Por Roberta Ribeiro para Trash 80’s

Ex-jurada do “Show de Calouros” do “Programa Sílvio Santos”, Flor fez jus ao nome em sua passagem pela Trash 80’s: simpática e bem-humorada, a agora cantora não se esquivou de nenhuma pergunta na entrevista que fizemos antes de sua apresentação. Confira abaixo:


Flor, de onde vem seu apelido?

Meu nome mesmo é Florildes. Aí, minha mãe sempre me chamou de Flor. Mas desde pequena eu sempre fui muito namoradeira e era complicado para os meninos entenderem como eu me chamava. Aí, eu já falava direto que me chamava Flor, pra ficar mais fácil. Ficou.

Você ficou conhecida como jurada do “Show de Calouros” do “Programa Sílvio Santos”. Fez algum trabalho anterior? Como iniciou sua carreira?

A primeira vez que vi o Sílvio foi quando meu avô ganhou um carro do “Baú da Felicidade”. Fiquei numa fila com ele e o Sílvio parou pra mexer comigo. Foi a primeira vez que vi aquele homem enorme, vermelho. E falei pra ele: ‘Um dia ainda vou trabalhar com você’. Era pequenininha, tinha uns seis, sete anos no máximo. Aí, comecei na TV em programas menos conhecidos e depois fiquei como caloura do “Show de Calouros” durante três anos, sem ganhar nada. Um dia, o Sílvio resolveu me pôr como jurada e deu certo, consegui finalmente trabalhar com ele.

Como jurada você sempre apoiava os calouros, mesmo que eles não fossem muito bons. Era combinado?

Na verdade, eu sempre tentava não massacrar os calouros. Mas tinha uns que o Sílvio chamava e [faz um gesto com a mão de “cortar o pescoço”]… Esses a gente tinha que criticar. Aí, valia qualquer coisa, falar que a pessoa cantava mal, que o sapato era horrível, qualquer coisa era motivo pra dar pouco dinheiro. Mas eu tentava não dar o mínimo mesmo. Tinha pena.

O Sílvio sempre dizia que você era virgem. Era mesmo? Ou era mentira?

Digamos que eu sempre serei. Porque nasci em 4 de setembro, então… Eu até era virgem no começo. O Sílvio descobriu e gostava de brincar com isso. Aí, sabe como é, descobri o amor, me apaixonei e perdi o que tinha que perder. Contei pra ele e pedi pra que não falasse mais que eu era virgem. Ele disse que ia continuar falando, que era brincadeira só. Mas quando ele falava, eu quase morria de vergonha. Ficava vermelha, queria sumir.

Há pouco tempo você causou polêmica ao afirmar que vivia de luz. Ainda é assim? Como funciona?

Na verdade, não é de luz. Vivi durante um bom tempo me alimentando de ar. Um dia, estava assistindo ao “Programa do Jô” com minha irmã e ela viu essa dieta, que é australiana . Resolvemos tentar. Deu certo. Aí, para provar que era possível, fiquei trancada quinze dias num quarto de hotel, só bebendo água e fazendo exercícios. Não é como todo mundo pensa, quem faz essa dieta também come, mas come muito menos que o “normal”, porque consegue retirar nutrientes do ar. Atualmente não faço mais a dieta. As pessoas pararam de me contratar, fiquei sem trabalho por causa disso. Aí, entre a dieta e o trabalho, óbvio que escolhi o trabalho.

Atualmente você faz shows como cantora. Como escolhe seu repertório?

Ah, eu canto de tudo um pouco. Escolho meu repertório pra que todo mundo possa cantar junto.

Como vê o revival dos anos 80? Como é se apresentar na Trash 80’s?

Eu adoro, né? Afinal, foi lá que eu comecei minha carreira. E a Trash é ótima. Preparei um repertório especial pra cantar aqui e até vou fazer umas brincadeiras e distribuir brindes para o público. A animação das pessoas, a forma como elas vibram é muito legal. Fico muito feliz em poder participar disso tudo.

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6 comentários
  1. Olá, estimda Flor., com muita felicidade que me dirijo à vc., para adiantar minha sincera admiração, pela imensuravel importancia que, vc. causava em toda minha familia, quando fazia parte importante do programa de caloros de Silvio Santos, cuja maior admirado aqui em casa éra, minha amada e inesquisivel maezinha Carmem, que lhe adorava.

    Desejo que, vc. esteja muito feliz em seu atual trabalho e que num futuro próximo tenhamos a felicidade de assisti-la em programas importantes de TV.

    Te saudo, atenciosamente Oszwaldo Andrade dos Santos.

    dialog

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