Um belo dia, uma amiga me disse: “Marcelo, o Mauro, meu irmão, está indo numa balada que é a sua cara!”

Na primeira excursão que saiu aqui de Ribeirão Pires eu não pude ir, mas todos que foram insistiram em dizer que a balada era minha cara.

Na segunda excursão eu tive que ir. Eu, minha esposa e alguns amigos. Resumo da ópera: realmente era minha cara. Quando eu vi o Cris Mariposinha dançando “Companheiro”, surtei, voltei à década de 80.

Assim como a Larinha Goonie, entrei criança e saí adolescente da década de 80, e minhas melhores lembranças estão naqueles “ anos perdidos”. E o templo sagrado que guarda todas essas lembranças é a Trash 80’s.

Bom, o vírus me pegou, não consigo ir a nenhuma festa sem compará-la à Trash, indico a todos os meus amigos, tenho camiseta da Trash, tenho adesivo da Trash, minha filha de 2 anos só ouve (e gosta) de músicas dos anos 80 que tocam na Trash, além, é claro, de participar diariamente dos debates de todas as comunidades da Trash no Orkut.

Coisas que mais gosto na festa:

As musas: Lulu Alencar, Ligia Helena e Fabi Ribeiro.

Os mestres: DJ Tonyy, Eneas Neto e Nico.

As músicas: “Companheiro”, “She-Ra”, “Walking like an Egiptian”

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