Lembro bem o dia em que fui à Trash pela primeira vez. Era um sábado e a fila na Trash Centro dava volta no quarteirão. Tentei entrar, mas não deu. Tinha que voltar cedo para casa.

Então comecei a freqüentar a filial da Vila Olímpia. Inicialmente, ficava super sem jeito de me soltar, não sabia que as pessoas não tinham essa de “ficar reparando”. Aos poucos fui ficando cada vez mais solta e sendo cada vez mais eu.

Conhecer o pessoal que trabalha na Trash também ajudou muito, pois essas pessoas me mostravam que cada vez mais, que eu podia me soltar e ninguém ficaria comentando sobre mim por isso. A Ligia já tinha estudado na mesma faculdade em que eu estudo e mal nos conhecíamos, porém tive o prazer de conhecê-la melhor por meio da festa. Depois conheci o Catatau, um fofo, doce de pessoa. Por fim, conheci o Wander, a Chiara, o Rafinha, o Eneas e fui gostando de cada um deles e de freqüentar essa festa maravilhosa.

Ver Gretchen, Magal, Luiz Caldas, Ritchie foi ótimo! Depois foi a vez do show do Toby e do Luciano (Balão Mágico X Trem da Alegria): loucura total.

Relembrar minha infância e adolescência é a melhor diversão que posso ter. Atualmente sou apaixonada pela Trash. Estar na Parada do Orgulho GLBT de São Paulo com vocês foi demais também, tudo de bom.

Quero mandar um beijo pra todos da festa e dizer que ela é a responsável por eu ter feito novos amigos e ter conhecido pessoas ótimas.

Hoje vejo tudo com outros olhos. Ouço uma música dos anos 80, lembro de Trash; passo na porta de um brechó e vejo um manequim com aquele visual que usava nos anos 80, lembro de novo; estou ficando cada vez mais louca por esta festa linda.

Parabéns a toda a equipe da Trash por garantir esse clima mágico! Adoro essa energia!

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