Conheci a Trash 80’s ano passado. Fui pela primeira vez com uma amiga que dizia maravilhas do lugar e, logo de cara, me encantei. Foram raras as vezes em que vi tanta gente bonita, feliz e unida numa massa dançante e de bem com a vida.

Lembro que logo quando eu cheguei estava tocando “O amor e o Poder” da Rosana, e eu achei o máximo. Fiquei tão encantada que me joguei. Logo depois, Trem da Alegria, Balão Mágico, Madonna e tantas outras músicas que fizeram parte da minha infância e que eu adorava. Aquilo foi me contagiando, contagiando e quando eu percebi já estava no meio da pista, tomada pelo que hoje eu chamo de “Trash Endorfina”. Alguma coisa que anestesia e manda embora qualquer dor, deixando só a sensação maravilhosa de estar entre pessoas do bem, fazendo o bem.

Depois dessa primeira vez, fiquei meio em hiatus. Por motivos alheios à minha vontade, fiquei uns meses afastada da Trash e senti saudade. Muita saudade.

Foi quando neste ano resolvi comemorar meu aniversário lá. Foi a melhor escolha que eu poderia ter feito. Arrastei minhas primas pra Trash e foi o melhor aniversário da minha vida. Nunca dancei tanto, nunca conheci tanta gente legal, nunca dei tanta risada.

A partir daí, minha semana só é completa se tem Trash. Não importa se uma, duas ou três vezes na semana, o importante é estar lá. E melhor que isso, agora toda vez que eu vou arrasto um amigo comigo, alguém que nunca tenha ido ou alguém que assim como eu ADORE arrasar na pista e, assim, ando sempre em boa companhia.

A Trash é “o lugar”, as pessoas de lá são “as pessoas” desde a hora em que você chega na fila até o momento em que vai embora. Sempre tem alguém com um sorriso no rosto disposto a te acolher e as músicas são “as músicas”

É isso que faz da Trash, hoje, a minha segunda casa!

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