Por Roberta Ribeiro para Trash 80´s

Um dos possíveis significados de performance, segundo o dicionário Houaiss, seria “espetáculo em que o artista atua com inteira liberdade e por conta própria, interpretando papel ou criações de sua própria autoria”. Talvez seja essa a parte mais divertida nas apresentações que ocorrem na Trash semanalmente. Nunca se sabe o que esperar delas.

A Pop Trash, nas quintas-feiras, é uma das campeãs em performances. Todas as semanas, um ou mais trashers são convidados – ou seria “convocados”? – a subirem ao palquinho e mostrarem seus dons artísticos. Não é que saem coisas boas? Como esquecer o japinha Craudio interpretando “Pequenina” de Perla? Ou o DJ Catatau e Edinho em “It’s Gonna Be Me”?

Mas ninguém aprontou mais nos palcos da festa que a intrépida Trupe Trash. Ângela, Edinho, Cristiano e companhia aprontaram poucas e boas e alegraram todos os lugares por onde passaram. Depois de três anos de Trash, todos ganharam um grupo preocupado em fazer das performances algo original e cada vez mais interessante para quem assiste.

Aliás, antes que a Trupe aparecesse, em abril deste ano, Cris Mariposinha já havia se tornado um dos mais queridos personagens da Trash. Mesmo quem vai à festa pela primeira vez acaba impressionado com a presença do moço. Não só pela beleza física, mas pela simpatia e extroversão que demonstra onde quer que esteja. Assim nasceram personagens como o corinthiano da Super Trash do Havaí em janeiro ou – ousadia – o Pimpinella de “Siga Seu Rumo”, numa Matinê em agosto.

Já a bela Ângela, moleca como só ela pode ser, trouxe seu encantamento para a festa em maio, quando a Trupe já existia. Era ela a Sandra Rosa Madalena que Sidney Magal seduzia no palco do Tom Brasil na festa de três anos da Trash. Bailarina extraordinária, fez com que coreografias como a do final de “Dirty Dancing” se concretizassem ante os olhos de encantados espectadores. Ousadia repetida, com os outros membros da Trupe, na performance do medley de Rick Martin, que ela ensaiou com seus companheiros e que deixou de boca aberta a quem assistiu.

Por fim, o espoleta Edinho completa a base do grupo. Pau para toda obra, o rapaz se destacou em aulas de dança com a agora parceira Ângela e caiu no gosto do público com seu sorriso bonito sempre aberto. Sua participação em performances como “Noite Preta”, no Halloween, ou performances do “Fantástico”, na segunda vez em que a festa foi contratada para fazer uma festa no Tom Brasil. Foi a grande surpresa da apresentação, que encheu de orgulho a todos da equipe da festa.

Além disso tudo, as performances estreladas por trashers comuns, aquelas que nascem da vontade de quem as propõe, ainda são das mais queridas. Quem consegue esquecer do DJ Tonyy e seus cactos animados em janeiro? Ou a Garota Verão Fabi Ribeiro como Elba Ramalho na festa Mulher Nota Zero? Nesses momentos, é fácil entender porque a Trash continua com o mesmo pique de quando foi criada.

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