Quando ouvia as pessoas falando sobre a tal Trash 80´s, meu único sentimento era de raiva. Ora, não era possível que existisse um lugar tão bacana!

Foi há um ano e meio que fui conhecer a casa de loucos. Desde então virou um lugar onde posso fugir do clímax urbanóide, insensível às pessoas e desvinculado da felicidade. Um lugar cuja boa “vibe” concentrou loucos de todo o gênero, com seus ótimos corações e uma capacidade de expelir alegria pelos poros a cada música que toca. Foi onde aprendi que a mais contagiosa doença que existe é a felicidade. Aliás, o chão do Clube Caravaggio tem alguma força magnética que suga qualquer energia negativa que se possa possuir (se assim não for, o Nola, com sua força magnética, tira pela porta mesmo).

Se posso descrever um grande momento, dentre tantos, certamente foi a festa de Halloween de 2004. Às 6 da manhã estava na pista com poucos “guerreiros” que não paravam ao som de “Voyage, Voyage” tocada pelo Tonyy (mackenzista). Fechei o olho e fui…

E pra aqueles que gostam de “pegar” alguém, na Trash não se pega, se conquista. As pessoas se conquistam. Eu fui conquistado. E sou, todas as vezes que lá estou…

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