A primeira vez que fui à Trash 80’s foi em novembro de 2004, para comemorar o aniversário de uma amiga minha.

Tudo o que fiquei sabendo é que ela iria comemorar o aniversário numa festa chamada Trash, mas não obtive maiores informações sobre a casa.

Como todos sabem, os amigos são para todas as horas e em se tratando de balada de aniversário não questionamos: apenas aparecemos no local marcado.

A primeira pessoa que encontrei foi o Cris Mariposinha, que figura!

Confesso que me assustei e cheguei a ficar paralisada ao perceber tudo o que estava ao meu redor, mas esse choque inicial durou pouco, pois logo comecei a ouvir as musicas que fizeram parte da minha infância. Mesmo assim ainda me sentia um pouco perdida e pensava comigo mesma: “Bem que a minha amiga podia ter falado o que rola aqui!”

Para me sentir mais relaxada, resolvi beber um “pouquinho” e ao final da noite acabei bebendo 12 garrafas de Smirnoff Ice.

Quando dei por mim, já estava na pista surtando e causando, e foi neste momento que percebi que essa é a melhor balada que conheci. Desde então freqüento a Trash 80’s todos os finais de semana e acabei pulando as 6 noites de carnaval no Caravaggio. Após o carnaval percebi que só o final de semana já não era o suficiente e passei a freqüentar a casa de quinta-feira a domingo.

Para mostrar que meu amor pela Trash é incondicional e também viciante, já fui à festa até com tala no joelho.

Nada me impede de curtir meu final de semana com meus amigos trashers, e hoje não tenho mais vontade de freqüentar outro lugar que não a festa.

Alguns podem achar que estou exagerando, mas não consigo me imaginar em outro lugar. Fiz novos amigos e tenho certeza de que os levarei para a vida. Denis, Paquito, César, Ju, Coringa, Janeyde, Mariachi, entre outros.

Na Trash me sinto segura e super à vontade.

Música:
Esse item é difícil. Amo tudo o que toca por lá, porém, quando toca “Fogo e Paixão” do Wando… ai, meus sais! Fico louca!

Artista:
Magal: foi o máximo ter ido ao show e ainda ter tirado uma foto com ele

Festa:
Os DJs são excelentes, mas quando o Wander toca as músicas infantis eu surto geral.
Outra coisa que valorizo na casa é o respeito que rola entre os freqüentadores (público e staff).

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