Pra falar bem a verdade, eu não faço idéia de qual foi a data em que me encontrei encantada pela tal festa chamada Trash 80’s, estou até com vergonha porque todo mundo aqui sabe, mas, enfim, paciência. Sou péssima pra datas, mas pelo menos sei que foi em julho de 2002 que meu amigo me levou pra conhecer a casa. Posso garantir que desde o início ela já havia invadido o meu ser, apesar de relutar com os meus amigos dizendo que eu sabia freqüentar outros lugares, ao contrário deles. Mas não teve jeito: o amor falou mais alto e acabei me rendendo ao som e à alegria do lugar, e agora não consigo mais sair de lá. Nem quero. O mais legal da Trash é que depois de um certo tempo você não vai apenas para dançar alucinadamente na pista músicas que você não ouve em mais nenhum lugar (apesar de existir uns clones). Você vai porque gosta de encontrar as pessoas que lá freqüentam, rola uma identificação e a liberdade de você fazer ou falar qualquer coisa sem ser criticado, essa é a magia! Você libera os seus sentimentos enrustidos. E não pára por aí. Depois com certeza você vai abrir um fotolog, postar as fotos do final de semana e contar todos os acontecimentos. Entrar no Orkut e adicionar todas as comunidades relacionadas, dar idéias para a festa, colaborar com a Benê, ganhar pulseirinhas, se tornar DJ convidado ao lado dos seus ídolos. E pronto! Pode-se dizer que você é um trasher de carteirinha. Enfim, finalizo dizendo que a Trash não foi feita para todos, e sim para aqueles que percebem que a essência da festa é o simples fato de você ser você mesmo! É isso. Momentos marcantes Trash Heróis Trash Benê (quando entrei para o grupo dos anjos) Performance do Baccara com Lulu O dia em que fui DJ por acidente O dia em que meu amigo TT foi DJ convidado Loucademia Trash, quando a Suzie foi DJ convidada Quando fiz as fotos para o flyer de março, mês da mulher

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