer, mas só porque estava passando férias em Salvador, e, logo que voltei, a primeira coisa que fiz foi pintar na Pop Trash (o melhor dia da festa). Agora, depois do Carnaval, vi que não consigo mais ir pra nenhuma outra balada que não seja lá. A Trash já está virando minha segunda casa, onde encontro um monte de pessoas queridas, que fazem com que eu me sinta muito bem e com um super alto-astral.

Três coisas que mais amo na Trash:

- Wander e seus incríveis sets de músicas infantis;

- O Trio C dançando é tudo (Catatau, Chico e Cris Mariposa);

-Rafinha apresentando o videokê.

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